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Maricá capacita atendentes PCDs

Profissionais dos programas esportivos do município passam por curso para aprimorar os atendimentos à população

Capacitação do Esporte Presente e Maricá+Esporte levou dezenas de professores de volta à sala de aula para o curso

Katito Carvalho/Prefeitura de Maricá

Com o objetivo de capacitar seus profissionais dos programas Esporte Presente e Maricá+Esporte, a Secretaria de Esporte e Lazer promoveu no último sábado o curso de capacitação para aprimorar as práticas pedagógicas. A iniciativa visa atender melhor os alunos com deficiência. A palestra aconteceu no colégio HMS, no Centro e reuniu cerca de 70 profissionais da rede municipal.

O curso teve como participante a Bióloga, mestre em microbiologia e doutora em Biociências, Viviane Lione e a Licenciada em Educação Física e Técnica em Desporto, Elisângela Cordeiro, que abordaram como conteúdo a Lei Brasileira de Inclusão, conhecimento das síndromes, os transtornos do neurodesenvolvimento, a diferença de transtorno e dificuldade de aprendizagem, ente outros assuntos relacionados à temática.

“Estamos procurando fazer a capacitação dos nossos profissionais com o intuito de proporcionarmos um atendimento digno para essas pessoas”, afirmou o coordenador de Esportes, Carlos Wagner. “A Secretaria de Esporte e Lazer está propícia a oferecer isso aos profissionais a fim de termos essa qualidade nas nossas arenas, nos espaços onde estamos oferecendo as atividades físicas para a sociedade”, concluiu.

Para a palestrante Elisângela de Freitas, quanto mais cedo a criança for estimulada, é mais fácil de conseguir diminuir os atrasos. “Com o esporte trabalhamos a auto valorização e a auto estima dessa pessoa”, disse Elisângela, que é mãe de uma criança que apresenta a Síndrome de Charge.

Mãe de uma criança autista, a também palestrante Viviane Lione levou para o curso sua experiência do cotidiano e salientou a importância do papel do professor. “O que eu costumo falar aos meus alunos é que precisamos nos importar com o outro, independente da deficiência que ele tenha. O professor tem o papel de educar a criança, instruí-la e encaminhá-la para a vida”, frisou a bióloga, que também é professora do Curso de Mestrado em Diversidade e Inclusão da UFF e coordenadora do Grupo de Estudos em Transtorno do Espectro Autista (GETEA).

 
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