NITERÓI/RJ
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Missão: salvar o meio ambiente

 

Foto: Divulgação

A fotógrafa e ativista Barbara Veiga está lançando seu livro “Sete Anos em Sete Mares” (Ed. Seoman), onde relata a rotina, como em um diário de bordo, de quem atravessa oceanos para salvar a natureza. Ela até foi presa no Brasil duas vezes e uma no exterior numa solitária, após embates com a polícia e autoridades locais. Em entrevista, Barbara conta mais detalhes.

O quão importante para seu desenvolvimento, inclusive durate a viagem, foi ter feito parte do Greenpeace e da Sea Shepherd?

Estive 15 anos trabalhando em organizações internacionais como essas e essa experiência me fez compreender a potência do coletivo frente a questões tão delicadas que envolvem política, economia e tantos desafios. Ter esse respaldo foi importante, o que não exclui atividades de pessoas físicas que possam se juntar e criar seu próprio movimento.

Seu amor pela biodiversidade – sobretudo a marinha – motivou a viagem e todas as mudanças na rotina e na vida. Quais foram elas? E entre elas, quais as mais desafiadoras e árduas?

Se entregar em temas socioambientais, como em qualquer causa, significa abrir mão de muitas coisas. Embarcada por muitos anos, perdi a oportunidade de passar tempo com os meus amigos, curtir passeios e ter tempo com as pessoas que amo. Por outro lado, construí uma nova família de amigos com pessoas igualmente apaixonadas pelo meio ambiente, e fui muito feliz com esses encontros. Acabei colecionando experiências incríveis e, com certeza, vejo mais ganhos do que perdas.

No livro, você conta porque escolheu dedicar sua vida a investigar e documentar tantos crimes ambientais. Desde que tomou isso como missão, qual foi a maior transformação pela qual passou?

Na missão que fiz parte nas Ilhas Faroes como espiã para impedir a matança baleeira, aprendi muito sobre a complexidade humana. Por que manter uma tradição de matança sendo que a ilha não precisa da carne de baleia para sobreviver? As pessoas eram amáveis e muito interessantes de conversar, porém culturalmente havia essa complexidade. Todavia, sigo aprendendo com as diferenças, procuranco, através do diálogo e educação, acreditar numa real transformação por um mundo mais justo e equilibrado. n





 

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F*deu Geral (Intrínseca) – Depois de ‘A sutil arte de ligar o f*da-se’, livro mais vendido no Brasil em 2018, com mais 1 milhão de cópias comercializadas, Mark Manson disseca religião e política, explora nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet e nos faz questionar nossas definições de fé, felicidade, liberdade e esperança.





 

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A Arca de Noé (Estrela Cultural) – O divertido livro interativo e repleto de ensinamentos, escrito por Dilma D’ávila, apresenta a tradicional narrativa de uma forma lúdica e com uma linguagem universal, onde cada diálogo tem rimas únicas. A obra é acompanhada por três potes de Super Massa da Estrela. 









“São Bernardo” começou a ser escrita em 1931 na sacristia da Igreja Matriz de Palmeira dos Índios, cidade da qual Graciliano viria a se tornar prefeito

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Repaginados

A editora Record lança a edição com novo projeto gráfico de “S. Bernardo”, clássico que completa 85 anos de sua publicação em dezembro. O livro ganha capa reformulada, que segue a identidade de “Vidas secas” e  “Angústia”, já lançados este ano. Com as novas edições, o Grupo Editorial Record busca aproximar de novos leitores a obra de seu autor mais popular em todos os tempos. “S. Bernardo” narra a trajetória de Paulo Honório, um rude e ambicioso trabalhador rural no interior de Alagoas, que se torna proprietário da fazenda que dá nome ao livro.






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