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Seap já apreendeu mais de 2 mil celulares

Resultados são dos dois primeiros meses de governo

Nos dois primeiros meses de governo, mais de 2 mil celulares já foram encontrados no sistema prisional. Para intensificar o trabalho de fiscalização e origem de entrada de aparelhos celulares, drogas e outros itens proibidos nas unidades, agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) realizaram, na manhã desta segunda-feira (18), uma nova ação no Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, no Complexo de Gericinó. 

Foram apreendidos 63 aparelhos celulares, 16 estoques (facas artesanais), 15 facas, chips para celulares e pequena quantidade de drogas. O objetivo da varredura - que contou com agentes da direção da unidade, Coordenação de Gericinó e Superintendência de Segurança – também foi checar denúncias anônimas sobre irregularidades cometidas por presos dentro do presídio.

A secretaria está, desde o começo do ano, intensificando suas fiscalizações para evitar a entrada de aparelhos celulares nas unidades. O trabalho tem como finalidade impedir que bandidos utilizem o sistema penal para servir como escritório do crime. Nos dois primeiros meses de 2019, foram apreendidos mais de dois mil aparelhos celulares. No mês de fevereiro, foram 810 aparelhos, além de 290 chips e 19.520 quantidade de drogas unitárias. Cabe ressaltar que sindicâncias são sempre abertas pela corregedoria para apurar a procedência da entrada desses materiais nas unidades.

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