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Câmeras de shoppings podem ser inseridas no Cisp

A ideia surgiu durante uma reunião entre comerciantes do Centro e de Icaraí

Câmeras de segurança de shoppings de Niterói podem ser inseridas no sistema de monitoramento do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp). A ideia surgiu durante uma reunião entre comerciantes do Centro e de Icaraí, que se reuniram na manhã desta quarta-feira (20) com autoridades de segurança de Niterói em encontro promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Niterói. 

A reunião que contou com a presença de alguns comerciantes, do comandante do 12º BPM (Niterói), Sylvio Guerra, do secretário executivo do Gabinete de Gestão Integrada Municipal de Segurança (GGIM), coronel Paulo Henrique de Moraes, e dos delegados da 77ª DP (Icaraí) e 76ª DP (Centro), onde aconteceu o encontro, Raíssa Celles e Claudio Otero Ascoli, também teve a participação da chefia de segurança de um grande shopping de Niterói. 

O responsável pelo esquema detalhou problemas de insegurança ocorridos no entorno e mesmo dentro do estabelecimento, o que suscitou a ideia para iniciativa de conectar o sistema de segurança dos shoppings ao do Cisp. Uma reunião entre as partes será agendada para debater o tema. 

“Temos no Centro três grandes shoppings e alguns em Icaraí, vamos convidar os responsáveis para uma reunião. Quero entender como eles trabalham com a segurança deles e ver como podemos integrar isso ao Cisp. Estamos pensando muito em tecnologia. Vamos trocar informações e talvez até criar uma rede de monitoramento”, idealizou coronel Paulo Henrique.

A estimativa é que cerca de 60 mil pessoas, entre lojistas e clientes, passem por pelo menos um dos shoppings. O objetivo é interligar os sistemas e aumentar a proteção no entorno dos centros comerciais, melhorando as vendas e a sensação de segurança. 

Ainda durante o encontro, Luiz Vieira, presidente da CDL comentou sobre uma das questões que impactam o comércio do Centro, os vendedores ambulantes ilegais. Reconhecendo o trabalho da Guarda Municipal no combate ao crime, o presidente pediu maior fiscalização.

“Na época do Natal, participamos do planejamento para a operação, foi bem tranquilo no período. Se não tivermos a presença da GM antes do ambulante montar o material, é mais difícil de coibir. A nossa preocupação é com as mercadorias, pois muitas são vendidas mais baratas que os lojistas, a indagação é: como o ambulante consegue essa carga com preço melhor?”, questionou. 

Por conta de um imprevisto, a reunião não contou com um representante da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop). Até o fechamento da edição, a Prefeitura de Niterói não respondeu. 

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