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Confusão em final no Rio traz confronto entre a polícia e vascaínos

Portões do Maracanã foram abertos após mais de 30 minutos de jogo

A decisão da Taça Guanabara já pode ser incluída entre um dos tristes capítulos do futebol brasileiro. Neste domingo (17), a Justiça determinou a realização do jogo entre Vasco e Fluminense no Maracanã com os portões fechados, mas vários vascaínos, incitados pela diretoria de seu clube, foram ao estádio, o que proporcionou uma situação de grande tensão. A entrada de torcedores no Maracanã foi liberada depois de mais de 30 minutos de bola rolando. 

Houve confronto com a Polícia após a confirmação de que os portões não serias abertos. Os agentes utilizaram bombas de efeito moral e balas de borracha em resposta à revolta dos torcedores. Houve correria e pessoas feridas.

Toda a confusão na final no Rio começou com a discussão entre as duas equipes finalistas em relação à ocupação do setor sul do Maracanã. Assim, a desembargadora Lucia Helena do Passo proferiu a decisão sobre a realização do jogo com os portões fechados alegando “omissão do contrato, falta de acordo entre as partes por setor sul e risco iminente de conflitos entre as torcidas”.

Também foi determinada a devolução dos valores pagos pelos torcedores que já adquiriam ingressos. O descumprimento da decisão teria uma multa de R$ 500 mil.

No Twitter, a PMERJ informou que está atuando para conter distúrbios envolvendo parte da torcida que se encontra próximo aos portões do Maracanã.

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