09
Qui, Jul

Maioria das multas foi por falta de higiene, funcionamento irregular e aglomeração - Foto: Divulgação

A Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, inspecionou 180 pontos comerciais e aplicou 132 multas nos três primeiros dias da Fase 3A do Plano de Retomada. Os números se referem a ações realizadas de quinta-feira (2), até a madrugada de domingo (5). Integram os comboios da Vigilância (vinculada à Secretaria Municipal de Saúde) equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), Guarda Municipal e Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda, com apoio da Polícia Militar.

Do total dessas operações, 108 foram realizadas em bares e restaurantes, com cinco interdições e 56 multas, a maioria por falta de higiene, funcionamento irregular e aglomeração. No sábado, as equipes inspecionaram 53 estabelecimentos dos setores que voltaram a funcionar na quinta: academias, estúdios de tatuagem e depilação e os comércios de alimentos.

Entre os comércios, 29 foram bares e restaurantes, sendo sete na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca, onde o restaurante do número 120 foi interditado e multado por aglomeração e falta total de higiene, principalmente, nos banheiros e na cozinha. O restaurante recebeu também um termo de intimação para a readequação das instalações e teve apreendidos 97 quilos de carnes e queijos impróprios ao consumo.

"Constatamos diversas irregularidades neste estabelecimento. Na parte estrutural identificamos pontos de infiltração, buracos na parede, falta de dispensadores de sabão e álcool gel para a higiene dos funcionários. Além disso, encontramos uma grande quantidade de alimentos sem procedência e com data de validade vencida, resultando não só na interdição como na apreensão e inutilização dos produtos", ressaltou Flávio Graça, superintendente de Educação e Projetos da Vigilância Sanitária.

Desde quinta-feira, os comboios passaram por quase 30 bairros, como Leblon, Botafogo, Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Tijuca, Bangu, Bonsucesso e Campo Grande. O foco principal das ações é conferir se as medidas higiênico-sanitárias para o combate à Covid-19 estão sendo cumpridas. Incluindo o distanciamento de dois metros entre pessoas e mesas, o uso de máscara e a disponibilidade de insumos para a higienização das mãos, como sabonetes líquidos nos lavatórios e de álcool 70% em gel nas áreas de circulação de funcionários e de clientes.

Balanço geral da fiscalização
A Prefeitura do Rio vem reforçando desde 18 de março as fiscalizações de enfrentamento à Covid-19. Nesse período, foram inspecionados mais de 40 mil estabelecimentos, com mais de 3.500 multas aplicadas. Do total de vistorias, 5.157 foram feitas pela Vigilância Sanitária. As demais foram conduzidas pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), com a Guarda Municipal, Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda e também a Vigilância, que ressalta a importância da população colaborar, sempre registrando as irregularidades na Central 1746.

Força-tarefa da Seop na Zona Oeste
Também no sábado (4), por meio da força-tarefa conduzida pela Seop, as equipes operacionais suspenderam as atividades de 43 de 99 estabelecimentos fiscalizados na Zona Oeste. E orientaram 15 ambulantes não autorizados a se retirar das vias.

Realizada com agentes da Guarda Municipal, da Secretaria Municipal de Fazenda e Comlurb e apoio da Polícia Militar, a ação durou até a madrugada deste domingo, em áreas de Bangu, Campo Grande e Padre Miguel. Foram fiscalizados pontos comerciais como áreas do calçadão de Bangu e entorno, com a intensificação das inspeções em bares e restaurantes de ruas como a Figueiredo Camargo (Ponto Chic, em Padre Miguel) e ainda a Rio da Prata e a Praça Mario Valadares, ambas em Campo Grande.

A maioria dos estabelecimentos fechados desrespeitava o horário de funcionamento (até 23h) ou provocava aglomeração. Os agentes também orientaram bares e restaurantes sobre o correto distanciamento das mesas e o uso permitido da via pública.

Ações do Controle Urbano
Os agentes da Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Secretaria de Fazenda, participaram de ações na Tijuca, Barra da Tijuca e Campo Grande. Eles fiscalizaram o uso de mesas e cadeiras em 25 estabelecimentos nas ruas Armando Lombardi, Érico Veríssimo e Olegário Maciel, na Barra. Na Praça Varnhagem, na Tijuca, outros seis estabelecimentos foram vistoriados. As multas nesses casos variam de R$ 133,73 a R$ 4.457,97. Os agentes de controle urbano também participaram das ações em Campo Grande, onde uma barraca foi desmontada.

A Subsecretaria reforça que apenas ambulantes autorizados podem trabalhar com o comércio de rua na cidade. Os não legalizados são orientados pelos agentes a desocuparem a via pública, com o risco de terem a mercadoria apreendida.

Atuação da Guarda Municipal
Em Copacabana, na Zona Sul, guardas municipais atuaram na orientação e dispersão de pessoas aglomeradas em calçadas e bares das ruas Rodolfo Dantas, Miguel Lemos, Sá Ferreira e Almirante Gonçalves.

No Leblon, um bar na Rua Dias Ferreira foi notificado por ocupação irregular da calçada e outro, na Avenida Ataulfo de Paiva, foi fechado por estar em funcionamento após o horário permitido (23h).

Em Cascadura, na Zona Norte, os guardas municipais registraram infrações sanitárias em um bar na Rua Ernani.

Foram aplicadas infrações sanitárias em estabelecimentos comerciais e pedestres nos bairros do Flamengo, Laranjeiras e Urca, na Zona Sul; Madureira, Ilha do Governador e Méier, na Zona Norte; Taquara e Barra da Tijuca, na Zona Oeste; e na região do Porto Maravilha.

Em Campo Grande, os guardas impediram a montagem de uma feira não autorizada. Também foram feitas ações de orientação a pedestres na
na orla da Zona Sul.

Em Higienópolis e na Quinta da Boa Vista e no Porto Maravilha, as equipes emitiram mais de 20 Termos de Constatação de Infração Sanitária a cidadãos e estabelecimentos comerciais.

Acusado foi preso na tarde de domingo (5) - Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais Civis prenderam, na tarde de domingo (5), um homem, que é condenado a nove anos de prisão por estuprar um menino de 13 anos. De acordo com a investigação, o acusado oferecia pequenas quantias em dinheiro para a vítima, para que ela não contasse a ninguém sobre os abusos.

O caso, que aconteceu no ano de 2011, foi apurado pela Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV). Desde sua condenação, Francisco Rodrigues da Costa, conhecido como Valdizá, de 44 anos, estava foragido, com mandado de prisão oriundo de sentença condenatória pendente.

A especializada apurou que, aproveitando a amizade e confiança que mantinha com a avó materna da vítima, que era vizinha do autor, na Favela de Manguinhos, Zona Norte do Rio de Janeiro, Valdizá passou a aliciar o menor e praticar os abusos sexuais com frequência. As investidas aconteciam na própria casa da avó, aproveitando circunstâncias favoráveis e momentos de distração para que ela não percebesse.

O acusado ainda trocava o silencio do menor por pequenas quantias em dinheiro, o que manteve os abusos em sigilo por um longo período.

Na tarde de domingo, policiais da especializada localizaram o foragido da justiça em uma barraca de camelô instalada em frente ao Hospital Souza Aguiar, Centro do Rio de Janeiro. Encaminhado ao sistema penitenciário ele iniciará o cumprimento da pena imposta pela justiça.

O prêmio reconhece os esforços para um futuro mais sustentável e a qualidade dos dados do Sistema de Monitoramento das Mudanças Climáticas da prefeitura - Foto: Hudson Pontes/Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Coordenadoria Geral de Relações Internacionais (CGRI), lançou a iniciativa “Rio+Internacional contra a COVID-19”, após a confirmação dos primeiros casos da doença na cidade e a implementação do estado de emergência no município.

Através de diálogo com cidades internacionais que enfrentavam o aumento do número de casos confirmados e com redes de cidades parceiras, buscou-se fortalecer a cooperação internacional por canais de intercâmbio de boas práticas. Desde o início da pandemia, estão sendo realizados encontros virtuais entre a Secretaria Municipal de Saúde, a Defesa Civil e o Centro de Operações Rio, com o apoio da CGRI, e a participação de cidades asiáticas, europeias e americanas para a troca de experiências.

Com a implementação de novas medidas na Cidade, a CGRI divulgou as ações municipais tomadas para conter a disseminação do vírus em canais de comunicação e relatórios de organizações multilaterais e redes de cidades. As iniciativas do município tiveram destaque em documentos e plataformas da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), da União de Cidades Capitais Ibero-americanas (UCCI), da rede Metropolis, do Grupo C40 de Grandes Cidades na Liderança do Clima, da rede Governos Locais pela Sustentabilidade (ICLEI), da Aliança Euro-Latino-Americana de Cooperação entre Cidades (AL-LAS) e da iniciativa Urban-20 (U20), que reúne cidades dos países do grupo econômico G20.

Em junho, a Cidade do Rio foi premiada pelo Desafio das Cidades pelo Planeta, realizado pela ONG WWF e a rede Governos Locais pela Sustentabilidade (ICLEI), que reforça o papel de destaque internacional da municipalidade. O prêmio reconhece os esforços para um futuro mais sustentável e a qualidade dos dados do Sistema de Monitoramento das Mudanças Climáticas da Prefeitura do Rio.

Captação de doações e cooperação técnica internacional

A CGRI tem orientado sua atuação para apoiar a resposta municipal à pandemia e diminuir seus impactos com o intuito de captar recursos e doações de cidades parceiras, consulados, câmaras de comércio, empresas e pessoas físicas. Os materiais angariados são distribuídos entre as redes de saúde e assistência social do município diretamente implicados na resposta à pandemia da Covid-19. Até o dia 04 de junho, foram contatadas 98 cidades internacionais, 67 empresas, 22 associações de classe, representações diplomáticas e consulados.

Mais de 518 mil itens já foram arrecadados como máscaras, álcool gel e equipamentos de proteção individual (EPI), além de outros produtos, como tablets a serem usados por pacientes para contato com seus familiares durante a internação hospitalar, e demais serviços tecnológicos para apoiar a oferta de serviços públicos de modo virtual.

Projeto foi aprovado dentro da chamada emergencial em uma parceria com a Secretaria Estadual de Saúde para o enfrentamento da pandemia - Foto: Divulgação

A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) liberou mais de R$ 250 mil para o Laboratório de Biologia Molecular (LBM), do Instituto de Pesquisas Biomédicas (IPB), do Hospital Naval Marcílio Dias. Os recursos serão investidos na criação do Núcleo de Apoio à Pesquisa Clínica em Covid-19.

O projeto foi aprovado dentro da chamada emergencial em uma parceria com a Secretaria Estadual de Saúde para o enfrentamento da pandemia. Até o momento, a Faperj já investiu R$ 10 milhões e redirecionou outros R$ 25 milhões para Covid-19.

"O apoio da Faperj para o Hospital Naval Marcílio Dias mostra que o objetivo da Chamada B para projetos em “fast track” está sendo atingido. Em menos de dois meses, o projeto foi submetido, avaliado, aprovado e financiado. O diagnóstico molecular da Covid-19 é um dos calcanhares de Aquiles do combate à doença. O projeto permitirá o diagnóstico precoce e o rastreamento dos contatos", afirmou o presidente da fundação, Jerson Lima Silva.

Coordenado pela pesquisadora primeiro-tenente Shana Barroso, o projeto financiará o estudo com amostras e dados clínicos e epidemiológicos. Desde fevereiro o LBM recebeu mais de 1.600 pacientes positivos para SARS-CoV-2. Além do detecção viral, via RT-PCR, o IPB realiza pesquisas sobre o novo vírus e colabora com várias instituições do Rio de Janeiro, compartilhando amostras e dados.

O grupo de pesquisa do Hospital Marcílio Dias possui, além dos resultados de testagem, dados clínicos e exames de imagem e laboratoriais altamente rastreáveis. Assim, pretende utilizar a coleta destes dados para estudos epidemiológicos, consolidando assim o novo centro de pesquisa clínica em Covid-19.

A virologista ressalta a importância dos centros hospitalares na prática da pesquisa clínica e destaca as colaborações já existentes com grupos de pesquisa da Uerj, UFRJ, Fiocruz, Inmetro, UFF e UFRRJ. Com o novo aporte, o centro de pesquisa do Marcílio Dias poderá traçar novas parcerias e linhas de pesquisa.

O Hospital é hoje composto por 620 leitos, 82 consultórios, 41 clínicas/serviços e equipamentos médicos de última geração, sendo responsável pelo atendimento aos militares da Marinha do Brasil e seus dependentes, realizando aproximadamente 15.000 cirurgias/ano e exames complementares superior a 1.000.000/ano.

Capital continua com o maior número de óbitos - Foto: Divulgação

O estado do Rio de Janeiro registrou, até este domingo (5), 10.667 mortes provocadas pelo novo coronavírus (covid-19), entre os 121.292 casos confirmados. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES), ainda há 1.025 óbitos em investigação e 301 foram descartados. A secretaria informou também que nos casos confirmados, 97.719 pacientes se recuperaram da covid-19. 

O boletim de ontem (4) indicava 120.428 casos confirmados e 10.624 vítimas no estado. Também ontem, ainda havia 1.029 óbitos em investigação e 299 tinham sido descartados. Entre os casos confirmados, 99.805 pacientes tinham se recuperado da doença.

Capital

Entre as 10.667 vítimas da covid-19 registradas até hoje (5), a capital continua com o maior número de registros (6.898), seguido de São Gonçalo (478), na Região Metropolitana; Duque de Caxias (456).

Nova Iguaçu (351) e São João de Meriti (242), na Baixada Fluminense. Niterói também na Região Metropolitana confirmou 232 mortes.

Já nos casos confirmados, a capital também está na frente (60.233), mas em segundo vem Niterói (6.701). São Gonçalo, que é o segundo município com número de mortes, nos confirmados está em terceiro (5.673), seguido de Nova Iguaçu (3.480) e Duque de Caxias (3.353).

Denúncias podem ser feitas através de um número de Whatsapp que funciona 24 horas por dia - Foto: Divulgação

Criado há quatro meses, o Brigada do Patrimônio tem se tornado um canal importante para a preservação histórica do Estado do Rio de Janeiro. Em um período de pandemia do novo coronavírus, o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) tem recebido diversas denúncias dos colaboradores do movimento, através do número (21) 98913-1561, que também possui o serviço de WhatsApp e funciona 24 horas por dia.

Nos últimos dias, por exemplo, o Brigada do Patrimônio recebeu uma denúncia de vandalismo na estátua de João Caetano, próxima à Praça Tiradentes, no Centro. Inaugurado em 3 de maio de 1891 e levado para a frente do Teatro João Caetano em 1916, o monumento estava solto da sua base, perto de ser removido. O Inepac passou a informação para as outras autoridades, entre elas a Prefeitura do Rio, que encaminhou uma equipe da Secretaria de Conservação para fazer o reparo. No total, o Brigada recebeu mais de 30 denúncias parecidas com essa.

"Estamos recebendo muitas denúncias de postagens em redes sociais, principalmente no Twitter e Facebook, de ameaças a monumentos na cidade do Rio. Quando isso acontece, verificamos a veracidade das informações e preparamos um relatório, que é passado para o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, aos órgãos de segurança, como a Polícia Militar e também à Prefeitura. Essa união de forças tem sido importante no combate ao vandalismo", disse Claudio Prado de Mello, diretor-geral do Inepac. 

O Brigada do Patrimônio é um sistema voluntário e colaborativo, envolvendo membros de todo o estado que estão sendo credenciados. Atualmente, há 1.677 bens tombados em todo o estado. Além do canal de denúncias, o Inepac tem realizado debates em suas redes sociais. Neste mês, virtualmente, Claudio Prado de Mello recebeu o escritor e jornalista Laurentino Gomes e o historiador e professor de Direito Diogo Guagliardo Neves para um debate sobre a preservação dos monumentos históricos.

Comboios de órgãos operacionais conduzidos pela Vigilância Sanitária fizeram 108 fiscalizações em bares e restaurantes, resultando em 56 multas e cinco interdições - Foto: Divulgação

A Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, inspecionou 180 pontos comerciais e aplicou 132 multas nos três primeiros dias da Fase 3A do Plano de Retomada. Os números se referem a ações realizadas de quinta-feira, 02/07, até a madrugada deste domingo, 05/07. Integram os comboios da Vigilância (vinculada à Secretaria Municipal de Saúde) equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), Guarda Municipal e Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda, com apoio da Polícia Militar.

Do total dessas operações, 108 foram realizadas em bares e restaurantes, com cinco interdições e 56 multas, a maioria por falta de higiene, funcionamento irregular e aglomeração. No sábado, as equipes inspecionaram 53 estabelecimentos dos setores que voltaram a funcionar na quinta: academias, estúdios de tatuagem e depilação e os comércios de alimentos.

 
Entre os comércios, 29 foram bares e restaurantes, sendo sete na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca, onde o restaurante do número 120 foi interditado e multado por aglomeração e falta total de higiene, principalmente, nos banheiros e na cozinha. O restaurante recebeu também um termo de intimação para a readequação das instalações e teve apreendidos 97 quilos de carnes e queijos impróprios ao consumo.

- Constatamos diversas irregularidades neste estabelecimento. Na parte estrutural identificamos pontos de infiltração, buracos na parede, falta de dispensadores de sabão e álcool gel para a higiene dos funcionários. Além disso, encontramos uma grande quantidade de alimentos sem procedência e com data de validade vencida, resultando não só na interdição como na apreensão e inutilização dos produtos - ressaltou Flávio Graça, superintendente de Educação e Projetos da Vigilância Sanitária.

Desde quinta-feira, os comboios passaram por quase 30 bairros, como Leblon, Botafogo, Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Tijuca, Bangu, Bonsucesso e Campo Grande. O foco principal das ações é conferir se as medidas higiênico-sanitárias para o combate à Covid-19 estão sendo cumpridas. Incluindo o distanciamento de dois metros entre pessoas e mesas, o uso de máscara e a disponibilidade de insumos para a higienização das mãos, como sabonetes líquidos nos lavatórios e de álcool 70% em gel nas áreas de circulação de funcionários e de clientes.

Balanço geral da fiscalização
A Prefeitura do Rio vem reforçando desde 18 de março as fiscalizações de enfrentamento à Covid-19. Nesse período, foram inspecionados mais de 40 mil estabelecimentos, com mais de 3.500 multas aplicadas. Do total de vistorias, 5.157 foram feitas pela Vigilância Sanitária. As demais foram conduzidas pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), com a Guarda Municipal, Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda e também a Vigilância, que ressalta a importância da população colaborar, sempre registrando as irregularidades na Central 1746.

Força-tarefa da Seop na Zona Oeste
Também no sábado, 04/07, por meio da força-tarefa conduzida pela Seop, as equipes operacionais suspenderam as atividades de 43 de 99 estabelecimentos fiscalizados na Zona Oeste. E orientaram 15 ambulantes não autorizados a se retirar das vias.

Realizada com agentes da Guarda Municipal, da Secretaria Municipal de Fazenda e Comlurb e apoio da Polícia Militar, a ação durou até a madrugada deste domingo, em áreas de Bangu, Campo Grande e Padre Miguel. Foram fiscalizados pontos comerciais como áreas do calçadão de Bangu e entorno, com a intensificação das inspeções em bares e restaurantes de ruas como a Figueiredo Camargo (Ponto Chic, em Padre Miguel) e ainda a Rio da Prata e a Praça Mario Valadares, ambas em Campo Grande.

A maioria dos estabelecimentos fechados desrespeitava o horário de funcionamento (até 23h) ou provocava aglomeração. Os agentes também orientaram bares e restaurantes sobre o correto distanciamento das mesas e o uso permitido da via pública.

Ações do Controle Urbano
Os agentes da Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Secretaria de Fazenda, participaram de ações na Tijuca, Barra da Tijuca e Campo Grande. Eles fiscalizaram o uso de mesas e cadeiras em  25 estabelecimentos nas ruas Armando Lombardi, Érico Veríssimo e Olegário Maciel, na Barra. Na Praça Varnhagem, na Tijuca, outros seis estabelecimentos foram vistoriados. As multas nesses casos variam de R$ 133,73 a R$ 4.457,97. Os agentes de controle urbano também participaram das ações em Campo Grande, onde uma barraca foi desmontada.

A Subsecretaria reforça que apenas ambulantes autorizados podem trabalhar com o comércio de rua na cidade. Os não legalizados são orientados pelos agentes a desocuparem a via pública, com o risco de terem a mercadoria apreendida.
 
Atuação da Guarda Municipal
Em Copacabana, na Zona Sul, guardas municipais atuaram na orientação e dispersão de pessoas aglomeradas em calçadas e bares das ruas Rodolfo Dantas, Miguel Lemos, Sá Ferreira e Almirante Gonçalves.

No Leblon, um bar na Rua Dias Ferreira foi notificado por ocupação irregular da calçada e outro, na Avenida Ataulfo de Paiva, foi fechado por estar em funcionamento após o horário permitido (23h).

Em Cascadura, na Zona Norte, os guardas municipais registraram infrações sanitárias em um bar na Rua Ernani.

Foram aplicadas infrações sanitárias em estabelecimentos comerciais e pedestres nos bairros do Flamengo, Laranjeiras e Urca, na Zona Sul; Madureira, Ilha do Governador e Méier, na Zona Norte; Taquara e Barra da Tijuca, na Zona Oeste; e na região do Porto Maravilha.

Em Campo Grande, os guardas impediram a montagem de uma feira não autorizada. Também foram feitas ações de orientação a pedestres na
na orla da Zona Sul.

Em Higienópolis e na Quinta da Boa Vista e no Porto Maravilha,  as equipes emitiram mais de 20 Termos de Constatação de Infração Sanitária a cidadãos e estabelecimentos comerciais.

Rota da Leitura já percorreu bairros das Zonas Sul, Norte e Oeste, valorizando e divulgando a corrente solidária em prol do incentivo ao hábito da leitura - Foto: Divulgação/Gui Maia

Mais de quatro mil livros doados em apenas um mês. Exemplares que serão ferramentas para a libertação de livros e montagem de salas de leitura em diversas ações pelo estado. Lançado no dia 4 de junho pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), o Rota da Leitura já percorreu bairros das Zonas Sul, Norte e Oeste, valorizando e divulgando a corrente solidária em prol do incentivo ao hábito da leitura. No total, foram 4.011 livros neste período. 

Após o carro buscar os livros nas casas dos doadores, a Superintendência de Leitura e Conhecimento da Sececrj faz a triagem de todo o material na Biblioteca Parque Estadual, realizando a higienização e classificando por segmento. Na lista estão clássicos como “Mundo de Sofia”’ Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “O Pequeno Príncipe” e o best seller “Uma Breve História da Humanidade”. 

"Livros foram feitos para serem lidos, é com essa ideia que pessoas estão se voluntariando e doando livros, criando uma grande corrente literária", conta Pedro Gerolimich, superintendente de Leitura e Conhecimento da Sececrj. 

Para se inscrever, os interessados em doar livros para o projeto podem entrar em contato pelo Whatsapp (21) 99906-3675 ou pela internet no link. São aceitos no roteiro a ser traçado no mínimo 10 livros, que podem ser de qualquer estilo, tem que estar em bom estado de conservação e não pode apenas ser didático (caráter pedagógico utilizado nas escolas). O material, que será higienizado, vai ser utilizado em ações em locais com baixos índices de leitura e pouca oferta de equipamentos culturais. Os doadores vão ganhar um Diploma de Amigo da Leitura.

"Temos um carinho muito especial com esse projeto e ficamos felizes com a boa aceitação. São mais de quatro mil livros que serão importantes para incentivar a leitura em todo o estado. E reforçamos que as inscrições estão abertas e todos podem doar", disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Inscrições começam amanhã na Santa Casa de Misericórdia - Foto: Ravena Rosa / EBC

O Ambulatório de Psiquiatria da Infância e Adolescência da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, no centro da cidade, criou um projeto para atender meninos e meninas de 10 a 16 anos que tenham depressão, ansiedade ou transtorno obsessivo compulsivo (TOC) piorados ou gerados pelo medo da Covid-19 e do isolamento social.

Segundo o fundador e coordenador do ambulatório, Fábio Barbirato, o propósito é enfrentar a quarta onda, referente à possível incidência de doenças mentais. A primeira onda seria a própria pandemia, a segunda o começo dos registros de mortes pela Covid-19 e a terceira os problemas derivados da doença.

O médico disse que em regiões que já retomaram  as atividades,e que passaram por grande contaminação e número de mortes, como Itália e Espanha, há registros de aumento de casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes.

“Não só piorou, depois do isolamento social, o número de jovens que já estavam deprimidos, mas com sintomas contidos, como os que não tinham e começaram a apresentar. A procura por profissionais de saúde mental aumentou muito no hemisfério norte”, disse Barbirato, em entrevista à Agência Brasil.

Prevenção

Para o psiquiatra, no Hemisfério Sul não será diferente. Antes que os números de casos de depressão subam no Brasil, o projeto vai fazer um trabalho preventivo. “Antes que explodam, a gente vai fazer exatamente isso. O nosso trabalho é fazer uma triagem no nosso ambulatório, porque a pandemia começa a ter uma queda, as pessoas já começam a poder sair e, com isso, surgem preocupações e indagações que os pais têm e de certa forma começam também a transmitir isso para as crianças”, observou.

Fábio Barbirato acrescentou que as próprias crianças e adolescentes também acompanharam o assunto nos diversos tipos de mídias e vivenciaram seus medos, alguns até exagerados e sem base científica. De acordo com ele, a divulgação massiva do isolamento social e as crianças que já têm quadro depressivo ou ansioso podem piorar e, quem não tem, mas há uma predisposição, pode apresentar.

“Aí, de alguma forma, quando se abre isso, é aquele medo e aquele pavor. É aquela coisa do menino que viveu o tempo todo em uma floresta e, de repente, é colocado em plena Nova York ou Paris. Ele ouve o barulho e vê aquelas luzes todas e não sabe nem como se locomover. Uma criança de nove, dez anos trancada dentro de casa ouve que se respirar lá fora vai morrer, quando abre as portas como vai ser isso? Pode criar uma série de angústias”, comparou.

“A vida tem que voltar ao normal em algum momento. A gente não pode criar fantasias de que a vida não vai voltar ao normal nunca mais e a criança terá que ficar o tempo todo dentro de casa.”

O médico demonstrou preocupação com o retorno dos alunos às aulas. Ele recomendou que a volta seja no mais normal possível e sem exageros de informações, além dos cuidados que devem ser tomados quanto a aproximações. “Se fala muito também sem a criança perguntar o porquê. Se a criança perguntar, aí fala. Não pode dividir o copo d'água, não pode dar abraços e beijos. Eu não posso criar uma pandemia do terror com o meu filho e vejo muito pai e mãe assim”, completou.

O psiquiatra disse que o filho dele de 9 anos está tranquilo, apesar de ter visto os pais infectados e a avó internada por causa da covid-19. Ele é hipertenso e sua mulher fez tratamento de câncer, o que os caracterizam em grupos de risco.

“Em momento nenhum criamos medo para ele. A grande questão é como a agente passa para o filho”, disse, destacando que isso não impediu dedizer contar qual era a real situação do quadro clínico da avó.

Serão atendidos 100 crianças e jovens que terão consultas por seis meses. A intenção é que sejam acompanhados por oito anos. “Queremos ver como estarão aos 18 e 24 anos e o quanto esse quadro pandêmico atrapalhou na evolução deles."

Inscrições

Amanhã (6) começam as inscrições, que podem ser feitas pelo telefone (21) 2533-0188 até o dia 31. Depois haverá uma triagem para verificar quem realmente tem quadro de  transtorno ou se é apenas caso de uma questão de angústia passageira.

“Quem pode pagar não vai para lá. Vai lá quem passa necessidade, pessoas das classes C, D e E. Talvez vá pegar a classe média que ficou sem recursos. Muitas pessoas ficaram sem dinheiro nessa fase”, indicou.

Objetivo da pesquisa era verificar se a prática de exercícios estava de fato sendo algo positivo durante o confinamento - Foto: Divulgação

Praticar exercício é um hábito saudável, mas em tempos de distanciamento social e maior dificuldade para manter uma rotina de atividades físicas, a preocupação com a boa forma pode não estar sendo benéfica à saúde mental da população. Esta é uma das conclusões a que chegaram pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), da Universidade Federal do Ceará (UFCE) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), que se uniram para realizar a pesquisa on-line “Efeitos da atividade física e do exercício sobre o bem-estar no contexto da pandemia de Covid-19”, entre os dias 31 de março e 02 de abril.

O estudo nacional ouviu 592 pessoas de todas as regiões do país e de quase todos os estados. Para participar, era preciso ter mais de 18 anos e estar em isolamento social por pelo menos uma semana. Entre os respondentes, 63% são mulheres e 37% são homens.

De acordo com Alberto Filgueiras, professor do Instituto de Psicologia da Uerj e coordenador do Laboratório de Neuropsicologia Cognitiva e Esportiva (LaNCE), o objetivo da pesquisa era verificar se a prática de exercícios estava de fato sendo algo positivo durante o confinamento.

"Os indivíduos sedentários que passaram a se exercitar só agora na quarentena apresentaram piores níveis de bem-estar emocional (22%) do que os que sempre fizeram atividade. Da mesma forma, aqueles que já praticavam exercício regularmente mas aumentaram a intensidade dessas atividades também tiveram baixos índices de bem-estar emocional (26%)", afirma Filgueiras.

Para ele, o que fica claro é a importância de não se alterar drasticamente a rotina e os hábitos de antes da quarentena, pois essa mudança gera mais ansiedade e, consequentemente, mais adoecimento mental. Outro ponto importante é a necessidade de se recorrer à ajuda de profissionais especializados para a prática das atividades físicas. Um dado que chama a atenção é a procura por aplicativos e vídeos no YouTube para a realização de exercícios.

Antes da pandemia, apenas 4% dos pesquisados faziam uso desses recursos na hora de se exercitar. Agora, em isolamento social, 60% recorreram às ferramentas tecnológicas. Para Filgueiras, o tratamento não individualizado oferecido pelos aplicativos contribui para os baixos níveis de bem-estar apresentados por esses grupos.

"Da mesma forma que muita gente recorreu a atendimento psicológico on-line, seria fundamental também que as pessoas enxergassem que praticar exercício é bom para a saúde, mas é preciso um olhar mais direcionado ao seu perfil e às suas necessidades, principalmente nesse momento", ressalta o professor.

Conforme o estudo, a mudança no estilo das atividades também impactou negativamente o nível de bem-estar mental em geral. Antes da pandemia, 27% das pessoas mantinham atividades ao ar livre e, depois, apenas 3%. Os exercícios praticados antes da quarentena que envolviam contato físico, como esportes coletivos, academias e natação, foram substituídos por treino de força, que passou de 5,2% para 13,9%, e treinamento funcional, que aumentou de 4,4% para 49,3%.

"Quem manteve o mesmo estilo de atividade foi menos impactado negativamente, reforçando mais uma vez que a quarentena não é o momento para se fazer mudanças abruptas no estilo de vida", conclui Filgueiras.

Cidade do Rio vai ganhar nova iluminação pública, câmeras de reconhecimento facial e pontos de wi-fi - Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

A cidade do Rio de Janeiro irá passar por uma modernização em toda sua rede de iluminação pública, por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP), envolvendo investimentos em tecnologia de ponta, da ordem de R$ 1,4 bilhão. A iniciativa deve trazer benefícios ao carioca pelas próximas duas décadas.

Resultado de um esforço coletivo de várias secretarias municipais, a PPP da Iluminação Pública da Cidade do Rio aponta para uma “revolução no sistema”, que passa a ser operado pelo consórcio Smart Luz – formado por diversas empresas do ramo -, vencedor da licitação. A iniciativa promete dar mais energia aos cofres públicos, com uma economia prevista de R$ 120 milhões por ano.

Com a PPP, o Rio vai ganhar 450 mil luminárias com tecnologia LED. Pelo menos 90 mil pontos de luz vão passar por modificações já nos próximos 12 meses. Cerca de 34,5 mil postes de iluminação pública serão trocados. Todo o sistema será monitorado em tempo real, através de um centro de controle operacional.

Também serão instalados 5 mil pontos de wi-fi e 10 mil câmeras, sendo 40% delas com reconhecimento facial. A localização desses pontos vai considerar estudos desenvolvidos pelas áreas competentes. O Centro de Operações Rio (COR) indicará quais são as regiões que mais demandam pontos de internet. Já a Secretaria de Ordem Pública (Seop), por sua vez, contribuirá, baseado também em levantamentos oficiais das forças de segurança, com o apontamento de regiões que requerem mais atenção em todos os bairros da Capital.

O presidente da Rioluz, Paulo César dos Santos, afirma que junto com a economia anual prevista, a vida útil do sistema de iluminação será consideravelmente mais extensa, gerando ainda menos descarte de equipamentos na natureza. Ele cita que o consórcio operador do parque é incentivado a criar modelos de autogeração de energia, como placas e painéis solares. Esse incentivo se dá através de bonificações e tem como objetivo deixar para a cidade do Rio um legado de consumo sustentável de energia.

Entre os detalhes da modernização da iluminação pública, estão a instalação de seis mil sensores semafóricos e quatro mil sensores de resíduos em bueiros. Essas alternativas também terão impactos nas políticas de sustentabilidade e na redução da emissão de gás carbônico. No último dia 18, a Prefeitura, que faz manutenção diária na rede, com ordenamento de fiações, trocas de lâmpadas e outros equipamentos, iniciou a etapa piloto do projeto.

“Trata-se de um marco em políticas de segurança, qualidade de vida, tecnologia e gestão ambiental”, assegura Paulo, fazendo questão de exaltar a participação de Max Kelli, que o antecedeu na presidência do órgão. Kelli morreu de covid-19 em abril. “Ele foi incansável para o sucesso desse projeto”, completa.

A sustentabilidade caminha lado a lado com a modernização. Para a arquiteta e urbanista, especializada em iluminação de arquitetura, Mônica Luz Lobo, a iluminação concebida de forma sustentável contribui para o meio ambiente de diversas formas, como por exemplo a redução da produção e descarte de lixo no planeta.

“A iluminação tem o poder de revelar, dar significado e construir atmosferas, além, claro, de prover a luminosidade adequada para o desempenho de tarefas. Todo este trabalho gera consumo e este consumo precisa ser consciente e preciso”, afirmou Mônica.

A arquiteta destacou que, com a evolução da tecnologia, a indústria de iluminação passou a ter uma gama enorme de ferramentas disponíveis para sua utilização a serviço do bem-estar e do respeito à fisiologia do ser humano.

“Cada produto precisa ser utilizado com inteligência. E a inteligência está em atingir um resultado luminoso com um menor consumo, tirando partido de uma combinação de ótica adequada, baixo consumo e entendimento esperto de percepção visual”, ressaltou.

Sustentabilidade – O uso de energia solar é outra forma sustentável para se obter eletricidade, por isso o tema esteve em pauta na Assembleia Legislativa (Alerj) e agora trará benefícios para os consumidores. Os contribuintes que tiverem pequenos geradores de energia solar fotovoltaica, que injetam na rede elétrica a produção de placas solares que excedem seu consumo, terão isenção no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que é cobrado pela geração de energia.

É o que estabelece a Lei 8.922/2020, de autoria original do deputado André Ceciliano (PT), que foi sancionada pelo governador Wilson Witzel e publicada pelo Diário Oficial do Estado na última quarta-feira (1º). A norma determina a concessão do benefício correspondente à energia injetada na rede de distribuição somada aos créditos de energia ativa originados, no mesmo mês ou em meses anteriores, na própria unidade consumidora ou em outra unidade de mesma titularidade.

Mais Artigos...

Inscreva-se através do nosso serviço de assinatura de e-mail gratuito para receber notificações quando novas informações estiverem disponíveis.