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Antonio José Barbosa aborda temas do mundo jurídico, além de problemas relacionados à segurança, política e da cidade. E-mails para esta coluna:antoniojmadv@gmail.com

Fim

Há uma palavra que todos abominam  falar por trazer à família impacto doloroso e traumatizante. Hoje está havendo uma mudança de ótica para reduzir esse impacto, pois a Organização Mundial de Saúde registra uma média de 804 mil mortes ao ano por esse motivo, uma morte a cada 40 segundos.

Qual é?
Nada menos do que o suicídio.

Eis a opinião de um espírita, Frederico Sawabini, que brevemente  lançará o livro “Por que eu decidi viver?”

“Independente do motivo que gerou o ato do suicídio e dos possíveis atenuantes, a sensação de todo suicida é o desapontamento, pois ao descobrir-se vivo após a “morte”, ligado ao corpo físico pelo tempo que durar o fluido vital previsto para aquela existência, ele sofrerá ininterruptamente a sua ligação com a matéria, a dor que ele causou ao seu corpo físico e períspirito (corpo espiritual que faz a ligação entre o espírito e o corpo físico), o arrependimento, toda a frustração e ainda abrirá oportunidade para a atuação de espíritos inferiores que irão se divertir da sua desgraça, obsidiando-o e sugando o que resta da sua energia.”

Segundo, Frederico, “entretanto, em razão da misericórdia Divina, nada é pra sempre e no momento certo para o seu refazimento, ele será acolhido por espíritos benfeitores que irão buscá-lo para o tratamento em hospitais espirituais e receberá todos os ensinamentos e apoio moral que vão prepará-lo para uma nova encarnação.
 
Dependendo da severidade de como o seu períspirito foi afetado, isso poderá lhe trazer limitações físicas na próxima vida, assim como no momento certo ele terá que passar novamente pelas mesmas provas que o fizeram sucumbir anteriormente. Afinal de contas, a vida é a nossa escola onde devemos aprender e crescer.”

No Brasil, segundo o mapa da violência dos jovens, levantado por Júlio Jacobo, a média é de 32 suicídios por dia. É quase o mesmo número de óbitos de portadores do vírus HIV.

Entre 2002 e 2012, a taxa de crescimento de suicídios no país foi de 33,6%, superior à do crescimento da população (11,1%), dos homicídios (2,1%) e dos mortos em acidentes de trânsitos (24,5%).

Estes dados apontam para a necessidade de apoio e compreensão àqueles que não veem outra saída para por fim à solidão, desencanto ou frustração.

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