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Antonio José Barbosa aborda temas do mundo jurídico, além de problemas relacionados à segurança, política e da cidade. E-mails para esta coluna:antoniojmadv@gmail.com

Medalha de ouro

O que era esperado, aconteceu. Jair Bolsonaro é o novo presidente  do Brasil, por decisão do povo.  Foi uma eleição bonita e o resultado comemorado em todos os recantos do país.

Agora, a partir de primeiro de janeiro, vai  enfrentar uma série de problemas para retirar o país do fundo do poço: desemprego, crise na segurança, na saúde e uma máquina governamental enferrujada.

Concordam ou não com essa afirmativa? Mas é verdade cristalina.

O Brasil vive num clima de plena liberdade democrática, com os Três Poderes funcionando plenamente e sem qualquer  temor de que possa  algum deles perder a finalidade e navegar sem destino.

O Executivo, o Legislativo e o Judiciário estão aí, navegando ora em ondas mais fortes ora em ondas mais fracas. Mas a verdade é que singram os mares sem transtorno que leve  um dos três ao afundamento.

Num estado democrático qualquer opinião  tem de ser respeitada e somente pode ser rebatida com outro argumento de sustentação.

A sociedade tem de lutar para que cada poder cumpra  sua finalidade. Não existe democracia com apenas um poder. Tal regime  seria tudo menos a democracia preconizada por Montesquieu.

Os problemas no Congresso têm de ser resolvidos pelos deputados e senadores, que foram escolhidos pelo povo e, portanto, são seus representantes legítimos.

O mesmo acontece com o presidente, eleito em eleições diretas e com o mandato legitimado pela voz das urnas.

O Judiciário exerce suas atribuições na aplicação da lei segundo as demandas  que chegam às suas mãos. 
 
Nunca se pode esquecer que o Judiciário, apesar de suas falhas e deficiências,  é a última fortaleza com que a sociedade pode contar e recorrer e, por isso, deve ser fortalecido.

Neste quadro há necessidade de deixar que cada um dos poderes resolva seus problemas, porque em  briga de inhambu jacu não pia.

Há necessidade da união de forças para  sair da estagnação econômica, acabar com a corrupção,  trazer prosperidade, segurança, educação e saúde para este povo maravilhoso que não desiste nunca.

Que o Executivo, o Congresso e o Judiciário tomem as decisões que entenderem e forem de sua competência.

 A solução sensata é pedir a união, esquecendo-se os  fatos da campanha.

As eleições terminaram com a vitória de Jair Bolsonaro,  muito bem recebida e apladida em toda a nação brasileira.

Este comentário  serve para demonstrar a existência de uma solução difícil de ser alcançada para  problemas que mexem com vários segmentos da nação.Um deles é retirar o país da estagnação  fazendo-o a crescer novamente. Levantá-lo do berço esplêndido, que continuará esplendoroso, para abrigar os filhos desta pátria mãe gentil.

E pelos resultados das urnas, Bolsonaro fará. É só aguardarmos unidos, respeitando as divergências. A esta altura da nossa história, vale lembrar a recomendação do herói de guerra, Almirante Tamandaré: “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever”.

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