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Polícia faz maior apreensão de armas e drogas do ano

Governador Wilson Witzel destacou o trabalho de investigação da polícia

Divulgação/Palácio Guanabara

O governador Wilson Witzel destacou, nesta quinta-feira (18), o trabalho integrado entre as polícias Civil e Militar durante a operação conjunta no Complexo da Maré, que resultou na maior apreensão de armas e drogas do ano. A investigação teve início na Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e contou também com informações dos setores de inteligência da Polícia Militar.

Uma coletiva de imprensa foi realizada no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, onde parte dos materiais foi apresentada. Ao todo, 30 armas foram apreendidas, entre elas 23 fuzis, 2 metralhadoras e 8,5 toneladas de drogas - 175 quilos somente de pasta base para produção de cocaína em laboratório, além de maconha e cocaína.

“Quero, em nome do povo do Estado do Rio de Janeiro, parabenizar o excepcional trabalho realizado pela Polícia Judiciária. Foi fruto não só do trabalho de investigação que se iniciou na delegacia responsável por investigar o tráfico de armas, mas também da integração com a Polícia Militar”, disse o governador.

A operação no Complexo da Maré teve o apoio da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Equipes do Comando de Operações Especiais da Secretaria de Polícia Militar também atuaram na ação, na Nova Holanda, com o Batalhão de Ações com Cães (BAC), o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o o Grupamento Aeromóvel (GAM). Cinco pessoas foram presas, entre elas, Adriano Cruz de Oliveira, conhecido como Adriano Gordinho, apontado pela polícia como segundo homem na hierarquia do tráfico de drogas na comunidade Parque União.

 Segundo o secretário de Polícia Civil, Marcus Vinícius Braga, a operação foi planejada há 15 dias e, durante o período, reuniões diárias foram feitas entre as áreas de inteligência das duas polícias.

“A decisão da operação foi tomada em conjunto entre os setores de inteligência das polícias e da investigação da Desarme. Estas são comunidades onde o crime organizado se esconde e pratica muitos roubos de cargas e de veículos” afirmou Marcus Vinícius.

Para o secretário de Polícia Militar, a operação na Maré é exemplo de como o trabalho integrado vem dando resultado.
“A resposta é seguinte: não há territórios que a segurança pública do Rio de Janeiro não entre. E continuaremos com o nosso trabalho, de forma integrada”, complementou o coronel Rogério Figueredo.

 
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