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Em defesa do Sistema Único de Saúde

Pastoral da Aids da Arquidiocese de Niterói realiza missa e caminhada no Centro

Pastoral da Aids da Arquidiocese de Niterói realiza missa em defesa do SUS

Foto: Lucas Benevides

Centenas de fiéis participaram da Caminhada Arquidiocesana em Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), na manhã deste sábado (13), no Centro de Niterói. A iniciativa foi promovida pela Pastoral da Aids da Arquidiocese de Niterói, com o objetivo de reivindicar melhorias nas políticas de saúde pública a fim de garantir o atendimento eficaz dos pacientes em todas as unidades hospitalares da cidade.

Antes da caminhada, os fiéis se reuniram na Capela São João Paulo II, localizada atrás do terminal Rodoviário João Goulart, onde aconteceu a Santa Missa. Durante a celebração, o Dom Roberto Ferreira Paz reforçou a importância da luta cristã em prol da permanência dos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde.

"Vivemos uma época de retrocessos nas políticas públicas e não podemos nos calar diante a retirada dos direitos básicos dos cidadãos. O SUS foi instituído no Brasil, em 1988, em meio a lutas e para que o sistema permaneça é fundamental que a comunidade se una e reivindique a transparência da gestão desse serviço. É preciso transformar a rede de saúde em um sistema democrático, evoluindo tanto na oferta do atendimento, quanto na melhoria das condições de trabalho dos profissionais", assegurou o sacerdote.

Com o apoio da NitTrans, a caminhada teve início na Capela São João Paulo II e seguiu pela Avenida Visconde do Rio Branco, no Centro. Uma faixa da via foi bloqueada para facilitar a passagem dos fiéis, que caminharam até a Concha Acústica de Niterói, em São Domingos, onde o percurso foi concluído sob aplausos.

"Como moradora de Niterói e cidadã católica, sinto que tenho a missão de batalhar ao lados dos fiéis pela reestruturação dos serviços da rede pública de saúde. Um dos princípios do cristianismo é o amor ao próximo e é por conta desse sentimento que estamos saindo em defesa dos pacientes que dependemo sistema para sobreviver.  Hoje, essa caminhada está sendo promovida com uma forte expectativa de mudança, porque desejamos que as próximas gerações tenham acesso ao direito básico, sem sofrer em filas de esperas", disse a psicóloga Rosane Romão, 55 anos.

 

  

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