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Estratégia equivocada

Desde a gestão passada, do ex-presidente Michel Temer, o Governo vem falando da necessidade de acertar as contas da Previdência Social, mas na hora de apresentar a proposta, mais uma vez peca pela falta de objetividade. O texto é apresentado cheio de “gorduras”, que se cortadas não farão a mínima diferença. Então por que são apresentados esses excessos? 

Realmente não dá para entender. No primeiro revés sofrido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, já diz que o Governo aceita negociar alguns pontos. Ora, se é para negociar, porque são apresentados? É para perder tempo?

Essa tática causa um desgate necessário para a própria proposta. A reforma precisa ser feita, mas o que deve ser mudado é apenas o que é necessário.

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