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Uma vida intensa repassada na telona

‘Dor e Glória’ é o filme de Almodóvar mais autobiográfico

 

Foto: Divulgação

Aos 69 anos, o cineasta espanhol Pedro Almodóvar imprime nas telonas seu olhar mais íntimo sobre a própria vida através do longa “Dor e Glória”, 21º filme de sua carreira. Considerado pela crítica especializada como mais “desbotado” e “sério” que as demais produções de sua filmografia, “Dor e Glória” foi exibido mês passado no Festival de Cannes, na França, e conquistou dois prêmios: Melhor Ator, para Antonio Banderas; e Melhor Compositor, para Alberto Iglesias, que já compôs para o cineasta em outros trabalhos. Além de Banderas, o elenco também conta com as interpretações de Penélope Cruz, Cecília Roth, Leonardo Sbaraglia, entre outros. 

A “semibiografia” conta a história do cineasta Santiago Mallo que, diante de um declínio em sua carreira, passa por um período de lembranças e reencontros que o remetem à sua infância, nos anos 60; sua imigração para a Espanha; seu primeiro amor; e sua relação com o cinema – elementos que reiteram o caráter autobiográfico do filme. 

Após a trilogia de aventura, ficção científica e comédia “MIB – Homens de Preto” – 1997, 2002 e 2012 –, que trazia o Agente J (Will Smith) e o Agente K (Tommy Lee Jones) na missão de proteger a Terra de ameaças alienígenas, surge um quarto filme: “MIB: Homens de Preto – Internacional”. A produção conta com a inusitada participação do humorista Sérgio Mallandro, que foi convidado a interpretar um papel – ainda surpresa –, que parte de uma iniciativa internacional na qual alguns países foram selecionados para incluir participações de celebridades locais em sua versão do filme.

Dirigido pelo cineasta estadunidense F. Gary Gray, o longa acompanha a jornada de Em (Tessa Thompson), uma mulher que luta para se tornar uma oficial da agência Homens de Preto, pois, quando criança, passou por uma experiência extraterrestre e não teve sua memória apagada. Ela se depara com sua primeira missão: conter um traidor. Para isso, ela conta com o Agente H (Chris Hemsworth).  

Obsessão”, dirigido por Neil Jordan, é um suspense coproduzido pela Irlanda e Estados Unidos, que retrata o encontro entre duas importantes figuras da dramaturgia internacional. Isabelle Huppert, já consagrada; e Chloë Grace Moretz, em constante destaque. 

Na trama, a jovem Frances acaba de perder a mãe e se muda para Manhattan, onde atravessa problemas com o pai e divide apartamento com Erica, sua amiga. Um dia, voltando do trabalho, Frances encontra uma bolsa no metrô e, em seguida, Greta, a quem a bolsa pertence. Viúva, Greta mostra ser uma mulher muito carente, mas, com o tempo, Frances percebe que a carência se transforma em obsessão. 

De Rungano Nyoni, o drama africano “Eu Não Sou Uma Bruxa” conta a história de Shula, uma menina de oito anos que, após um incidente banal, começa a ser acusada de bruxaria na vila onde mora. Ela passa por um julgamento, em que se torna culpada, e é levada sob custódia pelo Estado da Zâmbia, que a exila em um campo de bruxas no meio do deserto. Lá, ela passa por uma iniciação e, efetivamente, se torna uma bruxa e passa seguir as regras do novo “rótulo”.

 
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