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Matanza toca neste domingo em São Gonçalo

Banda carioca é a grande atração da noite no Calígula Night Club que terá ainda a abertura do Bogotah

Grupo carioca se apresenta em edição extraordinária do“Clube dos Canalhas” no Calígula Night Club, no Porto Velho

Foto: Felipe Diniz / Divulgação

O Calígula Night Club, no Porto Velho, São Gonçalo, sediará neste domingo (25) uma reunião extraordinária do “Clube dos Canalhas”, presidida pelos cariocas do Matanza e o seu inconfundível “countrycore”, uma mistura certeira da sonoridade e temática do country norte-americano com a energia do hardcore também da terra do Tio Sam e a alegria do folk irlandês.

As portas do local abrem as 18h o os trabalhos da noite serão abertos pela banda gonçalense Bogotah que faz, com bastante peso e agressividade, “Um Brinde ao Fim do Mundo”. Uma referência ao álbum de estreia dos caras que traz o bom e velho heavy metal cantado em português.

Jimmy conversou com O FLUMINENSE sobre a volta do Matanza à cidade, entre outras coisas.

Qual é a expectativa da banda para tocar mais uma vez em São Gonçalo? 
São Gonçalo sempre foi do cacete pra gente, desde os tempos mais antigos do Bar do Blues e de todos os lugares onde já tocamos por lá. Sempre nos divertimos demais, encontramos velhos amigos e saímos destruídos, com a sensação de dever cumprido. 

O último álbum de vocês é de 2015, já está na hora de um sucessor de “Pior Cenário Possível”?

Os gonçalenses do Bogotah seguem promovendo o seu excelente álbum de estreia “Um Brinde ao Fim do Mundo” e fazem a abertura da noite

Foto: Victor Mayrinck / Divulgação

Com certeza! Não conta pra ninguém, mas já estamos trabalhando nesse próximo rebento. Esse ano, não teremos ainda notícia de disco novo, porém, quem sabe um outro compacto com música inédita, clipes e mais algumas coisas? Novidades teremos!

De onde vocês tiram as ideias para as letras das músicas? Depois de seis álbuns de estúdio, ainda é possível pegar referências novas de letras e melodias?

​O Donida (guitarrista de estúdio e compositor) tem aquela mente deturbada que cria esse monte de perversão. Provavelmente, isso vem dos pesadelos que ele tinha quando ficava trancado no sótão da casa onde morava com Jack Buffalo Head (personagem fictício de uma das músicas, “Todo Ódio da Vingança de Jack Buffalo Head”), mas isso também já seria outra música. 

 Como surgiu a ideia do Matanza Fest e o que o público carioca pode esperar da edição deste ano?

A gente sempre pensa no melhor que encontramos em todos os shows e nos erros que nao gostaríamos de repetir, além de escolher bandas que tenham uma importância histórica ou que sejam muito ativas na correria atual. A ideia é fazer o mais honesto e justo show de rock que um ingresso possa comprar, e que todo mundo que esteja envolvido se divirta bastante. Honestidade seria o nome principal da nossa ideia. Teremos só banda cascuda esse ano, o HC skate clássico da década de 1990, a porradaria do DFC, Cabeça e o Inocentes, que não precisa de apresentações. São bandas com muita bagagem e contamos que cada um dos presentes lá aproveite tudo isso. O Matanza Fest acontecerá no próximo dia 15 de julho, no Circo Voador, a partir das 23h.

O Calígula Night Club fica na Rua Júlio da Costa Reis, 51 – Porto Velho – São Gonçalo. Amanhã, às 18h. Censura: 16 anos. Ingressos: R$80 (inteira) e R$40(meia) promocional levando 1 kg de alimento não perecível. Telefone:(21) 99974-8484.​

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