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Qui, Ago

Já são mais de 5,5 mil casos confirmados da covid-19 - Foto: Maurício Bazílio/ GOV RJ

Após mais uma atualização da Secretaria de Estado de Saúde, foi registrado que o Rio de Janeiro contabilizou mais 29 mortes em decorrência do coronavírus nesta quarta-feira (21). Com isso, chega a 490 o número de vítimas desde o início da pandemia, enquanto outras 151 mortes estão em investigação. Até este último boletim, o número de casos da covid-19 no Rio de Janeiro chegou a 5.552, 246 pacientes a mais do que o número registrado na terça-feira, que era de 5.306.

Epicentro da pandemia no estado, a capital fluminense registrou 20 mortes nesta atualização. A Secretaria de Estado de Saúde, no entanto, não divulgou o perfil das vítimas. A cidade do Rio chegou a um total de 303 casos fatais.

A cidade de Niterói, quarta com mais óbitos,  mais uma vez não registrou vítimas da covid-19 no boletim atualizado. As mortes no município chegam a 16 no total.

Dessa vez, três cidades do estado apresentaram mais de um óbito. Os municípios de Duque de Caxias, Tanguá e Queimados contabilizaram mais dois casos fatais por covid-19 cada.

No boletim estadual, a cidade de São Gonçalo soma nove mortes. No entanto, a Prefeitura Municipal divulgou uma atualização nesta quarta onde e esse número já chega a doze. A nova  vítima foi um homem, de 77 anos, morador de Santa Isabel. O paciente estava internado em uma unidade particular da cidade

 De acordo com a prefeitura, nesta atualização a cidade soma ao todo 2373 casos suspeitos, 155 confirmados, 353 descartados e 12 óbitos. O bairro Bom Retiro registrou o primeiro caso confirmado de Covid-19 nesta quarta-feira.

Das 29 mortes, 20 ocorreram na cidade do Rio; 2 em Duque de Caxias, 2 em Queimados; 2 em Tanguá; Uma Nova Iguaçu; uma em Petrópolis; uma em Macaé e uma em Iguaba Grande. Algumas dessas mortes já haviam sido divulgadas pelos municípios, mas só entraram no boletim estadual nesta quinta, devido ao trâmite de notificação às autoridades.

A maioria desses casos está concentrado na cidade do Rio de Janeiro (3.656), Niterói (239), Nova Iguaçu (224), Volta Redonda (174) e Duque de Caxias ( 217).

Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira:

Rio de Janeiro – 3.656

Niterói – 239

Nova Iguaçu – 224

Duque de Caxias – 217

Volta Redonda – 174

São Gonçalo – 122

São João de Meriti – 106

Belford Roxo – 84

Petrópolis – 74

Mesquita – 73

Itaboraí – 55

Magé – 38

Maricá – 38

Nilópolis – 34

Nova Friburgo – 32

Queimados – 32

Rio das Ostras – 24

Teresópolis – 24

Macaé – 21

Araruama – 19

Barra Mansa – 17

Itaguaí – 14

Barra do Piraí – 13

Casimiro de Abreu – 13

Japeri – 13

Resende – 13

Cabo Frio – 12

São Pedro da Aldeia – 12

Iguaba Grande – 11

Rio Bonito – 10

Angra dos Reis – 9

Tanguá – 9

Paracambi – 8

Campos dos Goytacazes – 7

Bom Jesus de Itabapoana – 6

Cachoeiras de Macacu – 5

Mangaratiba – 5

Miguel Pereira – 5

Saquarema – 5

Três Rios – 5

Armação de Búzios – 4

Bom Jardim – 4

Guapimirim – 4

Paraty – 4

Seropédica – 4

Valença – 4

Arraial do Cabo – 3

Itaperuna – 3

Paraíba do Sul – 3

Piraí – 3

Porto Real – 3

Quissamã – 3

São Fidélis – 3

Sapucaia – 3

Conceição de Macabu – 2

Itatiaia – 2

Paty do Alferes – 2

Quatis – 2

São Francisco de Itabapoana – 2

Areal – 1

Cantagalo – 1

Carapebus – 1

Mendes – 1

Pinheiral – 1

Porciúncula – 1

Rio das Flores – 1

Santo Antônio de Pádua – 1

São João da Barra – 1

Sumidouro – 1

Município em investigação – 6

 

As 490 vítimas foram registradas nos seguintes municípios:

Rio de Janeiro – 303

Duque de Caxias – 38

Nova Iguaçu – 18

Niterói – 16

Mesquita – 9

São Gonçalo – 9

Petrópolis – 8

São João de Meriti – 8

Belford Roxo – 7

Itaboraí – 7

Tanguá – 6

Volta Redonda – 6

Macaé – 5

Maricá – 5

Rio das Ostras – 5

Barra do Piraí – 3

Iguaba Grande – 3

Itaguaí – 3

Magé – 3

Queimados – 3

Resende – 3

Mangaratiba – 2

Rio Bonito – 2

São Pedro da Aldeia – 2

Sapucaia – 2

Araruama – 1

Arraial do Cabo – 1

Barra Mansa – 1

Bom Jardim – 1

Bom Jesus de Itabapoana – 1

Cachoeira de Macacu – 1

Campos dos Goytacazes – 1

Japeri – 1

Miguel Pereira – 1

Nova Friburgo – 1

Rio Bonito – 1

Paraty – 1

São Francisco de Itabapoana – 1

Teresópolis – 1

Comlurb chega a 224 localidades atendidas desde o dia 9, com água de reuso e detergente neutro de uso geral - Foto: Divulgação

A Prefeitura do Rio, por meio da Comlurb, mobilizou nesta quarta-feira (22), 129 garis para atuar nas operações de higienização e combater possíveis focos da pandemia do coronavírus. Foram 40 comunidades atendidas, nas Zonas Norte, Sul e Oeste. A medida garante continuidade à ação iniciada no dia 9, na Rocinha, e que já atendeu 224 comunidades da cidade.

Na Zona Norte, os serviços foram realizados em diversas comunidades: Lagartixa, em Costa Barros, Parque Colúmbia, na Pavuna, Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, Lemos de Brito, em Quintino, Santa Edwiges, na Penha, Eternit e Melhoral, em Guadalupe, Jardim Duas Praias, na Ilha do Governador, Fazendinha, no Complexo do Alemão, Comunidade de Vigário Geral, Morro do Trem, em Vicente de Carvalho, Rio D'ouro, em Irajá, Mandela I, em Manguinhos, Laços de Família e Uga-Uga, em Ramos, e Bernardino Gustavino, em Olaria, com efetivo de 39 garis, oito pipas d'água e quatro pulverizadores.

O trabalho alcançou ainda comunidades da Zona Sul e Grande Tijuca, como: Barreira do Vasco e Tuiuti, em São Cristóvão, Parque Alegria, no Caju, Cantagalo, em Ipanema, Cerro-Corá,vem Laranjeiras, Chacrinha, Cotia, Fallet e Mineira, no Catumbi, Morro Azul, no Flamengo, Morro do Cruz, no Andaraí, Morro do Encontro, no Lins, Santo Amaro, na Glória, Pavão-Pavãozinho e Tabajaras, em Copacabana, Turano, no Rio Comprido, e Rocinha, com 55 garis, três pipas d'água, quatro vans lava-jato, e 33 pulverizadores.

Sete comunidades da Zona Oeste também receberam a higienização nesta quarta: Carobinha, em Campo Grande, Comunidade da Rua Doutor Clemente Marques, em Santíssimo, Selvinha, Caixa D'água, Porta do Céu e Morro do São Bento, em Bangu, com 15 garis, três pipas e três pulverizadores, e Comunidade do Ipadu, na Taquara, com 20 garis, uma pipa d'água e dois pulverizadores.

A Companhia permanece com as operações especiais de higienização nos pontos de maior circulação de pessoas, como vias principais de bairros, pontos de ônibus, passarelas, entorno de hospitais, clínicas da família e postos de saúde, acesso às estações de modais de transportes, entre outros.

Unidade entrará em funcionamento quando o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência para casos do novo Coronavírus, chegar a 70% de ocupação - Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, apresentou nesta quarta-feira (22) os 20 primeiros respiradores instalados e em teste no hospital de campanha do Riocentro, na Zona Oeste. As obras foram concluídas, e a administração do espaço passará para a RioSaúde. A unidade entrará em funcionamento quando o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência para casos do novo Coronavírus, chegar a 70% de ocupação da meta de 381 leitos.

"Estamos equipando nosso hospital de campanha, depois de concluída toda a parte de engenharia civil, instalação elétrica, hidráulica, de rede de esgoto e de ar condicionado. Estão prontas todas as divisórias e colocadas as camas", informou o prefeito.

 

Respiradores: vitória na Justiça

Crivella destacou a vitória da Prefeitura na Justiça, que determinou à empresa Magnamed Tecnologia Médica a entrega de 80 respiradores comprados pelo município do Rio antes da crise da Covid-19 e que estão em São Paulo. Até o fim deste mês, outros 300 respiradores vão chegar da China, e em maio haverá a remessa de mais 426, totalizando 806 novos equipamentos.

"Estão chegando esses 80 respiradores de São Paulo. Também estamos usando como respiradores os carrinhos de anestesia. Dez carrinhos chegaram da China, novos, e nós já tínhamos comprado 60 no ano passado. E existem outros na rede. Estamos enfrentando o novo Coronavírus, com muito esforço do pessoal da Saúde", descreveu Crivella.

 

Tomógrafos chegam ao Rio

O prefeito anunciou também que na manhã desta quarta chegaram ao Porto do Rio mais dez tomógrafos para a rede municipal de saúde. Os equipamentos são essenciais para o diagnóstico da Cobid-19, porque produzem exames de imagens dos pulmões.

 

Qual a capacidade do hospital de campanha?

A unidade montada no Riocentro é a maior da rede pública de todo o estado, com 16,5 mil metros quadrados de pavilhão e 13 mil metros quadrados de área construída. São 500 leitos destinados a pacientes com o novo Coronavírus, sendo 400 de clínica médica e 100 de UTIs, dentre os quais 15 com recursos para hemodiálise.

O hospital tem também um centro cirúrgico em uma área de 500 metros quadrados, com aparelhos de autoclave e termodesinfectador. Há ainda três salas para procedimentos, além de um centro de imagens com tomógrafo e raio-x digital. O CTI, o centro de imagens e o centro cirúrgico têm instalações de ar-condicionado independentes.

Na tarde desta quarta-feira, fiscalização segue para Cascadura, na Zona Norte - Foto: Divulgação / Ascom Seop

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), interditou, até o momento, 13 estabelecimentos comerciais em São Cristóvão, nesta quarta-feira, dia 22. Os agentes percorreram as ruas São Cristóvão, Figueira de Melo e Sousa Valente, em cumprimento ao decreto municipal de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19), que restringe a abertura do comércio em toda a cidade como medida para evitar aglomerações. Nesta tarde, a fiscalização segue para Cascadura (na área da Avenida Dom Hélder Câmara), na Zona Norte.

As lojas fechadas por fiscais da Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização, da Secretaria Municipal de Fazenda, comercializavam materiais hidráulico e elétrico, tintas, ferragens, borrachas, ferramentas, peças e equipamentos em geral, e até artigos de papelaria.

Acumulado 

Em um mês de fiscalizações no comércio como medida de combate à Covid-19, a Seop registrou, até esta terça-feira (21), o fechamento de 3.168 estabelecimentos dos 4.580 visitados em 75 ações em toda a cidade.

Órgãos 

A força-tarefa coordenada pela Seop conta com efetivos da Subsecretaria de Operações (Subop) da pasta; da Guarda Municipal; da Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, vinculada à Secretaria Municipal de Fazenda; da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, que integra a Secretaria Municipal de Saúde; e da Comlurb.

A suspensão do comércio é por tempo indeterminado. Entre as exceções estão supermercados e hortifrútis, padarias (sem consumo no local), e pet shops, seguindo horários especiais de funcionamento. A lista completa pode ser verificada no link: https://bit.ly/2V605pN.

Balanço do Disk Aglomeração 

Também coordenado pela Seop, o Disk Aglomeração atendeu 2.922 chamados, de 31 de março até esta terça, 21 de abril. Os bairros mais demandados, ontem, foram: Campo Grande, Bangu, Realengo, Santa Cruz, Centro, Taquara, Copacabana, Tijuca, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes. Os principais atendimentos são para dispersar grupos de pessoas em estabelecimentos essenciais e áreas públicas. O serviço funciona com base em chamados feitos à Central 1746 (telefone, site ou aplicativo), além de sinais de celulares, por meio de parceria com a operadora de telefonia TIM e o COR. Para mais informações sobre o funcionamento, acesse: https://bit.ly/2JX4CUV.

Iniciativa atende à solicitação da Coderte, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Transportes - Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

Dando prosseguimento às ações de combate ao contágio por coronavírus nos locais de grande circulação de passageiros, o Comando Conjunto Leste, por meio da Marinha do Brasil, realizará, nesta quinta-feira (23), às 9 horas, a desinfecção da Rodoviária do Rio. A iniciativa atende à solicitação da Coderte, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Transportes.

Serão desinfectados o mobiliário, as instalações e os objetos situados nos setores de embarque e desembarque do prédio, além de suas paredes externas. A ação está prevista na Portaria do Ministério da Defesa (1.232 de 18 de março de 2020) e contará com a participação de militares treinados em procedimentos de Defesa, Biológica, Nuclear, Química e Radiológica (DBNQR).

A Rodoviária do Rio vem mantendo, desde o início da pandemia, a intensificação da higienização de suas instalações. Já fazem parte dessa operação a desinfecção de assentos, corrimãos, elevadores e praças de alimentação. Também há álcool em gel em mais de 40 pontos distribuídos pelo terminal rodoviário para os usuários.

Estudo mostra os impactos da pandemia nas atividades econômicas do estado - Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) lança, nesta quarta-feira (22), o Boletim Impactos da Covid-19. Elaborado pela Coordenadoria de Estudos Econômico-Tributários (CEET), ligada à Subsecretaria de Receita, o documento mostra como a pandemia do novo coronavírus afetou a atividade econômica do estado. Para isso, os dados de volume de operações com incidência de ICMS de março deste ano foram comparados com os do mesmo mês de 2019. Também foi feito um retrato da evolução semana a semana do período entre 1° de março e 4 de abril.

Na avaliação do secretário de Estado de Fazenda, Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, a divulgação do boletim neste momento vai além de dar transparência aos dados: “O estudo permite a análise do comportamento da economia para que outros agentes possam balizar as suas ações. Os boletins elaborados pela Receita Estadual serão usados para a estratégia de saída da crise”. O titular da pasta complementa que, a partir da evolução dos dados, será possível colocar a curva epidemiológica da Secretaria de Saúde e acertar as regiões possíveis de serem flexibilizadas ou não: “A gente analisa os dados e toma a decisão, equilibrando economia com saúde”.

O subsecretário de Receita, Thompson Lemos, afirmou que a análise da CEET é de extrema relevância diante do cenário fiscal que o Estado do Rio atravessa: “O novo coronavírus impacta não somente a saúde da população fluminense, como também as finanças. A partir do levantamento, temos o conhecimento de como os setores responderam às primeiras medidas restritivas, que foram e estão sendo fundamentais para controlar a expansão da doença. É um trabalho excepcional da Receita Estadual que será mantido pelos próximos meses”.

Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho destacou também que o Estado do Rio registrava retomada econômica antes da atual crise. De acordo com o secretário, o crescimento vinha sendo puxado especialmente pela indústria: “A produção industrial aumenta quando há a perspectiva de o varejo consumir mais. Quando há corte nessa cadeia, é como um engavetamento: o primeiro para e os demais param em seguida”.

Dados do boletim apontam que a boa expectativa do setor produtivo, no entanto, não encontrou retorno positivo no consumo, uma vez que o ICMS apurado pelas Notas Fiscais ao Consumidor Eletrônicas (NFC-e), relativas ao consumo final de um produto, registrou queda de 8,76% entre março de 2019 (R$ 510 milhões) e março de 2020 (R$ 470 milhões). O resultado foi uma consequência da adoção das medidas restritivas necessárias para o combate à pandemia, já que a redução ocorreu entre os dias 15 e 28 de março, as duas primeiras semanas do isolamento social no Estado do Rio.

Os números da última semana do período analisado (de 29/03 a 04/04) mostram uma alta nas quantidades de notas fiscais emitidas e de imposto destacado, o que pode indicar um início de recuperação da atividade econômica a ser confirmado ou não nos próximos boletins: “Um dos motivos pode ser uma acomodação do mercado. Muitas pessoas compraram em grande quantidade no início da quarentena e voltaram à comprar para refazer o estoque”, analisou o secretário Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho.

Setor Econômico

Na indústria, março de 2020 foi melhor do que o mesmo mês do ano passado em relação aos valores das notas fiscais emitidas (aumento de 20,73%) e de ICMS destacado (mais 7,57%), contudo, a quantidade de notas caiu 3,91%. Já o atacado e o varejo tiveram comportamentos opostos: enquanto o primeiro setor registrou aumento, o segundo teve redução nos três itens comparados. Entre a primeira (de 1° a 7/03) e a última semana (de 29/03 a 04/04) do levantamento, apenas o valor de ICMS do atacado teve alta (12,6%).

Varejo

Ao realizar um comparativo da primeira com a última semana do período analisado no boletim, os setores de farmácias e supermercados apresentaram relativa estabilidade nos valores das notas fiscais (-5,4% e + 3,6%, respectivamente) e no volume de ICMS (+5,9% e +2,2%, respectivamente), mas registraram queda no número de notas emitidas, um sinal de que os consumidores fizeram compras de valores maiores para fazer estoques em casa. Já o grupo composto por restaurantes, bares, padarias e lanchonetes sofreu queda acima de 60% em todos os indicadores, demonstrando ter sido muito afetado pelas medidas restritivas. O maior prejuízo, no entanto, foi registrado no setor de vestuário e calçados, que sofreu quedas no valor das notas e no ICMS superiores a 70% e de 92% na quantidade de notas emitidas.

Regiões do estado

A atividade petrolífera do Norte Fluminense fez com que fosse a única região a apresentar índices positivos em dois itens analisados – valor das notas e valor do ICMS destacado – na comparação entre a primeira e a última semana do período pesquisado. No valor das notas, o Sul Fluminense foi o mais afetado, com perda de 35,7%. A região foi também a que mais perdeu em volume de ICMS: 28%, ao lado do Noroeste Fluminense. Já na quantidade de notas emitidas, a Região Metropolitana teve redução de 39,1%, a maior registrada no Estado do Rio.

Empresas do Simples Nacional

Entre os contribuintes optantes do Simples Nacional, tanto o volume quanto o valor das notas registraram queda na comparação entre março de 2019 e março de 2020. Considerando as oscilações em março deste ano, as variações finais foram de -37,2% na quantidade de notas e de -50% no valor. Em ambos os casos, as perdas se concentram na terceira e na quarta semanas do período, apresentando recuperação na última semana.

ICMS por Substituição Tributária

O ICMS recolhido na Substituição Tributária – sistema por meio do qual um único contribuinte é responsável pelo pagamento do imposto de toda uma cadeia produtiva – apresentou queda de 7,43% na comparação entre março de 2019 e março de 2020. As maiores reduções foram constatadas nos setores de sorvetes e preparados para preparação de sorvetes em máquinas (-62,7%), veículos automotores (-33,75%) e venda de mercadorias pelo sistema porta a porta (-33,55%). Já entre os setores que registraram alta estão os de medicamentos de uso humano (53,20%) e rações para animais domésticos (25,94%).

Orações serão feitas online com a Santa Missa de São Jorge transmitida pela WebTV - Foto: Marcelo Feitosa

O coronavírus, além de ter afetado as comemorações de Páscoa, também vai mudar os festejos do dia de São Jorge, padroeiro do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (23). 

Segundo a Arquidiocese de Niterói, as orações serão feitas online com a Santa Missa de São Jorge transmitida às 15h pela WebTV.

A Capela São Jorge, em Niterói, estará aberta das 6h às 12h para visitação e orações, mas não haverá missas abertas ao público. Na cidade, fiéis procuraram lojas de artigos religiosos, mesmo com as medidas restritivas.

Uma das festas religiosas mais tradicionais do estado também terá alterações na cidade do Rio. Pela primeira vez em 75 anos, a comemoração que aconteceria na Paróquia de Quintino, na Zona Norte do Rio, foi adiada. A festa na paróquia inclui a montagem de 64 barraquinhas na Rua Clarimundo de Melo, em Quintino Bocaiúva. 

O padre da Paróquia, Dirceu Rigo, avisou aos fiéis que a igreja estará fechada, mas haverá pelo menos quatro missas transmitidas pela internet ao longo do dia, como o tradicional Toque da  Alvorada às 5h. 

No Centro do Rio, a Igreja de São Jorge também está fechada, mas não há informações sobre como será realizada a comemoração.

Artesãos do Circuito EcoSol adotaram novas maneiras para vender seus produtos - Foto: Divulgação

A Prefeitura do Rio prorrogou até o dia 30 de abril a suspensão das feiras de ambulantes, especiais e feirartes na cidade, por medida preventiva ao coronavírus. Mas os profissionais que expõem e comercializam nesses espaços se reinventaram e criaram saídas para continuar vendendo as peças que produzem: fazem exposição nas redes sociais e entregam em domicílio. No mundo virtual é possível encontrar tudo de uma feira física do Circuito Rio Ecosol, por exemplo. Moda, decoração e artesanato, arte popular e trabalhos manuais exclusivos, que são criados pelos artesãos e empreendedoras da economia solidária do Rio de Janeiro.

"Os trabalhadores da economia solidária pensam no coletivo, na sustentabilidade, na geração de emprego e renda e, o melhor, estão unidos para driblar a crise", diz Lícia Marca, subsecretária de Desenvolvimento.

É importante dizer que Economia Solidária e Comércio Justo são movimentos globais, que vêm ganhando cada vez mais força no Rio de Janeiro. São micro e pequenos empreendedores locais que, através da cooperação e da solidariedade, se organizam para levar seus produtos para o mercado.

Criado em 2014 para comercializar a produção da economia solidária nas praças da cidade, o Circuito Rio Ecosol, uma parceria do Fórum Municipal de Economia Solidária com a Coordenadoria de Economia Solidária da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), tem um calendário mensal e está em 10 bairros diferentes e conta com mais 200 empreendimentos.

“A economia solidária movimenta a economia local, é uma alternativa ao modelo patronal e gera renda e trabalho de maneira auto gestionária, inovadora e sustentável”, ressalta Nívea Patrocínio, coordenadora de Economia Solidária da SMDEI.

Máscaras entraram na produção

Seguindo a máxima que diz que crise é oportunidade, algumas artesãs mudaram o modelo das peças que faziam pelo corte das máscaras, tão importantes e indicadas nesse momento de pandemia, como forma de se prevenir contra o coronavírus.

Anastácia Nicácio, que faz roupas infantis, seguiu nessa linha e está colocando toda a sua criatividade na criação das peças. Tem para todos os gostos: lisas, estampadas, motivos infantis, cores discretas. Mas o que importa mesmo é que ela e todos estão enfrentando esse momento com criatividade, união e a certeza de que vai passar.

"Fazer as máscaras foi um alívio pra mim, pois já estava começando a faltar dinheiro em casa. Agora, as encomendas vão chegando e a esperança de que vamos conseguir vencer vem junto", conta Anastácia.

Consultorias vão contribuir para a economia do Estado do Rio - Foto: Divulgação

As micro e pequenas empresas passam por um momento complicado, por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus. Para ajudar a economia do Estado do Rio, a partir desta quarta-feira (22), o Sebrae Rio começa a oferecer consultorias online gratuitas para as MPEs. Para se inscrever o empresário precisa fazer apenas um cadastro no portal.

Para o Gerente de Inovações e Soluções do Sebrae Rio, Marcelo Weber, as consultorias vão contribuir para a economia do Estado do Rio “Fizemos uma pesquisa e constatamos que 55% das empresas estão fechadas. Isso comprova que a maioria não estava preparada para uma crise como essa. A nossa atuação é ajudar na manutenção de empregos e evitar que essas empresas quebrem. Trabalhamos em um cenário de auxílio para 2500 mil micro e pequenas empresas do Estado do Rio. Se conseguirmos atingir esse número vamos manter mais de 7500 mil empregos”.

O projeto

A iniciativa conta com um orçamento de R$ 500 mil do Sebrae Rio. Essas consultorias tem vagas limitadas e são exclusivas para as micro e pequenas empresas do Estado do Rio de Janeiro. Todo esse atendimento será gratuito e o empresário não precisará arcar com nenhum custo.

Pensando nas principais questões envolvendo as MPEs, o projeto ficou dividido por duas temáticas. O primeiro tema, baseado nos assuntos multissetoriais estão subdivididos em finanças, marketing digital, planejamento empresarial e legislação trabalhista. O segundo tópico, pautado por temas setoriais estão distribuídos em alimentação fora do lar, beleza, moda e turismo.

Como participar

O empresário acessa o portal e faz um cadastro gratuito. Depois, ele vai clicar na aba “quero consultoria online”. Após esse primeiro contato, um analista do Sebrae Rio fará contato e indicará a consultoria mais adequada para o enfrentamento da crise. De forma escalonada, as consultorias serão de seis horas, divididas em quatro encontros virtuais, com foco na identificação do problema, proposta de solução e monitoramento dos resultados.

No primeiro encontro, um especialista contratado pelo Sebrae Rio irá identificar oportunidades e as principais necessidades da empresa. Depois, um plano de ação será apresentado para as MPEs. Após sete dias, a instituição irá monitorar os resultados alcançados pela empresa. Passados 15 dias do último contato, um analista do Sebrae Rio fará o monitoramento das medidas aplicadas e identificar possíveis novas necessidades.

Cada empresa pode participar de uma consultoria individual e de uma coletiva, com no máximo cinco empresas participantes.

Site Especial

Desde o início da crise, o Sebrae Rio realizou uma força-tarefa que conta com a mobilização de todos os seus colaboradores para a realização de um atendimento 100% remoto por WhatsApp (96576-7825), redes sociais, Chat, E-mail, além da criação de um novo portal totalmente voltado para apoiar o micro e pequeno empreendedor no período de crise.

O site conta com orientações de especialistas, consultoria online, legislação e informações diversas para os pequenos negócios. Todo esse conteúdo foi pensado para que o empresário encontre a solução mais adequada para superar essa fase. Em um mês, cerca de 23 mil empreendedores fizeram cadastro e mais de 1800 empresas já pediram atendimento online de um especialista do Sebrae Rio.

Wagner Victer é diretor-geral da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - Foto: Tomas Silva/Agência Brasil

POR Wagner Victer, diretor-geral da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro

Em um dos mais tradicionais livros traduzidos para praticamente todas as línguas “Arte da Guerra”, sobre as práticas militares adotadas pelo general chinês Sun Tzu, existe uma passagem atribuída a ele que é: “Na Paz, preparar-se para a Guerra; Na Guerra, preparar-se para a Paz”.

Na linha do lendário estrategista general chinês, o que temos que retirar desse momento de “guerra” que vivemos em função do coronavírus, é que temos que nos preparar para a paz, que especialmente se traduz a geração de empregos para o País, tendo em vista que não só não teremos crescimento econômico mais um brutal declínio e portanto ampliaremos muito a taxa de desemprego no País. Fica bastante claro que alguns segmentos econômicos, devem, desde já, ter um aporte público com financiamentos emergenciais, em condições bastante favoráveis, para que não venham a quebrar, como o, setor hoteleiro e o setor de aviação, aliás fundamentais para a economia do País em especial para o turismo.

Porém, existem diversas outras áreas que conseguiríamos proporcionar um grande retorno na geração de empregos de maneira bastante rápida e com outros benefícios de externalidades associados. 
Dentro da experiência consolidada na área de desenvolvimento econômico, considero que algumas áreas existentes do País, com grande potencial de rápida geração de empregos, já devem ser planejadas como foco dentro daquilo que muitos chamam de “O Novo Plano Marshall” e que deve ser aplicado, vamos abordar algumas delas como fundamentais nesse momento: 

Um desses segmentos, é o segmento da construção civil, com a construção de casa populares, que deve fortemente ser financiada pela Caixa Econômica Federal e com recursos próprios e recursos do FGTS, com condições ainda mais favoráveis e subsídios do que os existentes no antigo Programa denominado “Minha Casa Minha Vida”, para que pessoas de baixa renda, possam fugir do sistema de aluguéis e para que tenham a sua casa própria. É uma área com elevado potencial de geração de empregos, e o Brasil já desenvolveu uma tecnologia própria para construção de casas populares em bases competitivas. É algo que pode, através dessas linhas rápidas, e diante da existência da grande quantidade de terrenos, proporcionar uma geração muito rápida de empregos e cobrindo o atual grande déficit de moradia popular. Portanto implementar um programa imediato, para a construção inicialmente de pelo menos cerca de 2 milhões de casas populares especialmente em regiões metropolitanas bastante afetadas. 

Outro segmento muito importante é a questão da urbanização de comunidades carentes, que além de se associar a questão da migração de pessoas para casas populares, citada anteriormente, traz grandes benefícios na área de saneamento, saúde e segurança, e tem um potencial muito grande na geração de empregos, especialmente nessas comunidades, onde existiam muitos empregos na informalidade e que deixaram de existir. Programas de Urbanização como esse, inclusive tem também forte aplicação em regiões metropolitanas da Região Sudeste e Nordeste, é algo que facilmente pode ser executado, proporcionando capacidade de geração de empregos e com uma tecnologia toda própria e terminada. 

Outro setor com grande potencialidade é de construção naval e off-shore. Conheço bem o tema, pois fui secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo por 8 anos, quando reabrimos mais de 20 estaleiros no Estado do Rio de Janeiro, e quando conseguimos retomar a Indústria Naval Brasileira, que infelizmente se dilapidou por práticas indevidas e além de estratégias de política industrial bastante equivocadas, como a dispersão de estaleiros ao longo do Brasil com a criação dos chamados “estaleiros virtuais”. Atualmente, porém com a cotação do dólar em patamares superiores a R$ 5, é um segmento que pode, mesmo com o petróleo em cotação baixa, ser retomado. O setor construção naval e off-shore desde que bem planejado, e articulado com trabalhadores e empresários, pode voltar a ter seu papel no cenário da construção de pequenos barcos de pesca, apoio off-shore, cabotagem, reparos de plataformas, módulos e outras atividades, inclusive para a manutenção de plataformas que deverão ser “adormecidas” e descomissionadas. É um setor industrial onde o Brasil, devido aos seus mais de 8 mil quilômetros de costa, tem um potencial muito grande para gerar empregos, pois são empregos não somente de baixa qualificação, mas empregos que se desdobram para outras cadeias mais qualificadas como a área de engenharia, tecnologia de ponta e também por cadeias produtivas dos serviços e das navipeças. 

É claro que diversas outras áreas merecem ser fomentadas a créditos muito mais atrativos e desburocratizados, que apesar da queda da taxa de juros ainda não chegaram a ponta como o pequeno agricultor e agricultura familiar porém, o fato é que não podemos ficar aguardando o fim da crise, para planejar e dar início, para a retomada do emprego. Portanto é fundamental que as cabeças pensantes, e os diversos poderes Executivos e Legislativos se unam sem brigas ideológicas e políticas, e não fiquem somente dentro do pensamento que a saída será a economia meramente financeira e sim principalmente para economia física, já que a geração de empregos será algo fundamental para a enfrentar o “Day After” dessa crise, que, infelizmente, terá reflexo por anos. 

O Hospital Municipal Ronaldo Gazolla foi escolhido pela prefeitura como referência para pacientes com a doença - Foto:

As vagas criadas pela rede municipal de saúde do Rio de Janeiro para atender pacientes com Covid-19 estão esgotadas. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, foram abertas, até o momento, pela prefeitura 346 leitos, sendo 129 de unidades de terapia intensiva (UTI). O Painel Rio Covid-19, atualizado na terça-feira (21) às 18h, indica que há 345 pacientes da doença hospitalizados na rede municipal, 130 em UTI.

Somando toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade, que inclui os hospitais de administração estadual, federal, universitários e militares, há 963 pessoas hospitalizadas com Covid-19 no Rio de Janeiro, 345 delas em UTI.

Com isso, pacientes de Covid-19 estão sendo transferidos para outras cidades, como Volta Redonda, no sul do estado. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a decisão cabe à Central Unificada de Regulação, seguindo critérios clínicos e vagas disponíveis. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informa que transferências entre unidades “fazem parte do protocolo estabelecido para não sobrecarregar as equipes e o atendimento prestado”. Nem a secretaria municipal nem a estadual informaram o número de pacientes que precisaram ser transferidos.

Novos leitos

De acordo com a secretaria do município, no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, escolhido pela prefeitura como referência para pacientes com a doença, há 206 leitos, sendo 131 de enfermaria e 75 de UTI. Ao todo, estão programados 381 leitos no Gazolla. A secretaria informa que trabalha para abrir mais leitos nos próximos dias.

“Medidas estão sendo adotadas para antecipar a chegada dos respiradores comprados na China e reaver, por meio de ação judicial, mais 80 adquiridos de uma empresa paulista, em dezembro do ano passado, e que não foram entregues. Além disso, a prefeitura vai publicar edital esta semana para contratar 1.000 leitos da rede privada, a fim de aumentar a capacidade de assistência às pessoas que precisam de cuidados intensivos”, informa a secretaria.

A prefeitura obteve nesta quarta-feira (22) uma decisão liminar para que a empresa Magnamed Tecnologia Médica entregue os 80 respiradores comprados em dezembro por meio de pregão eletrônico. A decisão foi dada pela juíza Ana Beatriz Mendes Estrella. A sede da empresa fica no interior de São Paulo e o valor do contrato foi de US$ 744.149,61.

Segundo a prefeitura, a empresa argumenta que os ventiladores foram requisitados pelo governo federal, versão negada pelo Ministério da Saúde. “Um dia antes de a empresa afirmar que estava impedida de entregar os equipamentos, o órgão já havia determinado que os bens em estoque da Magnamed, destinados aos estados e municípios, fossem liberados”. A Magnamed foi procurada pela reportagem, mas ainda não respondeu.

Quando chegarem, os 80 respiradores serão instalados no Ronaldo Gazolla. O restante será levado para o hospital de campanha do Riocentro, que também espera equipamentos comprados na China. Juntas, as duas unidades terão 881 leitos para pacientes de Covid-19, sendo 301 de UTI.

Na rede estadual, a secretaria informa que abriu em todo o estado, nos últimos 45 dias, 548 novos leitos exclusivos para tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus. “Ao todo, a secretaria vai disponibilizar na capital, região metropolitana e interior 3.414 leitos. Desses, 2 mil serão em hospitais de campanha, que vão ser inaugurados de forma gradativa no mês de maio, de acordo com a evolução da pandemia”.

O secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, afirmou que os respiradores para equipar os hospitais de campanha do Leblon e do Maracanã, os dois primeiros a serem abertos, já estão garantidos.

Serão oferecidos 400 leitos de campanha no Complexo do Maracanã, sendo 80 de UTI; 200 em São Gonçalo, sendo 40 de UTI; 200 ao lado do Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, todos de UTI; 200 no Parque dos Atletas, em Jacarepaguá, sendo 50 de UTI; 200 no terreno do 23º BPM, no Leblon, metade deles de UTI; 100 em Campos dos Goytacazes, sendo 20 de UTI; 100 ao lado do Hospital Regional Gélio Alves Faria, em Casimiro de Abreu, sendo 20 de UTI; e 100 em Nova Friburgo, 20 deles de UTI. Em Nova Iguaçu, estão sendo construído 500 leitos, sendo 200 em uma unidade de campanha, com 40 leitos de UTI, e outros 300 em estrutura modular, com 120 de UTI, que não será desmontada após a pandemia.

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