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Mundo do esporte se despede de Niki Lauda

Tricampeão mundial faleceu na noite desta segunda, aos 70 anos

Um dos principais nomes do automobilismo mundial, Niki Lauda, morreu aos 70 anos na noite desta segunda-feira

Divulgação/F1

Um dos grandes ídolos do automobilismo, Niki lauda, morreu na última segunda (20) e mobilizou o mundo do esporte com seu adeus. Dentre muitas manifestações pela partida do piloto tricampeão mundial da Fórmula 1, Lewis Hamilton, atual dono do título da categoria utilizou as redes sociais para lamentar a morte do austríaco.

“Meu amigo, estou sofrendo em acreditar que você se foi. Vou sentir saudades das nossas conversas, risadas e dos grandes abraços depois de vencer corridas juntos. Foi uma verdadeira honra trabalhar ao seu lado pelos últimos sete anos. Eu sequer estaria nesse time se não fosse por você. Que Deus recolha sua alma. Obrigado por ser uma luz tão forte em minha vida. Estarei sempre aqui pela sua família. Te amo, cara. Do seu amigo, para sempre, Lewis”, escreveu em um post com fotos dos dois.

Lauda assumiu em 2012 a direção não executiva da Mercedes. Foi o ex-piloto quem convenceu Hamilton a deixar a McLaren em 2014 para começar uma história super vitoriosa pouco depois. Mais próximos, os dois se tornaram ainda mais amigos e criaram uma relação de grande cumplicidade.

Ao site da Fórmula 1, Toto Wolff, diretor executivo e um dos proprietários da Mercedes, demonstrou seus sentimentos em relação à perda de um dos ídolos da modalidade.

Para ele, a equipe perde muito, principalmente por conta de sua luz e energia, garantindo que não há nenhum outro como ele.

“Nossa equipe Mercedes também perdeu uma luz. Como colega de equipe nos últimos seis anos e meio, Niki sempre foi honesta e totalmente leal. Foi um privilégio contar com ele na nossa equipe e testemunhar o quanto significava para ele ser parte do sucesso da equipe.Quando ele andava pelo chão em Brackley e Brixworth, ou fazia um de seus famosos discursos motivacionais, ele trouxe uma energia que ninguém mais poderia replicar. Niki, você é simplesmente insubstituível, nunca haverá outro como você”, lamentou.

Quem também prestou homenagem ao ex-piloto foi o presidente da Áustria Alexander van der Bellen. Ele disse que Lauda foi um grande amigo e que um grande esportista. Além disso, ele afirmou que vai sentir muitas saudades de Niki.

O austríaco Niki Lauda foi amigo do brasileiro Ayrton Senna, também tricampeão

Reprodução/instagram

Pilotos brasileiros prestam últimas homenagens

Emerson Fittipaldi foi mais uma das personalidades do automobilismo que lamentou a morte de Niki Lauda, aos 70 anos, na última segunda-feira. Nesta manhã, o brasileiro bicampeão da Fórmula 1 publicou uma mensagem nas suas redes sociais enaltecendo as qualidades do ex-piloto e chamando-o de gladiador.

“Querido Niki você tinha muito talento, duro nas disputas, mas sempre leal, você é super campeão, sua história inspirou minha família, meu filho Emmo, meus netos Pietro e Enzo. Cocê me inspirou quando, com tanta coragem e determinação, já voltou em Monza. Niki mais que Campeão você foi um GLADIADOR. Minhas sinceras condolências à toda sua família”, escreveu.

Outro brasileiro também se manifestou. Felipe Massa, vice-campeão mundial de Fórmula 1 em 2008 pela Ferrari, considera Niki Lauda uma grande inspiração na modalidade.

“Hoje um grande herói nos deixou! Niki você tem sido uma inspiração para todos nós! Nós vamos sentir sua falta e nunca esquecer o que você fez para o esporte! Minhas condolências à família e amigos de Niki”, escreveu.

Na noite de segunda-feira, pouco depois do anúncio da morte, o brasileiro Rubens Barrichello postou uma imagem sua ao lado do ex-piloto com a legenda “RIP meu amigo Niki Lauda”.

Um dos principais nomes do automobilismo mundial, Niki Lauda morreu aos 70 anos na noite desta segunda-feira, em Viena, na Áustria. O tricampeão da Fórmula 1, nos anos de 1975, 1977 e 1984, e atual presidente não executivo da Mercedes, não resistiu à piora no estado de saúde.

O piloto austríaco realizou um transplante de pulmão em agosto do ano passado e recebeu alta após dois meses internado. Desde então, passou a apresentar uma aparência muito debilitada. 

No início deste ano, por conta de uma forte gripe, voltou ao hospital, onde permaneceu por dez dias. As primeiras informações apontam que ele teve falência renal. 

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