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Natação: Brasil bate recordes no Pan

Além do ouro no revezamento, a natação conquistou outras três medalhas no Campeonato Pan-Pacífico, em Tóquio

Seleção brasileira considerou a competição como uma das mais importantes do calendário. Agora é focar nas Olimpíadas

CBDA/Divulgação

Considerado o principal objetivo na temporada, o Campeonato Pan-Pacífico, realizado em Tóquio, terminou com ótima participação da delegação brasileira. Encerrada na última segunda-feira com o bronze conquistado por Ana Marcela na Maratona Aquática, a campanha culminou em um recorde de finais e, ao todo, cinco medalhas. As outras quatro foram nas provas de natação.

O principal resultado do Brasil veio no revezamento 4x100m livre masculino. Depois da medalha de prata no Mundial de Budapeste, o quarteto, que contou com as entradas Marco Antonio Ferreira Júnior e Pedro Spajari, consolidou o bom rendimento com a conquista da medalha de ouro, muito comemorada também pelos dirigentes.

“Ganhamos o inédito ouro do 4×100 e ele veio com o melhor tempo do mundo em 2018. Os outros revezamentos também mostraram renovação e força, obtendo tempos melhores que nas olimpíadas do Rio 2016”, disse o presidente Miguel Cagnoni, que esteve no Japão acompanhando a equipe.

Além do ouro no revezamento, a Natação conquistou outras três medalhas: Leonardo de Deus, prata nos 200m borboleta, João Gomes Júnior, bronze nos 100m peito, e Vinicius Lanza, bronze nos 100m borboleta. Fora das piscinas, o desempenho brasileiro também foi comemorado. No mar, Ana Marcela Cunha fez história ao conquistar o bronze, que significou primeira medalha da história do Brasil em Maratonas Aquáticas em Pan-Pacíficos.

“Tivemos toda a receptividade dos japoneses e das equipes do COB que estão em Sagamihara. Conversando com os atletas e com a comissão técnica, sentimos como todos estavam felizes de estarem lá. Essa estrutura oferecida foi fundamental para que tivéssemos estas medalhas e tempos que conquistamos no Pan-Pacífico. Tudo isso é fruto de uma parceria que pode render muito ao Brasil”, explicou o dirigente.

“Foi muito importante realizar tudo isso na cidade que será sede das Olimpíadas de 2020, que é o nosso foco total neste momento. Construímos relacionamentos com o Japão, encontramos caminhos, criamos uma cultura de união. Agora é acertar detalhes e continuar evoluindo para chegarmos em 2020 prontos”, finalizou.

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