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De olho no cinturão do peso palha do Ultimate

Treinando em Niterói, a brasileira Jéssica Andrade vive sua melhor fase

Atleta da academia PRVT, de Niterói, a paranaense Jéssica Andrade vem de vitória sobre a compatriota Cláudia Gadelha e sonha em voltar a disputar o cinturão

Foto: Divulgação / UFC

Uma verdareira guerreira em busca do sonho de conquistar o título do UFC com uma ajuda da Cidade Sorriso. Paranaense, mas radicada em Niterói, a lutadora brasileira Jéssica Andrade vem de vitória sobre a compatriota Claudia Gadelha, e mira voltar a lutar pelo cinturão após perder para Joanna Jedrzejczyk, em maio. Para isso, ela conta com os treinos do mestre Paraná na academia PRVT. 

Jéssica “Bate-Estaca” Andrade que possui um cartel de 17 vitórias e 6 empates e ocupa a 2ª posição no ranking do UFC, começou a carreira em um projeto de sua cidade natal, em Umuarama, no Paraná. Ela Iniciou no judô e em seguida migrou para o Jiu-Jitsu. Começou a carreira no MMA em 2012, estreando no UFC no ano seguinte. 

Ela teve a chance de disputar o cinturão e após a derrota para a Joanna, se recuperou com um triunfo contundente sobre Gadelha (decisão unânime) e mira uma nova rival para, se vencer, tentar desafiar a nova campeã, Rose Namajunas. 

“Eu estou na melhor fase da minha vida profissional, tenho um total de 23 lutas na carreira, no UFC tenho 12 lutas e dentro da categoria dos palhas eu só perdi para a Joanna jedrzejczyk, que era a então campeã. Creio que o UFC me dê uma luta com a Karoline Kowalkiewicz, que é a única ranqueada que eu ainda não lutei. Acredito que após uma vitória contra a Karoline, o UFC me dê a chance de ser a nova desafiante do cinturão”, declarou.

Karolina é polonesa, possui um cartel de 10 vitórias e 2 derrotas, para a compatriota Joanna e Claudinha Gadelha. Ao mesmo tempo, caso não enfrente Karoline, ela vislumbra uma revanche com a ex-campeã. 

“Gostaria de enfrentar a Karoline Kowalkiewicz. Acredito que o UFC me dê a oportunidade de uma luta pelo cinturão vencendo uma possível luta contra a Karoline. Caso aconteça uma revanche contra a Joanna, acredito que hoje estou mais preparada, evolui em muitos aspectos. Seria uma grande luta”, disse.

Sobre a campeão Rose Namajunas, Bate-Estaca declarou que a luta seria parelha pois os jogos de ambas são parecidos.

“Gostaria de enfrentar a Karoline Kowalkiewicz. Acredito que o UFC me dê a oportunidade de uma luta pelo cinturão vencendo uma possível luta contra a Karoline. Caso aconteça uma revanche contra a Joanna, acredito que hoje estou mais preparada, evolui em muitos aspectos. Seria uma grande luta”, contou. 

Ela revelou também como são os treinos em Niterói, na academia PRVT. 

“Eu cheguei em Niterói em 2016, quando o mestre Paraná abriu um CT da PRVT, no bairro Santa Rosa. Hoje eu treino no centro de treinamento da PRVT que é uma escola de lutas completa, tenho o melhor time feminino de MMA do mundo comigo. Meu head coach, Mestre Paraná, está sempre presente em todos os treinos, acompanhando de perto todo mundo da equipe. Sou muito bem amparada por todo o staff que tenho na PRVT, tudo que preciso para desenvolver muito bem minha profissão”afirmou, completando, ao dizer se prefere treinar no Brasil ou nos Estados Unidos. 

“O clima do Brasil é excelente, temos um clima tropical que o atleta se adapta muito bem. Treinar em casa sempre é bom, estou perto da família, saio da academia e vou para casa descansar. Nos fins de semana, posso viajar, ver a família, então é muito bom treinar aqui no Brasil”, avaliou. 

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