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Antonio José Barbosa aborda temas do mundo jurídico, além de problemas relacionados à segurança, política e da cidade. E-mails para esta coluna:antoniojmadv@gmail.com

Anjo da guarda

A defesa da prerrogativa dos advogados deve e tem de continuar sempre atuante sob qualquer hipótese. Uma Ordem dos Advogados sem esse instrumento ativo é carta fora do baralho. É o instituto mais importante em sua estrutura, porque sem ela o advogado estará desassistido e, portanto, sem apoio.

Qualquer presidente eleito e empossado tem a obrigação de prosseguir nessa pedalada, independe da tecnologia e dos robôs.

Sem uma comissão de prerrogativa a todo o vapor e longe da política de classe,  ficará ao léu, com um efeito fulminante: perderá a credibilidade e a confiança. É da maior importância nesse universo.

Sem medo de pisar na bola, é o único meio de enfrentar as autoridades de todos os poderes.

A defesa da prerrogativa, perdoem a repetição, é o único instrumento disponível para mostrar o valor da classe, que sofre as consequências nunca imagináveis da política, da economia e das finanças. Isto sem contar, principalmente, com o agravamento de medidas adotadas pelo judiciário e outras, pelos próprios magistrados, entre as quais se destacam o tal mero aborrecimento e o dano moral irrisório, além da reforma trabalhista, que são percalços à advocacia.

É uma cassetada com C maiúsculo.

A atuação para o respeito aos direitos e prerrogativas dos advogados é indispensável, apesar de algumas desavenças que causa no meio das autoridades.

Seria de importância salutar que não houvesse necessidade de sua aplicação. Contudo, é a única maneira de  colocar os carros no trilho. Há, portanto, uma necessidade imperiosa  de mais harmonia, tomando por  base a existência dos litígios, em maior ou menor escala, entre os advogados e as autoridades.

É, por sua vez, a maneira de se alcançar uma conciliação benéfica entre os lados divergentes.

No Rio e em Niterói, há dois importantes exemplos desse trabalho. Lá Luciano Bandeira, e aqui, Hugo Viana, são o carro-chefe dessa atuação. Não fica pedra sobre pedra para as tomadas de posições. Onde há necessidade da presença das entidades os dois presidentes das Comissões de Prerrogativas estão de corpo e alma à frente de qualquer necessidade junto às diversas autoridades.

Nesses ramos, existem sempre elogios aos dois importantes membros das instituições estadual e municipal.

A prerrogativa é a mola mestra para uma boa convivência entre os operadores do Direito em todos os níveis.

Esses mecanismos serão sempre capazes de cortar o mal pela raiz, quando a conciliação resultar em material descartável. Têm papel relevante dentro desse arcabouço de luta pelos direitos inalienáveis dos advogados e advogadas.  E ponto final.

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