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Tempo de festejar

Quinhentos domingos de muita informação, quinhentos domingos de comportamento e estilo de vida. Chegar a esse número merece uma comemoração em grande estilo

A niteroiense Baby do Brasil escolheu as páginas de O FLU Revista para falar sobre suas raízes na cidade e a nova fase na carreira

Foto: Divulgação/Salvador Cordaro

Uma trajetória de sucesso deve ser celebrada, ainda mais quando essa caminhada deixa algo de bom na vida das pessoas. Imagina só poder se orgulhar de nada menos que 500 domingos levando beleza, informação e entretenimento de qualidade para toda uma região. Pois é, amigo leitor, o tempo voa, e lá se vão 13 anos dessa nossa bonita relação, que informa, mas também lança um olhar cheio de charme sobre o mundo que nos cerca. E é sobre ela que vamos falar. 

Foi em junho de 2005 que a primeira edição de O FLU Revista chegou às bancas. A primeira daquela que viria a ser a mais importante publicação sobre comportamento e estilo de vida de Niterói e região já lançada. Foi um início falando do início. Mostrando sua vocação para registrar a cultura local. Logo de cara, a primeira matéria a estampar a capa da publicação que nascia falava sobre os imigrantes que vieram para a cidade buscando oportunidades e que acabaram se tornando parte fundamental do desenvolvimento econômico e social do município. De lá pra cá, talentos não só da região, mas também do Brasil e do mundo, mostraram seus trabalhos e pontos de vistas nas entrevistas e matérias de O FLU Revista. Sejam empreendedores, artistas, políticos, intelectuais, atletas, socialites ou celebridades, gente interessante não faltou.

A fantástica e merecida ascensão profissional do ator humorista Paulo Gustavo, por exemplo, ocorreu na mesma época em que O FLU Revista passou a circular nas bancas e, por isso, algumas vezes o talentoso niteroiense apareceu nas capas da publicação comentando seus projetos. Para quem acredita em conjunções astrológicas, nesse momento em que chegamos a uma publicação icônica, é também a mesma época em que o ator se consagra como uma estrela da maior grandeza junto ao público brasileiro.

“Que bacana ver um jornal, mesmo na era da internet, ainda vivo e cheio de fôlego, trazendo tantas informações importantes para nós. Muito obrigado pelas matérias que vocês fizeram ao longo de todos esses anos e que muito me alegraram quando também fui personagem delas. Vida longa para o jornal O FLUMINENSE e, da mesma forma, para O FLU Revista”, comenta Paulo Gustavo sobre a edição especial.

Hoje uma top model internacional, Vitória Maria de Moura Mello debutou em um editorial da revista

Foto: Divulgação

Antenada a tudo que permite a seus leitores terem uma melhor representação de si, assuntos como moda, beleza e qualidade de vida sempre fizeram parte do universo retratado pela revista.

Aproximando especialistas a seu público, a publicação também revelou talentos nesse segmento. Quando foi convidada para participar de um editorial de moda em O FLU Revista, a modelo Vitória Maria de Moura Mello, de 19 anos, estava iniciando a carreira profissional. Um trabalho fundamental segundo a bela jovem niteroiense, que atualmente é representada por duas agências, uma no Rio de Janeiro e outra na Espanha, e já desfruta de uma carreira de sucesso. 

“Na época, estava começando todo esse processo para ser uma modelo em um curso em Niterói, o School Models, aprendendo ainda como me portar, vestir, maquiar, desfilar, fotografar, enfim, mal sabia me expressar na frente de uma câmera. Hoje, já estou na minha segunda temporada internacional na China e já tenho previsão para outros países”, lembra Vitória.

Das páginas de O FLU Revista para o mundo, a modelo afirma que sua passagem pela publicação a ajudou a superar suas próprias limitações, abrindo caminho e a preparando para tudo que sua carreira poderia oferecer.

“Quando as fotos foram publicadas, muitas pessoas vieram comentar que não acreditaram que aquela era eu. Sempre fui muito tímida, tive que me esforçar muito, mas esse editorial me ajudou a me soltar. Graças a isso, hoje, meu trabalho tem me proporcionado muitas coisas. Nunca poderia imaginar que aquela menina envergonhada, que só falava português e que nunca tinha usado salto antes, estaria hoje fazendo as semanas de moda internacional. Por isso, desejo um abraço e muito sucesso a todos dessa revista”, declara a modelo. 

A trajetória de O FLU Revista coincide com a carreira de sucesso do niteroiense Paulo Gustavo, rendendo boas matérias

Foto: Divulgação/Fábio Bartelt

Assim como Vitória, boa parte dos talentos de Niterói que ajudaram a escrever a história da cultura e da arte brasileira, nas mais diversas áreas, foram prestigiados por seus trabalhos na revista. Na música, por exemplo, nomes como o do maestro Sérgio Mendes e do guitarrista Heitor Pereira, que chegou a tocar até com a banda inglesa Simple Red, passaram pela publicação. Mas uma capa de tirar o fôlego aconteceu em julho de 2016, quando a cantora niteroiense Baby do Brasil estava retomando sua carreira junto ao grande público, após anos se dedicando apenas ao segmento gospel. Convidada por O FLU Revista para um bate-papo, a estrela abriu o coração sobre suas raízes na cidade e sobre toda sua trajetória de sucesso.  

“Quero dar os parabéns e agradecer ao jornal O FLUMINENSE pela honra de ter sido capa de uma das suas edições em sua revista dominical que chega agora à marca de 500 edições. Que a cada mês vocês conquistem mais e mais e que Deus os abençoe com sabedoria, cultura, conteúdo, qualidade e muita arte, para que possamos cada vez mais nos orgulhar da nossa linda terra, Niterói”, declarou Baby do Brasil, novamente convidada a falar para O FLU Revista.

Se com 13 anos podemos comemorar o auge da juventude, vale lembrar que todas as gerações foram celebradas e tiveram espaço na trajetória de O FLU Revista: gravidez, criação dos filhos, educação, comportamento do estudante, namoros, casamentos, até chegar à terceira idade.

Os assuntos relacionados à qualidade de vida rechearam grande parte da publicação desde o início. Tanto que a revista de número dois já trazia o tema como matéria de capa. O corpo, sempre em evidência, rendeu matérias sobre assuntos diversos, como padrões, exercícios, dietas, e, principalmente, a saúde, fosse do homem, da mulher, da criança, do idoso e até dos pets, que, aliás, foram ganhando cada vez mais espaço na publicação.

Motivo de orgulho, os esportes e seus atletas que foram e ainda são destaque na região também foram prestigiados. Assim como os points, praias, locais mais badalados, roteiros turísticos, gastronômicos, históricos da cidade. Também não faltou um papo sobre sustentabilidade, meio ambiente, arquitetura, decoração e as tendências do mercado imobiliário.

De volta à Viradouro, o carnavalesco Paulo Barros lembra de quando foi capa da publicação. O motivo era a comemoração de sua chegada à agremiação vermelho e branca

Foto: Lucas Benevides

Os leitores também puderam estar atualizados com a vida cultural da cidade e os movimentos artísticos, presença constante nesses 13 anos da revista, com destaque para o samba da região e toda sua cadeia produtiva, seus apreciadores, sua história e sua comunidade. Tanto que, em fevereiro de 2007, na publicação de número 21, o carnavalesco Paulo Barros assumia pela primeira vez o desfile da Unidos do Viradouro e estampava a capa de O FLU Revista prometendo revolucionar a escola. Agora, em 2019, ele retorna à vermelho e branca querendo transformar tudo de novo e também às páginas da dominical para comemorar o marco de número 500.

“Sei o quanto é difícil produzir uma publicação de qualidade, principalmente em tempos de crise econômica. Por isso, é pra se comemorar, e muito, a 500ª edição de O FLU Revista. Tenho muito orgulho de ter sido destaque em uma entrevista quando estreei na Unidos do Viradouro no Carnaval de 2007. Vida longa à revista!”, exclama o carnavalesco da Unidos do Viradouro.

Entre anônimos e famosos, de todo legado das 500 edições publicadas, os leitores de O FLU são, sem dúvida, o mais importante, uma vez que nada do que foi produzido faria sentido se não encontrasse repercussão e acolhimento. Apoiando ou discordando, protagonizando, sugerindo ou apenas se emocionando com nossas histórias, são pessoas como Cristina Fuscaldo, artesã (60), que trouxeram O FLU Revista tão longe.

Leitora assídua, a artesã Cristina Fuscaldo enxerga a publicação como um retrato da cultura local

Foto: Lucas Benevides

“Domingo de manhã, geralmente saio para fazer uma caminhada e, na volta, trago o jornal com a revista. Sento na sala e começo minha leitura principalmente por causa das coisas que estão diretamente relacionadas com Niterói. Considero muito importante saber as histórias e fatos que acontecem em nossa cidade. Assuntos variados a gente encontra em qualquer revista, mas só em O FLU a gente fica sabendo do comportamento das pessoas daqui”, ressalta Fuscaldo.

Para acompanhar o mundo cada vez mais dinâmico, a publicação passou por muitas mudanças, ainda que na essência tenha permanecido a mesma. A verdade é que a publicação nunca se limitou a abordar apenas assuntos leves e corriqueiros, abrindo espaço para polêmica quando necessário. Temas que foram e ainda são motivos de preconceitos e tabus também foram debatidos, sempre com responsabilidade.

“São assuntos que fazem a gente se entender, se identificar e gostar ainda mais da nossa cidade. A gente se orgulha de Niterói e torce por ela. Fico sempre muito satisfeita com o conteúdo que a revista oferece. Uma leitura dinâmica sem ser superficial, perfeita para os dias de hoje, cheios de correria. Com toda sinceridade, acho tudo muito acertado, não mudaria O FLU Revista em nada”, conclui Cristina. 

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