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Crivella vai pedir suspensão de liminar da Linha Amarela

Prefeito do Rio de Janeiro participou de uma audiência com o presidente do TJRJ nesta sexta

A Linha Amarela é uma das principais vias expressas da cidade, ligando a Barra da Tijuca à Ilha do Governador, um dos acessos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão

Tania Rego/Agência Brasil

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, vai entrar, na próxima semana, com um recursos contra a decisão da 6ª Vara de Fazenda Pública que suspendeu o processo de encampação da Linha Amarela. A liminar foi dada no dia 6 de novembro, em ação proposta pela concessionária Lamsa. O comunidade foi feito pelo próprio Crivella, em audiência com o presidentes do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJRJ), o desembargador Claudio de Mello Tavares, nesta sexta-feira (8).

 

De acordo com o prefeito, a Procuradoria Geral do Município vai protocolar um pedido de suspensão de segurança, medida que permite suspender os efeitos de liminares para evitar grave lesão à ordem, saúde, segurança e economia pública.

“Nossa expectativa é que o presidente do Tribunal possa analisar nosso pedido e decidir em favor do município. Achamos que o município está sendo prejudicado pelo alto preço do pedágio. Era para ser dez anos e passou para quarenta anos. E como não se considera o fluxo de automóveis, o lucro que a Lamsa tem não entra na conta”, disse o prefeito Marcelo Crivella.

Durante a audiência com o desembargador, Marcelo Crivella explicou os motivos que o levou a decidir encampar a Lamsa. Ao final do encontro, o desembargador Claudio de Mello Tavares informou que, tão logo o recurso seja apresentado, dará prioridade para analisar o pedido em razão da importância da via para a cidade e a população carioca.

"O prefeito informou que irá recorrer da decisão da 6ª Vara de Fazenda Pública e pretende que o Tribunal de Justiça conceda a suspensão da liminar no sentido de que o município possa assumir operação da Linha Amarela e que a questão da indenização seja discutida à parte nos autos do processo. Vou estudar, evidentemente, com todo o cuidado, considerando que se trata de um tema sensível para a população do Estado do Rio de Janeiro, como também, envolvendo uma grande empresa e a Prefeitura do Rio. Assim que receber o recurso darei prioridade", afirmou o presidente do TJRJ.

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