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Propostas

Por meio de nota, os Correios esclarecem que “participaram de dez encontros na mesa de negociação com os representantes dos trabalhadores, quando foi apresentada a real situação econômica da estatal e propostas para o acordo dentro das condições possíveis, considerando o prejuízo acumulado na ordem de R$ 3 bilhões. Mas as federações, no entanto, expuseram propostas que superam até mesmo o faturamento anual da empresa, algo insustentável para o projeto de reequilíbrio financeiro em curso na empresa”.

Ainda de acordo com a nota, a empresa informa que “no momento, o principal compromisso da direção dos Correios é conferir à sociedade uma empresa sustentável. Por isso, a estatal conta com os empregados no trabalho de recuperação financeira da empresa e no atendimento à população”.

Questionados sobre a adesão dos funcionários e funcionamento das agências, os Correios disseram que a paralisação é parcial e que não afeta os serviços de atendimento da estatal.

A empresa informou que já colocou em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas.

Segundo um levantamento divulgado pela estatal, 82% do efetivo total dos Correios no Brasil está trabalhando regularmente. Esse balanço é de 80% no Estado do Rio de Janeiro, segundo os Correios.


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