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DH promete retomar investigações paradas

Unidade receberá em breve dez novos profissionais, entre agentes e delegados

O recém-inaugurado Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), criado para substituir a Divisão de Homicídios (DH), terá como foco principal a elucidação de assassinatos que estão com as investigações paradas no Rio. Para dar conta de toda a demanda, a unidade receberá em breve dez novos profissionais, entre agentes e delegados.

O diretor do DGHPP, delegado Antônio Ricardo Lima Nunes, explica que a unidade vai retomar todas as investigações sem solução que ocorreram nos últimos 20 anos - tempo de prescrição do crime de homicídio. Segundo ele, todos os tipos de morte serão tratados da mesma forma.

“Se foi milícia, contravenção, tráfico ou qualquer outra organização criminosa, nós vamos chegar. A gente vai fazer de tudo para a investigação andar. Melhorando o número de resolução dos casos, nós vamos começar a atacar as organizações criminosas, que são os principais fatores de homicídio no Rio de Janeiro”, afirma o delegado.

Embora o foco seja as organizações criminosas, o grupo também dará atenção às outras modalidades de homicídio, como latrocínio e feminicídio. 

Atuação – A equipe do DGHPP fará um balanço de assassinatos não solucionados para identificar a taxa de elucidação de crimes da DH, que cuidava desses casos. 
Além dos dez novos profissionais, a DGHPP receberá em breve novos agentes recém-formados, que aguardam serem alocados. Segundo o delegado Nunes, duas novas delegacias de homicídio também serão abertas: uma em Volta Redonda, interior do Rio, e a outra em Macaé, na Região dos Lagos.
A Baixada Fluminense também tem a previsão de receber uma Delegacia de Descoberta de Paradeiro. 

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