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Policiais do CPAm encontram crimes ambientais em Maricá

Foram constatadas áreas de desmatamento e captação clandestina de água na Serra da Tiririca

Área desmatada e captação clandestina de água

Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (11), após informações encaminhadas pelo Linha Verde, programa específico para se denunciar crimes ambientais em todo o Estado, policiais da Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm) da Serra da Tiririca identificaram um terreno em Maricá, onde foram constatados os crimes ambientais de desmatamento e captação clandestina de água.

Segundo os agentes da 6ª UPAm, subordinados ao Comando de Polícia Ambiental, no endereço mencionado na denúncia, na Rua das Safiras, encontraram o proprietário de um imóvel que após informar não ter conhecimento dos crimes citados, acompanhou a vistoria dos policiais no terreno de sua propriedade, onde foi constatado um poço artesiano utilizado para captar água de forma clandestina. Ao ser questionado sobre a atividade, ele informou não possuir nenhuma licença ambiental. Os policiais verificaram também que ao lado de seu imóvel, havia uma área desmatada com cerca de 800 metros quadrados e que os dois ilícitos encontravam-se dentro da área de amortecimento do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Logo após a constatação dos fatos, a equipe se dirigiu à 82ª DP, onde a ocorrência foi registrada com base no Artigo 40 da Lei de Crimes Ambientais.

Denúncia em Volta Redonda

Policiais Militares lotados na 2ª Unidade de Policiamento Ambiental constaram nesta quarta-feira (11) a existência de um abatedouro clandestino em Volta Redonda, na Região Sul Fluminense após denúncia de crime ambiental feita ao Linha Verde, através do aplicativo para celulares "Disque Denúncia RJ".

Na Rua 3, no bairro Três Poços, os agentes da UPAm Móvel fizeram contato com o proprietário do local e após entrarem na residência, constataram a existência de cinco suínos e aproximadamente 100 aves, entre frangos e patos, além de dois freezers e uma câmara frigorífica. Ele informou aos policiais que não abatia os animais para comércio e sim para consumo próprio e que as carnes vendidas aos domingos durante feiras livres eram compradas de terceiros. Por não ter sido apresentada nenhuma autorização para criação dos animais, os policiais se encaminharam à 93ª DP, onde a ocorrência foi registrada. Por ser considerado um crime de menor potencial ofensivo, o dono dos animais foi liberado e responderá criminalmente em liberdade.

O Linha Verde solicita a população que continue denunciando crimes ambientais através dos telefones 2253 1177 (capital), 0300 253 1177 (custo de ligação local) ou pelo aplicativo para celulares "Disque Denúncia RJ", onde é possível enviar fotos e vídeos, mantendo sempre a garantia do anonimato.

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