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Bolsonaro antecipa retorno ao Brasil para trabalhar por reforma

Presidente tem encontros agendados com parlamentares na quinta-feira

O presidente Jair Bolsonaro antecipou o retorno de sua viagem a Israel e deve chegar ao Brasil duas horas mais cedo. O desembarque em Brasília deve acontecer por volta das 18h40 desta quarta-feira (03).

De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, a visita de Bolsonaro à comunidade brasileira na cidade de Raanana, que estava prevista para esta segunda de manhã, foi modificada. O encontro com os brasileiros aconteceu ontem, em Jerusalém.

“Por questões logísticas estamos trazendo cerca de 25 brasileiros que moram naquela comunidade com a finalidade do presidente estreitar os laços e ao mesmo tempo antecipar nosso retorno amanhã (hoje)  visto que no dia seguinte ele tem agendado uma série de encontros com parlamentares visando nosso objetivo principal, que é o andamento mais célere da reforma da Previdência”, explicou.

Bolsonaro confirmou que deve se reunir com líderes partidários na quinta-feira, após seu retorno de Israel, com o objetivo de convencê-los sobre a necessidade das mudanças nas regras de aposentadoria. A expectativa do presidente é que a reforma seja votada no plenário da Câmara até junho.

Museu do Holocausto - Em Israel, o presidente tomou café da manhã ontem com investidores e dirigentes de empresas israelenses e israelo-brasileiras e participou da cerimônia de abertura do encontro empresarial Brasil-Israel. 

Depois, Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitaram uma exposição de produtos de empresas de inovação.

Bolsonaro visitou a exposição “Flashes of Memory - Fotografia durante o Holocausto”, no Yad Vashem, Centro Mundial de Memória do Holocausto, e participou do plantio de muda de oliveira no Bosque das Nações. 

Quarta-feira (03/04) - Após a visita ao Museu do Holocausto, o presidente foi questionado por jornalista se concordava com a tese do chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, que afirmou que o nazismo alemão foi um movimento de esquerda. Bolsonaro endossou a posição de seu ministro, dizendo "sem dúvida. É o Partido Nacional Socialista da Alemanha”, disse o presidente. 

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