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Um protesto musical

Dirigido por Amaury Lorenzo, “Cabaré” fala sobre fascismo e os marginalizados

Divulgação: Bernardo Marques

O Teatro Eduardo Kraichete segue recebendo a “Mostra de Teatro: OST 18 anos – A Vida como Palco”, idealizado e realizado pela Oficina Social de Teatro (OST), que apresenta uma série de espetáculos até o mês de março.

Nesta quarta-feira (6), às 19h30, é a vez da única apresentação de “Cabaré”, dirigido por Amaury Lorenzo, contando a história de luta de grupos marginalizados, como mulheres, prostitutas, gays, negros e pobres. Na trama, um candidato fascista está prestes a tomar o poder, ameaçando a vida destas pessoas. Com isso, as noites de prazer no cabaré estão ameaçadas. A líder das prostituas é brutalmente assassinada, e todos os que ali vivem precisam se armar e amar. 

Assim, a peça faz seu protesto por meio da linguagem musical, que oferece aos atores experiência no canto, dança e atuação. Dentro de um prostíbulo, todos discutem política, direitos, inclusão, quebrando paradigmas e estereótipos. 

As inspirações e propostas refletem também no figurino dos atores: os cabarés franceses e alemães estão presentes, com uma indumentária que revela o corpo voluptuoso dos personagens. Cores vibrantes, cinta-liga, calcinhas, cuecas e espartilhos trazendo vida e batalha a lugares marginalizados.

 
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