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Antonio José Barbosa aborda temas do mundo jurídico, além de problemas relacionados à segurança, política e da cidade. E-mails para esta coluna:antoniojmadv@gmail.com

DNA do sucesso

Esta Copa do Mundo está ensejando algumas observações fundamentais para demonstrar, em primeiro lugar, que a miscigenação chegou ao esporte mundial. Vimos atletas negros, brancos e de outras etnias jogando o melhor futebol em perfeita união, deixando, portanto, o preconceito de cor no fundo do poço.

Uma grande conquista.

Outra constatação foi jogadores deixando os países de origem,  para brilhar em outros gramados com salários milionários. Foram atuar em nações democráticas e autoritárias, sem que isso impedisse de brilhar, porque estava em jogo era simplesmente o valor profissional.  Questões ideológicas sempre foram superadas. Permaneciam a paz e o amor à camisa, como devia ser assim neste mundo de guerras e preconceitos.

Não se pode esquecer a existência de três  constatações que precisam ser mencionadas: tatuagem, corte de cabelo e vaidade.

A tatuagem praticamente prevaleceu entre os jogadores. Eram encontradas  em quase todas as partes dos corpos, do pescoço, das pernas. Foi um verdadeiro festival, independente  de as pessoas gostarem ou não.

Outras atrações à parte foram os cortes de cabelos dos mais exóticos. Na cabeça, despontava o craque Neymar. Cada dia com um corte, uns aplaudidos e outros criticados, a maioria, por sinal.

Agora um crucial problema, este somente dirigido à seleção brasileira: a vaidade e a mania que já ganhou.  Eles se consideram os melhores do planeta. Valorizam a fama ao extremo e acabam descendo ladeira abaixo para tristeza dos torcedores. É uma pena, não resta dúvida.

A copa do mundo serviu para estas análises a fim de se concluir que ela é democrática e aberta à tatuagem e cortes de cabelos excêntricos, mas principalmente para acabar com  preconceitos injustificáveis na vida.

As seleções deram um belo exemplo, mostrando ao mundo e aos preconceituosos que elas estão em outra esfera do agredido planeta decorrente da devastadora poluição e agressão à terra, aos rios, aos mares e ao ar, um verdadeiro absurdo.

Ficou bem claro esse posicionamento, independente do entendimento dos governos.

A superação da diferença de cor e a permissão de contratos por clubes, sobretudo da Europa, demonstram uma democracia plena existente nessas seleções e seus dirigentes.

Todo o mundo deveria seguir esses exemplos de igualdade, fraternidade e liberdade, pois assim o mundo seria mais justo, humano e com menos desigualdades sociais.

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