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PM é morto durante assalto a comércio no Barro Vermelho

Com mais este caso, já são 122 policiais militares assassinados no Estado do Rio, apenas neste ano

Crime chocou moradores do bairro, que lamentaram a morte do policial reformado, muito querido na região

Foto: Douglas Macedo

Um policial militar reformado de 66 anos foi morto a tiros na tarde desta sexta-feira (24), por volta das 15 horas, ao sofrer um assalto contra seu estabelecimento comercial no Barro Vermelho, em São Gonçalo. Segundo informações da PM, o subtenente Wilson Mendes, de 66 anos, estava em seu estabelecimento quando foi abordado por dois criminosos armados que saltaram de um carro. Testemunhas disseram que o policial reagiu ao assalto. A arma do policial, um revólver calibre 38, estava com três munições deflagradas. 

Agentes da Delegacia de Homicídios (DH) de Niterói, que assumiu o caso, estiveram no local em busca de evidências que levem aos autores do crime. Em nota, a PM informou que o policial reformado serviu à corporação durante 26 anos. Wilson era casado e deixou dois filhos adultos. 

No local, vizinhos estavam muito abalados com o acontecido. 

“Ele tinha esse comércio há muitos anos. Uma pessoa muito boa e muito querida de todos. Infelizmente essa violência levou nosso amigo embora”, desabafou um vizinho da vítima. 

Outro PM morto – Nesta sexta-feira o soldado Célio Venerando Correia Júnior, lotado no 20º BPM (Mesquita), foi baleado quando passava pela Av. Presidente Roosevelt, em Saracuruna. De acordo com a Polícia Militar, o soldado, que estava de folga, trafegava pela via na companhia de um amigo quando um carro parou ao lado do veículo em que ele estava e seus ocupantes efetuaram diversos disparos. O militar morreu na hora, o outro ocupante foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes. Até o fechamento desta edição, não havia informações sobre o estado de saúde dele. 

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso. O soldado PM Célio Venerando Correia Júnior tinha 32 anos de idade e estava na PMERJ há pouco mais de quatro. Ele era casado e deixou um filho de 10 anos. Com estes dois casos, já são 122 policiais militares assassinados no Rio neste ano. 

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