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AFR receberá cerca de R$ 435 mil para investir em seus serviços

Associação Fluminense de Reabilitação conquistou dois editais diferentes

A oficina da associação fabrica em média 140 órteses e 30 próteses por mês

Foto: Evelen Gouvêa

A Associação Fluminense de Reabilitação (AFR), entidade voltada à recuperação de pessoas com deficiência, receberá cerca de R$ 435 mil por ter vencido duas licitações voltadas a instituições filantrópicas sob responsabilidade da ONG RioSolidário em parceria com a Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). A Associação, que conquistou o primeiro lugar em ambos os editais, atende moradores de todo o Estado. A primeira-dama do Estado e presidente da ONG RioSolidário, Maria Lúcia Cautiero Horta Jardim, foi até a instituição na manhã desta segunda-feira (23), para conhecer o trabalho realizado pelos niteroienses.

O primeiro edital encorajava o envio de projetos de treinamentos e investimentos nos espaços destas instituições, com o valor máximo de R$ 400 mil. Utilizando a quantia que será recebida a partir destes vencimentos, a entidade continuará a atender em sua sala de Independência Funcional, que procura dar maior independência às pessoas com deficiência. O custeio de um ano da sala, que foi o valor concedido pelo edital, foi estipulado em R$ 384.986,88.

Já o segundo, com a importância de até R$ 50 mil, pedia o envio de projetos para a aquisição de equipamentos. A associação pretende, segundo nota, complementar o valor necessário para a montagem do serviço de confecção de palmilhas ortopédicas com o uso de impressão 3D. Já existe uma oficina de órtese e próteses no local, que fabrica em média 140 órteses e 30 próteses por mês. O valor adquirido somente neste edital foi de R$ 49.987,47.

A diretora-presidente da AFR, Nilce Muller Belchior, relata que seu desejo é que mais pessoas possam conhecer o projeto, aumentando a visibilidade das atividades.

“As quantias por nós adquiridas são utilizadas, em sua maior parte, em cursos e obras que melhorem as condições cotidianas daqueles que precisam e utilizam a instituição”, comenta Nilce Muller Belchior. 

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