NITERÓI/RJ
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Huap: R$ 3 milhões para obras e equipamentos

Hospitais Universitários da Rede Ebserh terão verba total de R$ 108 milhões

O Antonio Pedro é considerado a maior e mais complexa unidade de saúde da Grande Niterói

Douglas Macedo

Os hospitais da Rede Ebserh receberão, até dezembro, mais de R$ 108 milhões para investimento em estrutura física e tecnológica. O anúncio foi feito na última semana pelo presidente da Rede Ebserh, Oswaldo Ferreira, na abertura de um evento que reuniu gestores da sede e das unidades vinculadas. No caso do Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), a expectativa total de crédito é de R$3.701.244. O objetivo é criar condições materiais e institucionais para que o Huap desempenhe plenamente suas funções em ensino, pesquisa e assistência à saúde.

A liberação da verba se dará por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais, gerido pela Ebserh, com recursos vindos dos ministérios da Educação (MEC) e da Saúde (MS). O dinheiro será destinado a obras para reforma, melhoria estrutural e renovação do parque tecnológico dos hospitais. O programa em questão inclui equipamentos de infraestrutura, médico-hospitalares, de hotelaria hospitalar e de tecnologia da informação.

O superintendente do Hospital Universitário Antonio Pedro, Tarcísio Rivello, assinou o contrato de objetivos no valor total de R$ 3.701.244, com o compromisso de aplicação dos recursos em itens que já estavam planejados. Dessa verba, R$ 3.037.244 será utilizado na aquisição de equipamentos médico-hospitalares, R$ 554 mil serão investidos na compra de aparelhos e softwares de tecnologia da informação, e os R$ 110 mil restantes vão ser usados na aquisição de equipamentos de infraestrutura para o hospital.

Para a consolidação desse planejamento, foi implementado um plano de investimentos que estabeleceu a priorização de acordo com critérios técnicos, viabilizando as ações propostas. A iniciativa contou, ainda, com o contrato de objetivos – assinado pelo presidente da Ebserh e pelos superintendentes dos hospitais – que estabelece a responsabilidade dos envolvidos. Na prática, isso significa que uma obra, por exemplo, apenas receberá os investimentos após o comprometimento com o seu término, o que evitará o desperdício de dinheiro público.

Para Oswaldo Ferreira, o contrato é uma metodologia de trabalho que se reflete em uma expetativa real de crédito: “O que está registrado será cumprido, tanto da parte da sede quanto da parte dos hospitais”. Segundo ele, a próxima etapa é em novembro: a assinatura de um contrato com previsão de ações para 2020. “Isso significa atuar com antecipação, o que nos permitirá cumprir as diversas tarefas planejadas antecipadamente, priorizando o que deve ser realizado. O gestor tem que ter essa antecipação”, disse o presidente da Ebserh.

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