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O carnaval em contos-retratos

Em contos, Leonardo Valente faz um retrato das escolas de samba do Grupo de Acesso do RJ

Um dos contos de “Apoteose” serviu de inspiração ao enredo da Acadêmicos do Sossego para o desfile no carnaval de 2019

Foto: Divulgação

Em oito contos, “Apoteose” (Editora Mondrongo), do escritor, jornalista e professor niteroiense Leonardo Valente, faz um retrato sensível e pouco conhecido do universo das escolas de samba do Grupo de Acesso do Rio de Janeiro. E a relação da ficção com a realidade da Sapucaí é tão estreita que um dos contos do livro, que será lançado durante a Flip deste ano, serviu de inspiração para o enredo da Acadêmicos do Sossego para o carnaval de 2019. 

Um mergulho em trajetórias e sentimentos de gente apaixonada pelo carnaval, uma viagem de bastidor por uma arte popular que desabrocha todos os anos na antessala das grandes escolas de samba do Grupo Especial, mas que é tão ou mais bela que o espetáculo principal admirado no Brasil e no mundo.

Cada história enfatiza uma personagem meio que esquecida, meio que abandonada, mas também algumas um tanto quanto exóticas, dessa festa de alquimia inexplicável. E retrata ainda as dificuldades e os dramas das comunidades pobres que tentam transformar suas dores verdadeiras em luxo. “Apoteose” também foi uma das obras selecionadas para a última fase do Prêmio Sesc de Literatura 2018, um dos mais prestigiados do País para novos autores. O conto “E passou a campeã”, que trata de uma escola que desfila com um enredo sobre intolerância religiosa, serviu de inspiração para que o carnavalesco Leandro Valente, irmão de Leonardo, produzisse o enredo da escola de samba Acadêmicos do Sossego, do Grupo de Acesso, para o carnaval de 2019, chamado “Não se meta com minha fé, acredito em quem quiser”.

Leonardo Valente é niteroiense, tem 43 anos, é escritor, jornalista e professor universitário. Autor de livros de ficção e não ficção, tem um romance publicado, “Charlotte Tábua Rasa”, e três livros de Relações Internacionais. “Apoteose” é seu primeiro livro de contos. O lançamento será durante a Flip, no dia 27 de julho, às 16h, na Casa do Desejo, Rua Fresca 277, Centro Histórico de Paraty.

Com apenas 8 anos, o escritor paulista fala de sustentabilidade

Foto: Divulgação

Jovem escritor vai à ONU

O paulista João Paulo Guerra Barrera, de 8 anos, o mais jovem escritor bilíngue do mundo e o mais jovem premiado em um concurso mundial pela NASA, foi recebido dia 11 pela secretária-geral da ONU para a Juventude, Jayathma Wickramanayake, em Nova Iorque. O menino recebeu da secretária um pin de 17 cores, representando a agenda pelo desenvolvimento sustentável de 2030. Em seu segundo livro, intitulado “Morando no espaço – Living In Space”, lançado em março deste ano, o jovem autor aborda, de maneira lúdica, temas sobre sustentabilidade, compatíveis com a agenda ONU 2030, o que motivou o convite. João Paulo também aproveitou para entregar uma carta, ao secretário-geral da ONU, António Manuel de Oliveira Guterres, pedindo que o português seja incluído como língua oficial na ONU. 

 

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Todas as crônicas – Rocco - Reunião definitiva da extensa produção de Clarice Lispector para jornais, que apresenta pela primeira vez em volume único toda a obra cronística da autora. A coletânea traz as colaborações de Clarice para veículos como Jornal do Brasil, incluindo 120 textos inéditos em livro, além das crônicas anteriormente publicadas em coletâneas.

 

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Imbatível – Record -  A trama é inspirada nas experiências de Stuart Reardon, estreante na literatura, mas que por um tempo foi jogador de rugby profissional. Assim como o protagonista, Stuart sofreu uma lesão e, hoje em dia, está aposentado dos gramados. A capa do livro, inclusive, é estampada pelo próprio Stuart. Uma história sobre encarar as dificuldades.

 

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Os imortalistas – HarperCollins - Quatro jovens irmãos que estão começando a conhecer a si mesmos procuram uma vidente que revela a cada um deles a data de sua respectiva morte. Ao longo de cinco décadas de suas vidas, esta saga familiar mostra como a revelação influencia as escolhas, a forma como vivem e, eventualmente, como morrem.

 

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Maria Bonita – Objetiva - A mulher mais importante do cangaço brasileiro, que inspirou gerações de mulheres, ganha agora sua biografia mais completa com perspectiva feminista. Junto a outras jovens que viviam com o bando, ela contribuiu para que se criasse a fantasia de uma impetuosa guerreira, hábil amazona do sertão, uma Joana D’Arc da caatinga.

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