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Final com portões fechados no Maracanã

Fluminense e Vasco não se entendem antes de decisão e Justiça proíbe torcida

Estádio Mário Filho, no Maracanâ, Rio de Janeiro

Gilvan Souza/Divulgação Flamengo

A partida deste domingo entre Vasco e Fluminense na final da Taça Guanabara, às 17h no Maracanã, será com os portões fechados. Uma decisão da Justiça motivada pela disputa entre os dois clubes sobre de que lado ficaria cada torcida acabou influenciando a decisão, principalmente após os climas se acirrarem entre as duas diretorias. A determinação foi da desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo. 

A Justiça arbitrou no caso depois que um encontro entre presidentes de Vasco e do Fluminense na sede da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), na tarde deste sábado (16), terminou sem acordo entre as partes. Os dois clubes querem ter o direito de ocupar o setor sul do estádio do Maracanã na partida deste domingo. 

O presidente do Fluminense, Pedro Abad, deixou a sede da Ferj muito irritado para se reunir com dirigentes do clube nas Laranjeiras a fim de tomar posição sobre o assunto. A diretoria havia conseguido uma liminar para ocupar o setor, mas o presidente cruz-maltino, Alexandre Campello, disse que não é possível seguir à risca a liminar conseguida pelo Flu porque um sorteio, realizado no início da semana, na Federação, determinou que o mandante da partida seria o vencedor da semifinal entre Vasco e Resende. 

O Vasco já vendeu mais de 20 mil ingressos do setor sul, enquanto o Fluminense esperava o final da reunião para saber se abriria a venda de ingressos para a sua torcida. Dirigentes tricolores cogitaram a possibilidade de transferir o jogo para o estádio Nilton Santos. A Justiça agora obriga a devolução dos valores aos torcedores que já compraram os ingressos. 

Diretoria vascaína tenta, através de uma liminar, reverter a decisão judicial. 

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