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Antonio José Barbosa aborda temas do mundo jurídico, além de problemas relacionados à segurança, política e da cidade. E-mails para esta coluna:antoniojmadv@gmail.com

Amor de mãe

O bem hors concours do mundo é a saúde, porque sem ela a educação e a segurança ficam na corda bamba. Mas no Estado do Rio, a capital e cidades da Baixada estão quase num zero à esquerda. São reclamações que vão ao infinito.

Há falta de profissionais, de leitos, de equipamentos e de remédios, inclusive os mais essenciais,  nos estabelecimentos de saúde das áreas federal, estadual e municipal. Consultas e operações demoram uma eternidade, aumentando o sofrimento dos pacientes. É uma situação ultracrítica.

O culpado é sempre a falta de verba para justificar o desleixo com a saúde da população. É uma pena como as pessoas são tratadas pelos governos. São insensíveis ao sofrimento alheio.

Quem não dispõe de plano de saúde está com a corda no pescoço.

A saúde no estado merece tratamento condigno e eficiente para que a população que não consegue pagar um plano de saúde tenha um atendimento digno.

Quase todos os hospitais públicos têm déficit de receita, o que gera esse abismo. Portanto, cabe aos governos aumentarem as verbas para a saúde, porque, se existe um responsável, são eles mesmos, infelizmente. E, além de verbas, instituir uma gestão eficiente, sem desperdícios.

Os governos necessitam levar a sério o estado precário da saúde no estado para que ela saia do caos em que se encontra. A população desassistida, com muitos desempregados,  precisa novamente  ficar de bem com a vida ou quase. Já vai se satisfazer com uma lua quarto minguante.

A verdade, contudo, é que aqui,  os municípios de pequeno porte, tudo anda às avessas, como numa Torre de Babel. É lamentável. 

A população é tratada pelos governos de maneira desumana e, se não fosse a boa vontade dos médicos e enfermeiros, seria uma loucura sem limite.

Os problemas com a saúde  repercutem na educação, prejudicando a aprendizagem plena. Cuidar da saúde da população é dever dos governos, bem como tornar eficiente a educação. Não cabe o par ou ímpar.  Ambas são obrigadas a ter tratamento igualitário, com respeito ao percentual de investimento determinado em sede constitucional.

Deixar a política de lado e investir maciçamente na saúde e na educação são prioridades inquestionáveis. Com o povo doente o país não consegue sair do hospital em que se encontra.

 Em vez de obras de fachada, mãos à obra para apertar o cerco  e melhorar as condições de vida da sofrida população, medida indispensável para que o tão almejado crescimento se torne realidade.

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