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Amazônia: Bolsonaro diz que estados serão ouvidos

Presidente diz que governadores e deputados terão ciência de decisões de conselho

O presidente Jair Bolsonaro falou sobre o planejamento do Conselho da Amazônia na saída do Palácio da Alvorada

Antonio Cruz/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira(13) que não vai incluir secretários e governadores no Conselho da Amazônia, reativado esta semana e que será coordenado pelo vice-presidente Hamilton Mourão. "Tem bastante ministros. Nós não vamos tomar decisão sobre Amazônia sem conversar com o governador, com a bancada do estado. Mas se colocar muita gente, é passagem aérea, hospedagem, uma despesa enorme e que não resolve nada", disse.

Ao deixar o Palácio da Alvorada pela manhã, Bolsonaro reforçou que Mourão, que é general do Exército, já serviu na região e que vai usar a estrutura da Vice-Presidência, por isso o conselho não precisará de orçamento próprio. O objetivo é integrar ações federais na região amazônica, incluindo articulação com estados, municípios e sociedade civil.

O colegiado reúne, além da Vice-Presidência, 14 ministérios. Criado originalmente em 1995, no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, o conselho era subordinado ao Ministério do Meio Ambiente e tinha, entre os seus integrantes, os governadores dos estados da região.

Greenpeace - Na saída do Palácio, ao ser questionado por um repórter sobre o planejamento do Conselho da Amazônia, o presidente afirmou não conhecer o Greenpeace. Sobre a ONG internacional, Bolsonaro perguntou: "Quem é Greenpeace? Isso é um lixo,um lixo!"

Em resposta a organização apontou, pelo Twitter, seu trabalho de atuação em defesa e proteção ao meio ambiente, relacionando seus esforços para recolher o lixo pelo planeta.

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