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Volante Cuéllar lamenta ano sem título no Flamengo

Segundo o jogador, o balanço não é positivo. Equipe pega o Santos nesta quinta-feira

O Flamengo se viu distante do título do Campeonato brasileiro após a derrota para o Botafogo no fim de semana. Com isso, os rubro-negros deverão terminar a temporada sem conquistar nenhum título. O volante Cuéllar admitiu que o ano não foi bom para os flamenguistas. 

“Para a grandeza do Flamengo, o balanço não é positivo. Temos que brigar pelo título e ficamos fora na Copa do Brasil, Libertadores, Estadual... O ano não é bom e temos que reconhecer. Pela qualidade do elenco, já devíamos ter ganhado algo. Temos que refletir”, disse.

Cuéllar afirmou que o elenco ainda sonha com o titulo da Série A. Por isso, a equipe vai em busca da vitória nas rodadas finais do Brasileiro. 

“Temos possibilidades matemáticas e vamos brigar. O Flamengo está muito perto de ganhar muita coisa pela infraestrutura, por melhorar o elenco a cada ano. Temos que ainda pensar no título e a cada jogo corrigir os erros que não têm impedido de ganhar algo”, declarou.

Por fim, o colombiano ressaltou que a vaga para a próxima edição da Libertadores é considerada uma obrigação dentro do clube carioca.

“Não estamos pensando em hipótese nenhuma ficar fora da Libertadores. Temos um elenco muito bom e isso não pode acontecer. Respeitamos nossos rivais, mas pensamos em ficar mais perto do líder e, consequentemente, da vaga”, concluiu. 

Crise - O Flamengo ainda tenta assimilar a derrota de 2 a 1 para o Botafogo, que afastou o time da luta pelo título do Campeonato Brasileiro. Porém, o tempo de recuperação é muito curto, já que o Rubro-Negro volta a campo amanhã, às 17h(de Brasília), para receber o Santos no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), pela 34ª rodada.

O duelo assumiu ares decisivos para a equipe, que, depois de cair para a terceira posição no Brasileirão, vê sua permanência no G4, grupo com acesso direto à fase de grupos da Libertadores, ameaçado. Com 60 pontos, o Flamengo é perseguido de perto por Grêmio e São Paulo, ambos com 58, que se enfrentam também nesta quinta, no Morumbi. 

Além do excesso de cobranças, das críticas da imprensa e da revolta dos torcedores, o técnico Dorival Júnior e os jogadores terão que superar uma série de desfalques.

O treinador perdeu para o jogo contra o Santos o lateral-esquerdo Renê, o volante Willian Arão e o meia Lucas Paquetá, todos suspensos por terem sido advertidos com o terceiro cartão amarelo diante do Botafogo. 

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