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Profissionais convocados para enfrentamento à Covid-19 passam por treinamentos específicos no Huap

Profissionais convocados para enfrentamento à Covid-19 passam por treinamentos específicos no Huap - Divulgação

Niterói
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Os profissionais de saúde aprovados no Processo Seletivo Emergencial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para o Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap) começaram, nesta segunda-feira (11), a receber os primeiros treinamentos no contexto de Covid-19. Até o momento, são 111 convocados temporariamente para atuação no enfrentamento à doença, sendo: 55 técnicos em enfermagem; 20 enfermeiros; 20 fisioterapeutas; e 16 médicos.

Na última semana, os profissionais estiveram no hospital para apresentação de documentos e exames admissionais. Aqueles que passaram por esta primeira etapa sem nenhum impedimento, foram convocados a assinarem o contrato e iniciarem os treinamentos de imediato. Estes são da ordem do processo de iniciar com a paramentação e finalizar com a desparamentação, realizados por médicos designados para dar apoio ao Serviço de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho (SOST) do Huap.

Além dos treinamentos gerais, as equipes de enfermeiros e técnicos de enfermagem também irão passar por outros de manejo de materiais contaminados e preparação do corpo pós morte por coronavírus. Após esta fase, os profissionais recém-chegados já podem atuar no enfrentamento à Covid-19. Segundo o médico da Divisão de Gestão do Cuidado do Huap, Bruno Barcellos, o grupo de convocados que está chegando é muito heterogêneo, e, por isso, é preciso uniformizar o treinamento dos profissionais, a fim de protegê-los no ambiente de trabalho.

"Eles estão chegando a um hospital novo, em que não conhecem e não sabem como funcionam os fluxos, em termos físicos e operacionais, além de ser uma doença ainda pouco conhecida. Para dar maior segurança e garantir que eles não vão adoecer, é uma obrigação nossa de treinar todas estas pessoas para que elas saibam pelo menos usar os equipamentos de proteção individual. A maior parte da contaminação de coronavírus não acontece durante a manipulação do paciente, mas durante a desaparamentação, ou seja, retirar estes equipamentos", conta.

 

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