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Feirão da Caixa movimenta R$ 10,2 bi

Primeiro final de semana contou com mais de 190 mil participantes, em todo o País, interessados em adquirir uma casa própria

O primeiro final de semana do Feirão Caixa da Casa Própria movimentou cerca de R$ 10,2 bilhões. Entre os dias 26 e 28, mais de 191 mil visitantes estiveram no evento e 51,4 mil negócios foram encaminhados. O feirão ocorreu nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Belém (PA), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Uberlândia (MG). 

O evento volta a ocorrer entre 23 e 25 de junho, em Brasília (DF), Fortaleza (CE) e Curitiba (PR). Nas 14 cidades onde é realizado, o feirão reúne 3 mil empregados do banco, 261 correspondentes Caixa Aqui, 548 construtoras e 185 imobiliárias. São oferecidos mais de 228 mil imóveis, entre novos e usados e estão disponíveis todas as modalidades de crédito operadas pela Caixa.

O Feirão Caixa concentra todas as etapas do processo de aquisição da casa própria em um só lugar. Lá, o cliente escolhe um dos vários imóveis ofertados e já inicia o processo de financiamento, com avaliação e aprovação do crédito no mesmo local. Para solicitar crédito para aquisição da casa própria durante o Feirão Caixa, os interessados devem levar documento de identidade, CPF e comprovantes de renda e residência atualizados. A aprovação do crédito é baseada nas informações do perfil do cliente, como renda, capacidade de pagamento e ausência de restrições cadastrais.

No site do evento, os interessados em adquirir um imóvel podem fazer simulações e acessar informações sobre o uso do FGTS no financiamento imobiliário, a documentação necessária e as datas e horários em que o evento ocorrerá em sua cidade.

Vendas – O varejo do material de construção registrou alta nas vendas de 6% de janeiro a maio, segundo balanço divulgado hoje (2) pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Em maio, o crescimento foi 5% em comparação com o mês anterior.

Apesar da melhora, o setor ainda registra  -6% no acumulado dos últimos 12 meses. “Quando você tem dois anos de retração econômica, qualquer recuperação precisa ser muito estudada e comemorada, e temos dado sinais que nos deixam muito otimistas”, disse o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, a respeito do desempenho das lojas do ramo.

A recuperação do setor foi influenciada, segundo Conz, pela liberação das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. “Segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] e a Pesquisa Mensal do Comércio, dos R$ 5,5 bilhões liberados em março, mais de R$ 594 milhões (cerca de 22,4% do total) foram gastos no nosso setor e isso teve uma influência muito positiva nas nossas vendas”.

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