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Obra retrata uma vida dedicada às plantas

Autobiografia é considerada uma das mais importantes obras populares sobre botânica

Autobiografia “Lab Girl”, da cientista Hope Jahren

Foto: Divulgação

A Editora HarperCollins Brasil acaba de lançar por aqui um dos livros mais premiados nos Estados Unidos em 2016: “Lab Girl”, da cientista Hope Jahren. Na obra, uma autobiografia, a autora narra sua trajetória como geobióloga e relata os desafios que enfrentou para se tornar uma das profissionais mais respeitadas do mundo e uma das pessoas mais influentes do mundo de acordo com a revista Time.

Hope comprova que é possível fazer um paralelo da vida das plantas com a dos seres humanos, pois ambos lutam dia a dia pela sobrevivência. Ela apresenta a ciência como uma grande paixão e mostra que seu objeto de pesquisa pode ajudar a entender a vida e enxergar a natureza de uma forma diferente.

“Lab Girl” foi eleito o melhor livro de ciência popular e segue a tradição de cientistas humanistas, como o britânico Oliver Sacks. Para o The New York Times, a obra de Hope Jahren faz pela botânica o que Sacks fez pela neurologia. O livro também foi o vencedor do National Book Critics Circle Award for Memoir na categoria Autobiografia. 

Em um meio predominantemente masculino, Hope precisou driblar a desconfiança dos colegas de profissão para conquistar seu espaço. No livro, ela destaca como foi essa busca pela representatividade das mulheres na ciência.

A autora não deixou de fora sua infância em Minnesota, onde passava horas brincando no laboratório do pai. Ela conta como saiu de uma cidade pequena para trabalhar nos laboratórios de alta tecnologia da UC Berkeley e Georgia Tech.

Ao longo do livro, a geobióloga fala ainda sobre o poder da ciência, sobre como passou a vida estudando as plantas, do que elas são feitas e como vivem. A obra é um relato de como ela batalhou para realizar seu sonho de ser uma grande cientista.

Jahren já recebeu três prêmios Fulbright, um dos mais prestigiosos programas de incentivo à educação intercultural do mundo. Ao longo de sua carreira, lecionou e realizou pesquisas independentes em várias universidades. 

Fogo e Fúria – Ed. Objetiva Com acesso aos assuntos da Casa Branca, o jornalista Michael Wolff revela os bastidores do governo de Donald Trump, o presidente americano mais controverso da história. Graças ao contato privilegiado com o primeiro escalão do governo, o autor pinta um quadro de despreparo, desorganização, assédios, vaidades e guerra contra a mídia, contra o Partido Democrata e até contra a ala conservadora do Partido Republicano.

Manual do Bom Divórcio – Ed. Principium Apesar de separação ser um tema que em geral evoca sentimentos de dor e tristeza, esse é um guia otimista, dedicado não só a quem está pensando em se divorciar, mas também a quem está prestes a se casar e deseja saber quais são as opções legais disponíveis para evitar possíveis problemas no futuro. Com linguagem simples e objetiva, sempre leva em conta que, além da parte jurídica e burocrática, há uma família envolvida em todo o processo.

A Mulher na Escada – Ed. Record Autor do best-seller “O Leitor”, que é, desde “O Perfume”, o romance alemão mais aclamado internacionalmente, que ganhou uma bem-sucedida adaptação para o cinema vencedora de um Globo de Ouro, Bernhard Schlink volta às prateleiras brasileiras. O livro tem tradução de Lya Luft, tem pitadas de thriller, mas avança com os pontos fortes do autor discutindo questões como ética, paixão, arte, autoralidade e os efeitos da passagem do tempo.

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