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Justiça define futuro de Rodrigo Neves

Prefeito afastado do cargo desde dezembro, foi preso em um desdobramento da Operação Lava Jato

O auditório do 3º Grupo de Câmaras Criminais, que apreciará nesta terça-feira (12) a aceitação da denúncia de Rodrigo Neves (PDT) e o pedido de agravo regimental feito pela defesa, já começa a ser movimentado.  

Neves foi preso no último dia 10 de dezembro, na Operação Alameda, desdobramento da Lava Jato no Rio, suspeito de integrar um esquema que teria desviado cerca de R$ 10 milhões dos cofres públicos. 

Entre os presentes, estão Técio Lins e Silva, que comanda a defesa de Rodrigo Neves; Paulo Ramalho, que responde pela defesa de Domício Mascarenhas, apontado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro como suposto operador financeiro de Neves no município; e Fernanda Sixel, esposa do prefeito suspenso de Niterói. 

A reportagem de O FLUMINENSE tentou conversar com Fernanda Sixel e Técio Lins e Silva, mas os dois afirmaram que só irão se declarar após a reunião do Grupo de Câmaras Criminais. 

 

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