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STF volta a negar pedido de liberdade de Pezão

Ex-governador foi preso no dia 29 de novembro, na Operação Boca de Lobo

Luiz Fernando Pezão foi preso em pleno exercício do cargo a pedido do MPF

Divulgação

Em prisão preventiva desde 29 de novembro, Luiz Fernando Pezão continuará na cadeia. Na tarde desta quarta-feira (13), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF),  mais uma vez não concedeu a liberdade pra Luiz Fernando Pezão, alvo da Operação Boca de Lobo, uma das fases da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Em dezembro, o mesmo ministro já havia negado uma liminar (decisão provisória) para soltar o ex-governador do Rio de Janeiro. Novamente ele manteve a sua posição ao analisar o mérito do habeas corpus de Pezão.

Para o ministro, com o término do mandato, no fim do ano passado, e o posterior recebimento da denúncia contra Pezão, pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato na primeira instância do Rio, a competência para julgar uma eventual soltura do político cabe ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).

Preso em pleno exercício do cargo a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e com a autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Pezão, até então tinha foro privilegiado. Segundo a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a medida foi necessária para que fosse interrompida a prática criminosa.

Os advogados dele continuam com a narrativa  que a prisão preventiva não é legal e que o político sempre esteve à disposição das autoridades para prestar qualquer esclarecimento.

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