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Tricolor espera recesso para ‘ter time’

Técnico Fernando Diniz tem convivido com lesões de diversos jogadores considerados imprescindíveis

O empate sem gols com o Flamengo, no domingo, pode ser considerado um bom resultado para o Fluminense, pois o Tricolor entrou em campo muito desfalcado. A lista de ausência é gigantesca e gera grande preocupação na comissão técnica. Principalmente por que o técnico Fernando Diniz sabe que só poderá contar com a maior parte do seu plantel em julho, quando a competição retoma depois da paralisação para a disputa da Copa América.

Antes desta parada o Fluminense ainda faz mais um jogo, pela nona rodada, visitando a Chapeocoense na Arena Condá, em Chapecó (SC). É importante um triunfo pois, com sete pontos, o time flerta com a zona de rebaixamento. Para este compromisso Fernando Diniz terá à disposição o zagueiro Nino e o volante Aírton, ambos que cumpriram suspensão contra o Flamengo. Mas a lista de problemas continua sendo grande.

O goleiro Rodolfo e o lateral-direito Gilberto, ambos com dores no joelho direito, serão avaliados, porém, com poucas chances de jogarem. Seguem entregues ao departamento médico os zagueiros Léo Santos, se recuperando de uma cirurgia no joelho esquerdo, Digão, que sofreu uma fratura na tíbia da perna esquerda, e Matheus Ferraz, sofrendo por conta de uma entorse no joelho direito; o volante Bruno Silva, que se submeteu a uma artroscopia no joelho esquerdo, e o atacante Yony González, que se recupera de um estiramento na coxa direita. 

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