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População de rua nega acolhimento e insiste viver nas calçadas em Niterói

3.5
Tamanho da fonte: A- A+ Por: Priscilla Aguiar 27/08/2012

Grupo de moradores causa muito problemas por todos os bairros mesmo com ações constantes para levá-los para abrigos. Vai e volta deles nas ruas aborrece população

Apesar de ocorrerem regularmente ações para o acolhimento da população de rua pela cidade de Niterói, de acordo com a prefeitura municipal, os moradores voltam para as ruas e o problema insiste em persistir, segundo moradores da Zona Sul da cidade. 

Segundo eles em São Francisco, Icaraí e Santa Rosa a quantidade de mendigos parece só crescer a cada dia.

“A prefeitura retira eles das ruas, mas dias depois estão todos de volta. Eles fazem muita bagunça, gritam, usam drogas na frente das crianças, é terrível. E parece que o problema só faz piorar”, disse a dona de casa Eloísa Araújo, de 35 anos.

A Prefeitura Municipal de Niterói, por meio da secretaria de Segurança e Controle Urbano, informou que as ações para acolhimento da população de rua são semanais e contemplam todos os bairros, mas o cronograma não é divulgado para evitar transtornos. A secretaria informou ainda que vai checar a denúncia e intensificar as ações nos locais. 

Assistência aos moradores de rua - A Prefeitura conta hoje com o Centro de Referência de População de Rua (Crepop), que passou a funcionar este ano como Centro Dia. Antes, o Crepop funcionava apenas como um centro de atendimento à população de rua, mas, com as reformas e melhoramentos do espaço, passou a ser um dos maiores Centros Dia do país, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social. Além do trabalho de abordagem e atendimento especializado que já era feito, o Centro se tornou agora um espaço de convivência e reinserção social com salas de oficinas, de informática, palestras, de tv, de descanso, salão de jogos, e ainda espaço para higiene pessoal, refeitório e lavanderia.


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Comentários

Esta matéria possui 12 comentário(s)
  1. Fabio - 27/08/2012 - 20:06

    NO centro ninguem falou nada, uma absurdo a Amaral Peixoto À noite e até durante o dia, assim como quase todas as ruas do centro. Não tem um dia que as ruas não cheirem a urina e fezes, fora os trombadinhas e usam crak e ficam assaltando....PAREDÃO JÀ!!!

  2. João Marques - 28/08/2012 - 14:11

    Muito estranho esta matéria,alguém tem presenciado ações para o acolhimento da população de rua pela cidade de Niterói, como afirma a reportagem? Me parece que esta existindo total falta de ação da Prefeitura e da Secretaria de de Assitência Social e relação a população de rua do município, pois não existe locais suficientes para o acolhimento.

  3. mario - 28/08/2012 - 00:18

    Quem dá esmola alimenta essa praga! Pergunta pro Alamir do Vime (ex-mendingo) se ele é a favor de esmola

  4. Maria - 28/08/2012 - 07:43

    Tem quatro jovens, "morando" na rua Mariz e Barros, em frente ao n. 126...passo todo dia após a caminhada e eles estão lá...são muito jovens e podem ser orientados , incluidos em algum processo educativo, para que tenham oportunidades de "vida".
    É muito triste ver vidas tão jovens já destruidas....me sinto muito mal por isso.

  5. Heródoto - 28/08/2012 - 15:13

    Essa resistência ao recolhimento tem motivações que passam ao largo do nosso entendimento. Por mais paradoxal que possa parecer, essas criaturas sabem muito bem o que estão pensando...e fazendo .

  6. LUIS - 28/08/2012 - 11:04

    Este é mais um caso, como também os de usuarios de crack, onde os direitos individuais estão acima dos direitos coletivos, não tem essa de não querer ser recolhido, tem que recolher e pronto, estas pessoas não tem condições de viver largadas nas ruas, bem como, viciados não tem condições de decidir se querem ou não ser recolhidas, são os direitos humanos as avessas.

  7. FALA MESMO - 28/08/2012 - 11:30

    morador de rua não tem querer tem que ir para o abrigo de qualquer jeito e aprender uma profissão para não voltar as ruas, mais ninguem quer trabalhar.

  8. Ediane - 28/08/2012 - 11:30

    Infelizmente temos q conviver com isso todos os dias, esta impossível se andar na Amaral Peixoto, e não tem mais hora, o dia inteiro eles estão dormindo, bebendo e pedindo esmolas, a situação esta caótica, a menos de 100mt da Prefeitura e ninguém faz nada.

  9. Ana Cristina - 07/01/2013 - 16:15

    É de estranhar esse controle que a prefeitura diz estar fazendo.
    Moro na Rua João Pessoa. Desço do ônibus na Presidente Backer e é um absurdo a quantidade de pessoas nessa esquina. E não são mendigos não. Vivem bebendo, brigando e vendendo drogas. Nós moradores temos que mudar nosso trajeto por medo de passar naquela bagunça.

  10. alamir pena - 17/01/2013 - 20:34

    É preciso fazer uma aúdiência pública para discutir com toda sociedade os malificio e o bem que a esmola faz so assim teremos um ponto de partida para esta questão de mandigo em nossas calçadas, vejo que não exite morador de rua calçada não é residencia.

  11. alamir pena - 17/01/2013 - 20:42

    Ana Cristina, intendo sua peocupação, mas independente que ele beba bebida álcoolica ou use outras droga,ele é mendigo ou pedinte quando vive de mendicidade,todos somos responssavel quando facilitamos, é preciso rever o coração,porque o puor sentimento é a pena eu mesmo fui mendigo por muito tempo por causa deste sentimento que as pessoa nutria por mim.

  12. alamir pena - 17/01/2013 - 21:07

    Porque não fazer doação para nossos humildes gari, que cuida do nossos resto que incomoda, ao inves de ficar mantendo os mendigo longe da familia ou do abrigo, você tambem é responsavél.

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