Assine o fluminense

Williams apresenta seu novo carro para a temporada da F-1

Escuderia britânica mostrou veículo construído sob a tutela do diretor Paddy Lowe

Nesta quinta-feira (15), a Williams anunciou o seu carro para a temporada de 2018 da Fórmula 1. O veículo que será pilotado por Lance Stroll e Sergey Sirotkin, mantém o mesmo estilo de pintura em relação às últimas temporadas e a grande novidade foi o halo, item que virou obrigatório na modalidade.

Este foi o primeiro carro desenvolvido sobre a tutela do diretor técnico Paddy Lowe. O engenheiro britânico foi contratado na última temporada após se destacar na Mercedes, campeã das últimas quatro temporadas da F1.

Robert Kubica, que foi contratado para ser o piloto de desenvolvimento da escuderia de Grove, comentou o novo carro. O polonês também é o reserva imediato na temporada de 2018.

“Estamos em busca do sucesso. O time está trabalhando duro no novo projeto, todos se dedicaram bastante nos últimos tempos para deixar o carro o mais competitivo possível. Temos que esperar, mas estou empolgado. Será um novo desafio”. 

Halo – A instalação do halo, dispositivo de segurança que se tornou obrigatório na Fórmula 1, não tem sido tão fácil como parece. As construtoras têm investido uma grande quantidade de tempo e dinheiro para alcançarem os resultados exigidos pelos testes. A McLaren é uma delas, tendo inclusive de alterar algumas partes do carro produzido para 2018 exclusivamente para poder encaixar a proteção no cockpit.

“Foi um grande desafio. As cargas são muito, muito altas. Nós sempre soubemos que seria um desafio e investimos algum tempo e dinheiro para uma série de testes. Nós construímos várias peças, como manequins de halos, partes de halos, halos completos, e a partir daí fomos testando como todos estes sistemas se comportariam. Encontramos alguns problemas, mas planejamos o suficiente para reagir a eles no desenvolvimento do chassi”, revelou Matt Morris, chefe de engenharia da escuderia britânica, em entrevista ao site Autosport.

Os testes realizados pela FIA (Federação Internacional do Automóvel) são constituídos por simulações de acidentes, que geram impactos verticais nos halos. Não atoa são encarados como “assustadores” por Morris, que afirma que os testes são “de parar o coração”. De acordo com James Allison, a proteção dos carros da Fórmula 1 deve aguentar o equivalente ao peso de um ônibus londrino de dois andares.

Faça seu login ou cadastre-se para enviar seus comentários

Comentários

Scroll To Top