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Para pular da cadeira

Apesar da bilheteria fraca nos EUA, ‘Mãe’ é a aposta do terror para os amantes do gênero

Jennifer Lawrence e Javier Barden em “Mãe”

Divulgação

Do diretor de “Cisne Negro, o aguardado “Mãe” estreia no circuito após um desempenho mediano nos Estados Unidos, mas ainda assim é apontado como um dos filmes mais sofisticados dos últimos anos pela mídia especializada. Mas também tem filme malfalado essa semana com o indicado ao Oscar Michael Keaton. “O assassino: o primeiro alvo” ganhou adjetivos como clichê e paródia pelos críticos mais severos. Premiado na mostra Panorama do Festival de Berlim 2017, o longa “Pendular” tem até uma exposição derivada do filme no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Tem também uma adolescente cujo mundo vira de cabeça para baixo quando ela descobre que sua mãe está explorando as pessoas em seu trabalho em “A Garota do Armário”, de Marc Fitoussi. Por fim, Camila Morgado e Murilo Benício brigando para dividir uma fortuna em “Divórcio”, de Pedro Amorim.

Mesmo com a queridinha do público Jennifer Lawrence e o premiado Javier Barden no elenco, “Mãe”, dirigido por Darren Aronofsky, foi mal recebido pelo público americano, apesar de elogiado por boa parte da crítica. O longa arrecadou apenas US$ 7.5 milhões nas bilheterias locais. A trama é sobre um casal cujo relacionamento é posto à prova quando convidados inesperados chegam à casa deles, perturbando sua convivência tranquila. 

Mais acima: Michael Keaton em “O assassino: o primeiro alvo”; Acima: “Pendular”

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Em “O assassino: o primeiro alvo”, Mitch Rapp, um agente especial da CIA, é recrutado para trabalhar junto com o veterano da Guerra Fria, Stan Hurley (Michael Keaton, atuando em uma investigação sobre uma série de ataques aparentemente sem ligação contra alvos militares e civis). No entanto, eles descobrem um padrão nesses ataques e acabam embarcando em uma missão.

Em “A Garota do Armário”, uma jovem de 14 anos tem que experimentar trabalhar por uma semana como parte de um projeto escolar. Por isso, sua mãe consegue arranjar para ela um estágio na companhia de seguros onde trabalha. Porém, enquanto reorganiza um armário, a jovem descobre alguns segredos desagradáveis que a empresa mantém escondidos e que podem envolver sua mãe.

Já no poético “Pendular”, em um galpão abandonado, um casal de artistas contemporâneos observa a arte, a performance e sua intimidade se misturarem. Assim, a partir de sucessivas contradições, os personagens vão aos poucos perdendo sua capacidade de distinguir o que faz parte dos seus projetos artísticos e o que é apenas sua relação amorosa.

Mais acima: o brasileiro “O Divórcio”, com Murilo Benício e Camila Morgado. Acima: e “A Garota do Armário”

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No nacional “Divórcio”, o casal Noeli (Camila Morgado) e Júlio (Murilo Benício) leva uma vida humilde até que os dois ficam ricos depois de criar um molho de tomate que vira sucesso nacional. Com o passar dos anos, os dois vão se distanciando e um incidente é a gota d’água para a separação. Enquanto vão em busca do melhor advogado para defender o patrimônio, os dois se envolvem num processo de divórcio complicado. 

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