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Acusado de clonar cartões e carros é preso em Camboinhas

Segundo a polícia, homem conhecido como Gordo levava uma vida de alto luxo no bairro da Região Oceânica

Pablo é acusado de integrar uma quadrilha que lucra R$ 1 milhão por mês

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem acusado de estelionato foi preso na tarde da última quarta-feira em uma mansão de luxo em Camboinhas, Região Oceânica de Niterói. Pablo Pinheiro Machado Dias, conhecido como Gordo, é apontado pela polícia como líder de uma quadrilha que clona cartões de crédito e carros roubados.

Segundo a polícia, o acusado já havia sido preso anteriormente oito vezes pelos crimes de estelionato e de roubo. A última prisão havia ocorrido em junho passado. Desta vez, ele acabou detido, em flagrante, por posse de munição e acessório de arma de fogo de uso restrito, além de receptação de veículo produto de crime. 

A operação que resultou na prisão foi realizada pela Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) da Secretaria de Estado de Segurança, em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio.

De acordo com a Secretaria de Segurança, na casa onde Pablo foi preso foi apreendido um HR-V clonado. Na residência também foram apreendidas nove máquinas caça-níqueis. 

Segundo a polícia, o acusado levava uma vida de alto padrão, morando em condomínio de luxo na Região Oceânica que seria sustentada com uso de cartões clonados. O lucro da quadrilha, ainda segundo a polícia, ultrapassa R$ 1 milhão por mês. Outros suspeitos de integrar o bando estão sendo investigados.

Memória – De acordo com a polícia, a última prisão de Pablo foi em junho deste ano, em Maricá, quando ele estaria tentando aplicar um golpe em um depósito de bebidas. O acusado,segundo a polícia, teria tentado comprar mais de 200 maletas de cerveja com um cartão clonado. Na ocasião, o proprietário do estabelecimento, que era policial militar lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), teria desconfiado e se negado a receber o cartão. Ainda segundo a polícia, Pablo ainda teria dito que pagaria parte em dinheiro e teria mostrado uma réplica de fuzil para intimidar o comerciante, que lhe deu voz de prisão.

O acusado foi levado para a 82ª DP (Maricá), onde foi autuado pelo crime de falsa identidade e estelionato, no entanto, acabou respondendo pelo crime em liberdade. Dois dias antes, também segundo a polícia, Pablo já teria tentado aplicar o mesmo golpe em um depósito de bebidas em Icaraí, no valor de R$ 10 mil. No entanto, o chip do artão apresentou problemas e o negócio não foi efetuado. 

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