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Sobe para 11 o número de mortos na Muzema no Rio

Buscas seguem e 13 pessoas ainda estão desaparecidas nos escombros

Sobe o número de mortos na tragédia

Foto: Agência Brasil / Tânia Rêgo

Nesta segunda-feira (15), por volta das às 10h30, foi retirado mais um corpo dos escombros dos dois prédios que desabaram na sexta-feira na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro. As equipes de busca não confirmaram se era homem ou mulher.

Com isso, sobe para 11 o número de mortos na tragédia, e 13 pessoas estão desaparecidas. Dos oito sobreviventes, quatro permanecem internados, sendo três do Hospital Miguel Couto e uma mulher no Lourenço Jorge. Ela está em estado grave. Outras duas pessoas que foram resgatadas com vida não resistiriam aos ferimentos e morreram no hospital.

Antes das 9h, houve troca de turno nas equipes de busca. O local do desabamento, que é a última rua do condomínio Figueiras do Itanhangá, permanece parcialmente interditado. Um total de 13 prédios foi interditado, e os moradores só podem entrar por poucos minutos, para retirar alguns pertences. Segundo moradores, a Defesa Civil os informou que a área ficará interditada enquanto os trabalhos de busca estiverem ocorrendo. 

Alta – Um homem de 46 anos que estava internado desde que foi resgatado dos escombros na Muzema, zona oeste do Rio, recebeu alta nesta segunda, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Ele estava no Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul, em observação, e seu estado de saúde era considerado estável.

Outras três pessoas permanecem internadas em unidades municipais de saúde. No Miguel Couto, estão uma mulher de 44 anos, no Centro de Terapia Intensiva (CTI), e um menino de quatro anos. Ambos têm quadro estável, porém delicado.

Uma mulher de 35 anos continua internada no CTI do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Seu estado é considerado grave. 

Rio de Janeiro sai do estágio de crise

O Rio de Janeiro saiu do estágio de crise nesta segunda às 11h15, depois de quase uma semana. A cidade havia entrado no estágio, que é o mais preocupante dos três níveis da Defesa Civil, às 20h55 da última segunda-feira (8), por causa das fortes chuvas daquele dia.

O temporal, que provocou alagamentos e deslizamentos em vários pontos na semana passada, deixou dez mortos, além de inúmeros carros danificados, árvores derrubadas, ruas inundadas e casas afetadas. 

Devidos aos estragos causados pelas chuvas, o prefeito Marcelo Crivella decretou situação de calamidade pública.

O Rio está neste momento em estágio de atenção, que é o nível intermediário. Apesar disso, a cidade ainda espera uma chuva forte para o início desta semana. 

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