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Qua, Jun

Sindilojas atualiza proposta de reabertura de comércio em Niterói

Uma das medidas é reduzir a entrada de clientes nas lojas - Foto: Marcelo Feitosa

Niterói
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Como resultado de novos debates junto ao empresariado local, o Sindicato dos Lojistas (Sindilojas) apresentou nesta quinta-feira, 23, ao prefeito Rodrigo Neves, uma versão atualizada das propostas para a reabertura dos estabelecimentos de Comércio e Serviços em Niterói.

Em documento assinado pelo presidente do sindicato, Charbel Tauil Rodrigues, os empresários assumiram com a prefeitura o compromisso de fornecer máscaras e luvas de proteção para seus colaboradores, assim como álcool gel (ou álcool 70 graus) para uso geral nos estabelecimentos, que deverão adotar e observar novas rotinas e horários de funcionamento conforme o ramo. Na entrada das lojas haverá controle de acesso, sendo observado um limite de 30% de público, além de espaçamento mínimo de um metro em filas e atendimentos em balcões.

A proposta prevê os seguintes horários: lojas de rua, das 10 às 18 horas; shoppings, das 12 às 20 horas; lanchonetes (de rua), das 10 às 18 horas; serviços em geral, das 08 às 16 horas, e bancas de jornais, das 08 às 20 horas.

"Buscamos conjugar os cuidados com a saúde pública com o imediato retorno de todas as atividades comerciais no município, protegendo os cidadãos e preservando empregos e empreendimentos. Queremos enfatizar à população o fato de que, em Niterói, comércio e serviços vão reabrir, porém com segurança, higiene e respeito à vida", diz Charbel Tauil.

Visando reduzir as possibilidades de ajuntamentos humanos, o Sindilojas propôs ainda à prefeitura a determinação para que as empresas de ônibus voltem a operar, de imediato, com 100% de suas frotas e horários. Com o mesmo intuito, sugeriu que os condomínios de edifícios comerciais sejam obrigados a manter 100% dos seus elevadores em funcionamento, durante os horários de expediente.

"Estamos sugerindo também a deflagração de uma ampla campanha publicitária estimulando a população a prestigiar o comércio local, principalmente as empresas de pequeno porte", revela Charbel Tauil. "O fato é que estamos com os empreendimentos de Comércio e Serviços à beira da falência, em Niterói. Se nada for feito a respeito, as falências e o desemprego em massa serão uma triste e inevitável realidade em nosso município, com longas e dolorosas repercussões", finaliza o presidente do Sindilojas.

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