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Regularização fundiária: mais de 870 títulos são entregues

Foram contempladas comunidades no Rio de Janeiro, Caxias e Niterói

Wilson Witzel participou da entrega de 871 títulos de regularização fundiária

Divulgação/Palácio Guanabara

O governador Wilson Witzel participou, nesta segunda-feira (10), da entrega de 871 títulos de regularização fundiária de interesse social a famílias de três comunidades do Estado do Rio de Janeiro, no Palácio Guanabara. No encontro, Witzel afirmou que a meta do governo é conceder um milhão de títulos de moradia nos próximos anos.

“Temos um compromisso ousado. Nós queremos chegar a um milhão de documentos entregues. Foi o poder público que permitiu que isso acontecesse. Se tivéssemos loteamentos para as pessoas construírem suas casas, opções de financiamento acessíveis, entre outras ações, isso não teria ocorrido”, disse o governador.

O Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (Iterj)  – vinculado à Secretaria do Ambiente e Sustentabilidade – contemplou as comunidades Vivendas do Paraíso, em Santa Cruz; Vila Getúlio Cabral, em Duque de Caxias; e Preventório, em Niterói. 

“Viabilizar moradia também é avançar na agenda de sustentabilidade. Este direito traz dignidade e avanço social. Estes títulos representam uma intervenção do Governo do Estado nestas comunidades, que estavam abandonadas”, afirmou a secretária do Ambiente e Sustentabilidade, Ana Lúcia Santoro.

De acordo com a presidente do Iterj, Cláudia Franco, alguns títulos entregues estavam ‘engavetados’ há aproximadamente quatro anos.

“A moradia com endereço regular é a porta de entrada para a cidadania. A titulação representa a presença do Estado na vida destas pessoas, algo essencial para a manutenção e a execução da dignidade da pessoa humana”, ressaltou. 

Para Jeorgina dos Santos, de 55 anos, a entrega é a realização de um sonho.

“Criei meus três filhos neste terreno, onde construí uma casa. Eles não moram mais comigo e  agora ficamos somente eu e meu marido. Estamos muito felizes. Havia sempre o medo de perdermos nossa casa por falta de documentação. Agora, podemos ter uma velhice um pouco mais tranquila”, contou a dona de casa.

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