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Dom, Set

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Mostra fotográfica está em cartaz no Centro de Tradições Nordestinas - Foto: Divulgação

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A exposição fotográfica coletiva "Da abundância à escassez", que discute a necessidade de se avançar no saneamento básico, chega em São Gonçalo quatro anos após a primeira montagem, no Museu do Amanhã. Criada para acompanhar o seminário Crise Hídrica no Brasil, em junho de 2016, a mostra tem apoio do Projeto #Colabora e realização da prefeitura de São Gonçalo.

Formada por 10 painéis, com 26 fotos, sempre com a água como fio condutor, a exposição, que tem supervisão de Custódio Coimbra, consultoria de Jayme Zettel e concepção cênica e curadoria de Joana Coimbra, mostra a visão impactante de 12 fotógrafos sobre as belezas hídricas do Brasil e os problemas associados a elas. Em cartaz de terça a domingo, no Centro de Tradições Nordestinas, em Neves.

Ele morreu aos 76 anos por complicações do diabetes

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O cantor e compositor Gerson King Combo morreu na noite de ontem (22), aos 76 anos, por complicações do diabetes e infecção generalizada. Considerado o Rei do Soul no Brasil, ele era reconhecido como um dos principais nomes da música negra no país.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, ele morreu horas depois de dar entrada no Hospital Municipal Francisco da Silva Telles.

Nascido em 1943, no Rio de Janeiro, Gerson King Combo adotou seu nome artístico em homenagem ao grupo de jazz King Curtis Combo, dos Estados Unidos. Antes disso, chegou a assinar composições como Gerson Côrtes, mesmo sobrenome de seu irmão, Getúlio Côrtes, que compôs o sucesso Negro gato.

Segundo o Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, Gerson foi convidado pelo irmão para trabalhar como coreógrafo do programa "Jovem Guarda", apresentado por Roberto Carlos. Anos depois, ele também foi convidado por Chacrinha para coreografar a dança das chacretes.

Ainda de acordo com o dicionário, Gerson esteve entre os artistas que fizeram parte do Movimento Black Rio, que fazia shows no subúrbio da capital fluminense nos anos 1970 e contava também com nomes como Tony Tornado, Carlos Dafé, Sandra de Sá, Don Salvador, Tim Maia, Tony Bizarro, Lady Zú, Cassiano e Os Diagonais.

Antes de seguir carreira solo, Gerson cantou nas bandas de Wilson Simonal e Erlon Chaves e ajudou a fundar a Banda Black Rio.

Em 2009, Gerson King Combo esteve ao lado de outros grandes nomes das artes no Brasil ao receber a Ordem do Mérito Cultural do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma cerimônia que homenageou também o compositor Heitor Villa-Lobos, cuja morte completava 50 anos.

Entre os homenageados naquele dia estavam os grafiteiros Otavio Pandolfo e Gustavo Pandolfo, internacionalmente conhecimentos como Osgemeos. O Instagram oficial da dupla postou uma mensagem em homenagem ao Rei do Soul nesta quarta-feira: "Descanse em paz, grande mestre Gerson King Combo".

Entre outros artistas que homenagearam o cantor estão os cantores Buchecha, Rashid e Thayde. O grupo Racionais MC's também usou o Twitter para desejar que Gerson King Combo descanse em paz, e o rapper Mano Brown, integrante dos Racionais, acrescentou que "Nossos heróis te aguardam".  

O velório do cantor e compositor da música negra está marcado para as 18h30 de hoje na Capela Santo Cristo, em Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro. Já o sepultamento será amanhã (24), às 10h45, no cemitério do mesmo bairro, localizado na Praça Nossa Senhora da Apresentação, 198.

Mingo Silva interpreta sambas de sua autoria e de outros compositores - Foto: Divulgação

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Mingo Silva é o convidado da live do Projeto Clássicos do Samba do Theatro Municipal de Niterói, nesta quarta, às 19h. Com uma voz diferenciada que lhe é peculiar e uma maneira carismática de cantar, ele interpreta sambas de sua autoria e de compositores já consagrados nas vozes de artistas como Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, João Nogueira, Roberto Ribeiro, Cartola, Monarco, entres outros.


Natural de Niterói, o sambista sempre esteve presente nas rodas de samba no Rio de Janeiro procurando fortalecer os movimentos do samba de raiz. Com isso, teve a oportunidade de conviver e aprender acompanhando como percussionista grandes mestres do samba como Luiz Carlos da Vila, Ratinho, Monarco, Noca da Portela entre outros. Onde: @theatromunicipaldeniteroi/

Grupo Negros & Vozes explora músicas do folclore e dialetos africanos - Foto: Divulgação

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O grupo Negros & Vozes se apresenta nesta terça, às 18h, na Sala Carlos Couto. A transmissão será feita pelo Instagram (@salacarloscouto). O quarteto de cantores de soul music é composto por Bira Barbosa, Anderson Silva, Leandro Justino, Negro Dinho. O Grupo nasceu há 14 anos, na comunidade da Grota do Surucucu, em São Francisco, local onde até hoje boa parte do Grupo trabalha como professores de música no espaço Cultural da Grota.

Inspirados nos ritmos de Grupo dos grupos Boyz II Men, Sampa Crew, Take 6, o Negros & Vozes vem construindo uma carreira sólida com repertório que explora músicas do folclore e canções no dialetos africanos, negro spirituals, soul, samba, pop e blackmusic. A qualidade vocal e a harmonia do grupo impressionam, principalmente a cappella.

Instituições de todo o país promoverão 1,3 mil atividades - Foto: Divulgação

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A 14ª edição da Primavera dos Museus começa hoje (21) e vai até o próximo domingo (27) com atividades virtuais promovidas por instituições de todo o país. O evento é uma ação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e, neste ano, tem o tema Mundo Digital: Museus em Transformação.

“Com o isolamento social provocado pelo Covid-19, o tema propõe experimentar e produzir novas práticas de significado, de linguagens de armazenamento e de disseminação das informações de museus a fim de estimular museus a preservar, a investigar, a comunicar, a interpretar e a expor as coleções de valor histórico, artístico, científico, técnico e cultural, valendo-se das ferramentas digitais e da lógica das redes sociais”, explicou o Ibram, em comunicado.

O guia com a programação completa está disponível na página museus.gov.br. Durante toda a semana, 520 museus desenvolverão mais de 1,3 mil atividades das mais diversas categorias: palestras, visitas virtuais mediadas, exibições de filmes, contações de histórias, exposições, shows musicais e rodas de conversa.

Fernando & Sorocaba fazem live neste domingo, a partir das 16h30, pelo canal oficial da dupla no Youtube - Foto: Divulgação

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Fernando & Sorocaba fazem live, neste domingo, a partir das 16h30, com transmissão no canal oficial da dupla no Youtube. A nova apresentação será exibida diretamente de uma estação ferroviária. Fernando e Sorocaba se conheceram há doze anos, apresentados por amigos em comum. Após perceberam que tinham afinidade musical resolveram formar a dupla. Com um line-up composto por um repertório autoral aliado à tecnologia e efeitos especiais, os músicos já percorreram grande parte do Brasil, além dos Estados Unidos, Europa e América Latina.

Com inúmeros CD’s e DVD’s gravados, a dupla sertaneja Fernando & Sorocaba soma mais de 820 milhões de visualizações no seu canal oficial no YouTube. Os músicos também estão presentes em mais de um milhão de playlists no Spotify, têm 2 milhões de fãs na plataforma digital e mais de 3 milhões de ouvintes mensais. Entre os principais sucessos da dupla estão os hits “Bala de Prata”, “É tenso”, “Tô passando mal” e “Teus segredos”.

Iniciativa terá música, dança, teatro, cinema e literatura - Foto: Divulgação

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O Festival Favela em Casa oferece online e gratuitamente, a partir de hoje (18), em São Paulo, 30 apresentações de arte das favelas: música, dança, teatro, cinema e literatura, além de debates sobre a cultura nas regiões periféricas das cidades. O festival, que vai até o próximo dia 20, é realizado pelo Sesc (Serviço Social do Comércio).

Ao todo, mais de 180 pessoas participam do projeto, entre artistas, pensadores e equipes de produção e de apoio, em sua maioria moradores da periferia da Grande São Paulo. “Criamos um festival para ser gerenciado e produzido por uma equipe composta, majoritariamente, por pessoas periféricas, pretas e independentes, protagonistas e responsáveis pela condução da narrativa que queremos compartilhar”, disse uma das idealizadoras do Favela em Casa, Andressa Oliveira.

Entre os músicos que participarão estão Caue Gas, Emcee lê, Jota Pê, Os Ferrais, Marabu, Ôbigo, Tasha e Tracie, Red Lion, Bia Doxum, e Xote das Mina. No campo da literatura, estarão presentes Felipe Marinho, Kimani, Jessica Campos, Roberta Estrela D'Alva/Slam Blues; e na dança, Aline Constantino, Afrobreak, Babiy Quirino, Djalma Moura, Vanessa Soares, Keyson Idd e Débora Regi.

O festival ocorre na sexta e no sábado, das 19h às 23h e, no domingo, das 15h às 19h. As apresentações poderão ser vistas no Facebook Festival Favela em Casa, no canal Festival Favela em Casa no Youtube, e no Facebook do Sesc SP.

Grupo Negros & Vozes faz apresentação no Instagram da Sala Carlos Couto - Foto: Divulgação

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A Sala Carlos Couto transmite no dia 22 de setembro, terça-feira, às 18 horas, na sua página do Instagram (@salacarloscouto), apresentação do grupo Negros& Vozes.

Negros & Vozes é um quarteto de cantores de soul music, composto por Bira Barbosa, Anderson Silva, Leandro Justino, Negro Dinho. O Grupo nasceu há 14 anos, na comunidade da Grota do Surucucu, em São Francisco, local onde até hoje boa parte do Grupo trabalha como professores de música no espaço Cultural da Grota.

Inspirados nos ritmos de Grupo dos grupos Boyz II Men, Sampa Crew, Take 6, o Negros & Vozes vem construindo uma carreira sólida com repertório que explora músicas do folclore e canções no dialetos africanos, negro spirituals, soul, samba, pop e blackmusic.

Desde o início, a qualidade vocal e a harmonia do grupo impressionam, principalmente quando se apresentam a cappella. As primeiras apresentações da carreira foram em festas de rua, clubes e em projetos culturais como encontro de entidades negras e Shows beneficentes. Desde a sua Criação, o Negros & Vozes já abriu shows e dividiu palco com vários artistas consagrados, tais como Mc Leozinho, Gabriel o Pensador, MV Bill, Abdulla, Luiz Carlos da Villa, Grupo Vocal Garganta profunda, Grupo MPB 4, Banda Brazilians2Wins, Orquestra de Cordas da Grota, entre outros. Cantaram junto com Paula Lima no aniversário de 6 anos do programa Ação da Rede Globo de televisão.

Já passaram pelos palcos do Teatro Municipal de Niterói, Salão Nobre (do Theatro Municipal de Niterói), Teatro Municipal de Araruama, Teatro Oi Casa Grande, Teatro Popular Oscar Niemeyer, Sesc Niterói, Sala Baden Powell, Palácio Guanabara, Solar do Jambeiro, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, além de diversos bares e casas noturnas de Niterói e Rio de Janeiro. Além do Roteiro Niterói - Rio, o grupo traz na bagagem shows em cidades como Belo Horizonte, Salvador e São Paulo. 

Nessa apresentação, o Negros e Vozes conta com a participação especial do Beat Box RafaelEsquillow.

Repertório N&V

1- Não querodinheiro (Tim Maia )

2- Noite do prazer (Cláudio Zoly)

3-My Girl (The Temptations )

4-Uma história de amor(Fanzine )

5-Olhos coloridos (Sandra de Sá )

6-Pensando em você

7-Alguém(Negros e vozes )

8-Aprender (Negros e vozes )

9- Jura que vai sempre me amar(Negros e vozes )

10-Acappella

 N'kossy /Syahamba

 11-Isn'tshelovely (Stevie Wonder )

12-Dont stop (Michael Jackson )

13- Feelgood (James Brown )

14-Me viciou (Negros e vozes )

15-Miss Favela (Negros e vozes )

 

SERVIÇO

Negros& Vozes – Sala Carlos Couto

Data: 22 de setembro

Horário: 18h

Transmissão: Instagram (@salacarloscouto)

Classificação indicativa: Livre

 

Espaço apresenta exposição do artista plástico Ivan Serpa - Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

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Após seis meses fechado, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no centro da cidade do Rio de Janeiro, reabriu hoje (16) em novo horário de funcionamento e com adaptações para receber o público de acordo com os protocolos de segurança para prevenção contra a covid-19.

O acesso ao prédio do CCBB e à exposição Ivan Serpa: a expressão do concreto, de quarta-feira à segunda-feira, das 9h às 17h, será exclusivamente por meio de agendamento prévio e virtual pela plataforma eventim.

Pelas novas medidas de segurança sanitária, estão abertos à visitação com limite de acessos o térreo, a exposição Ivan Serpa no 1º andar e a Confeitaria Colombo. Na exposição, os visitantes têm um fluxo de visitação sinalizado no espaço, que respeita o distanciamento social. Uma vez iniciada a visita, o público não pode voltar ao ponto inicial.

O visitante poderá permanecer no CCBB por uma hora e meia, a partir do horário de agendamento que consta no ingresso.

Visitas suspensas

Estão suspensas as exposições Galeria de Valores e O Banco do Brasil e sua história, o Programa Educativo, o cinema, teatro, arquivo histórico, a biblioteca, o salão de leitura e a videoteca.

O visitante deverá levar sua água, pois os bebedouros estão lacrados por medida de segurança. O uso do guarda-volumes está suspenso. Não é permitida a entrada nas salas de exposição com malas ou bolsas com dimensões superiores a 50 cm x 60 cm.

O uso de máscara durante a permanência no CCBB é obrigatório. A temperatura de todos os visitantes será aferida na entrada. Pessoas com temperatura igual ou superior a 37,5º não poderão entrar no prédio.

Exposição Ivan Serpa

A exposição Ivan Serpa: a expressão do concreto foi fechada por causa da pandemia da covid-19 dez dias depois de inaugurada, em 4 de março. E reabriu hoje (16) apresentando mais de 200 trabalhos, de diversas fases do artista, que morreu precocemente em 1973, aos 50 anos de idade, mas deixou obras que abrangem uma grande diversidade de tendências, utilizando várias técnicas, tornando-se uma referência para novos caminhos na arte visual nacional.

Com curadoria de Marcus de Lontra Costa e de Hélio Márcio Dias Ferreira, a exposição apresenta obras de todas as fases e técnicas utilizadas pelo artista: concretismo / colagem sob pressão e calor / mulher e bicho / anóbios (abstração informal) / negra (crepuscular)/ op - erótica / anti-letra / amazônica / mangueira e geomântica.

“Ivan Serpa surpreende até hoje por sua extrema sensibilidade, pelo seu permanente compromisso com a liberdade que alimenta a verdadeira criação artística. Enquanto críticos e teóricos cobravam do artista uma coerência estética, veiculando-a a uma determinada escola artística, Serpa respondia com a ousadia e o desprendimento característico dos verdadeiros criadores. Entre tantos ensinamentos, a lição que Serpa nos lega é essa ânsia, esse compromisso permanente com a liberdade e a ousadia que transforma a aventura humana em algo sublime e transformador”, disse Marcus de Lontra Costa.

No dia 18 de setembro, às 20 horas, o público poderá acompanhar um encontro de fé e conhecimento no palco do Theatro Municipal de Niterói - Foto: Divulgação

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No dia 18 de setembro, às 20 horas, o público poderá acompanhar um encontro de fé e conhecimento no palco do Theatro Municipal de Niterói. Caridade, amor, ciência e reflexão recheiam o espetáculo “Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor”, que será transmitido no facebook do Theatro Municipal e da Cultura Niterói.

Em cena, os atores Érica Collares e Rogério Fabiano, produtores do espetáculo teatral “Allan Kardec - Um Olhar para a Eternidade”.

O ESPETÁCULO

Um encontro emocionante de fé, amor e caridade entre o médium Divaldo Franco, um dos mais importantes divulgadores da Doutrina Espírita, e sua mentora espiritual, Joanna de Ângelis. “Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor” tem texto de Cyrano Rosalém e trata de um dos inúmeros encontros que originaram ricas obras psicografadas. Em cena, Érica Colares e Rogério Fabiano interpretam os personagens-título, e, com muita responsabilidade, aceitam o desafio de transmitir a mensagem de amor ao público.

“Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor” não é uma biografia, o que nada interfere na compreensão dos espectadores que não conhecem a trajetória do baiano Divaldo Pereira Franco, professor, médium, filantropo, orador espírita brasileiro e tido como o maior divulgador da Doutrina Espírita na atualidade. O espetáculo, que começa em 5 de dezembro de 1945, foca em suas caridades e obras.

Surge no palco um perfeito casamento de filosofia, religião, ciência e ética. Joanna é uma sumidade em ciência! Como espírito evoluído e estudioso, ela é enormemente atualizada com o progresso científico moderno. Ela decidiu fazê-lo através de um médium, Divaldo, exigindo que ele estudasse tanto quanto ela para poder expor suas ideias.

Sobre os atores

Com 40 anos de carreira e já tendo vivido, no teatro, Allan Kardec e Chico Xavier, Rogério Fabiano é quem interpreta Divaldo Franco.

“No palco, eu e Érica fazemos um bate-bola. São encontros de trabalho com Divaldo e Joanna. Psicografando, e, principalmente, em cima do livro ‘Dias gloriosos’. Mas o mais importante da peça é a mensagem. Falamos de caridade, força, fé e da estrutura espiritual. ‘Fora da caridade não há salvação’ é sempre o bordão de tudo em nossa vida mesmo”, explica o ator.

 

A missão de viver Joanna de Ângelis ficou para Érica Collares, que, pela segunda vez, dá vida à entidade ou espírito – a primeira foi em “O encontro espiritual de Léon Dennis & Joanna de Ângelis”. Nessa nova produção, Joanna é o guia espiritual do médium, a quem é atribuída a autoria de maior parte das obras psicografadas dele. “Viver Joanna de Angelis é sempre um desafio. Neste espetáculo, ela já está bem mais evoluída. Ela já se transformou em um espírito de Luz. Estamos contando a história do momento em que ela começa a se relacionar com o Divaldo Franco”, explica Érica.

 

Tradicional Mostra de Teatro da OST, que acontece todo ano na cidade de Niterói, vem em novo formato em 2020 - Foto: Divulgação

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A tradicional Mostra de Teatro da OST, que acontece todo ano na cidade de Niterói, vem em novo formato em 2020. Por conta da pandemia do novo coronavírus, a escola adaptou as apresentações dos alunos para o meio digital, porém de uma maneira inovadora, para além do simples teatro filmado. Em parceria com a produtora audiovisual Alomnésia, a Oficina Social de Teatro apresenta, a partir desta terça-eira (15), o Festival de Cinema da OST, com produções realizadas remotamente.

Os filmes serão exibidos no canal do YouTube da Oficina Social de Teatro (www.youtube.com/galeradaost) como ESTREIA, permitindo aos espectadores assistirem todos juntos, interagindo por comentários, simultaneamente. O valor dos ingressos será realizado através de doação colaborativa.

Programação:

ONDE ESTÁ O ABSURDO?

Inspirado em 'Quem tem medo de Itália Fausta', de Miguel Magno e Ricardo de Almeida

SINOPSE: Um filme que é feito de quadros ou sketches que em seu somatório forma um todo que pode ou não ser coerente. Várias cenas que trazem várias temáticas e que, de alguma forma, propõem uma discussão sobre dramas existenciais, frustrações, insucessos etc. Inspirado na obra QUEM TEM MEDO DE ITÁLIA FAUSTA, de Miguel Magno e Ricardo de Almeida.

Roteiro: coletivo

Direção artística: José Geraldo Demezio

15 de Setembro (terça-feira), às 20h

Elenco: Carol Lopes, Angra Castro, João Victor Senna, Fernão Zobaran, Rayssa Gomes, Katia Modesto, Cláudia Mattos, Lídia Romão

Classificação etária: 16 anos

 

AS VOZES DA IGNORÂNCIA

SINOPSE: A Ignorância se personifica através dos atores, assumindo vários rostos, e abre um diálogo com os espectadores, demonstrando como em muitos fatos e momentos vividos todos deixam ela falar, até que a mesma toma o controle e dirige muitas ações, como no preconceito de toda espécie, violência e abuso em todas as formas, ingratidão ou no poder que corrompe mesmo aqueles que se dizem mais justos.

Roteiro: coletivo

Direção artística: Igor Pontes

28 de Setembro (segunda-feira), às 20h

Elenco: Luan Nascimento da Silva Ábido, Juci Ribeiro, Thales Campos da Rocha, Bruno Ferreira, Maria Clara Azevedo, Queilla Gonçalves, Isabella Felippe, Thaíssa Aceti, Lua Mondoni

Classificação etária: 16 anos

A 19ª edição contou com 910 inscritos de várias partes do Brasil e vai exibir 53 curtas, médias e longas de todos os gêneros. Mostra é dedicada ao artista Sergio Ricardo.

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Este ano a Mostra do Filme Livre, a maior mostra de filmes independentes do Brasil, vai acontecer pela primeira vez no formato on line, devido à pandemia, de 12 a 20 de setembro através de parceria com o site www.poloaudiovisual.tv. Neste período a MFL vai exibir 53 filmes da nova safra autoral e de invenção audiovisual do Brasil, todos podem ver a qualquer hora e de qualquer local, gratuitamente. O evento recebeu 910 inscrições e teve 53 filmes selecionados. Foram inscritos 870 curtas e médias e 40 longas (+70min.). Desde 2002 a MFL já esteve em mais de 80 cidades exibindo filmes livres para mais de 150.000 pessoas, valorizando filmes e realizadores que muitas vezes não seriam vistos e/ou sabidos de outras formas, por não terem cunho comercial / industrial. A seleção 2020 esta em https://www.mostralivre.com , vários filmes possuem trailers.  

A MFL 2020 será dedicada à memória do artista multimídia Sérgio Ricardo, que foi homenageado na edição de 2009 e que faleceu em julho de 2020, aos 88 anos. Haverá uma live de abertura, dia 12-09 às 19h, com o criador da mostra e curador Guilherme Whitaker e com os diretores Victor Magrath e Marina Lutfi, do média "Na Rota do Vento, O Cinema na Música de Sérgio Ricardo", que será exibido como convidado. Outras duas lives / debates irão acontecer: dia 19, às 19h, com os curadores Gabriel Sanna e Scheilla Franca e a direção do longa baiano "Até o fim", Ary Rosa e Glenda Nicácio.  O filme será exibido como convidado apenas neste dia 19. E dia 20 às 19h a live de encerramento, com GuiWhi e a direção dos 3 filmes a serem premiados. O júri será formado por nomes atuantes no audiovisual independente:  Cláudia Cárdenas, Ewerton Belico e Beatriz Vieirah.  

Os filmes serão exibidos dentro de 4 recortes: Panoramas Livres (curtas, médias e longas), Mundo Livre (filmes feitos por brasileiros no exterior), Biografemas (filmes sobre outros artistas) e Pílulas (filmes de até 5min.), todas sessões já tradicionais da MFL.  O júri definirá os 3 filmes mais instigantes, que ganharão o troféu "Filme Livre!". Dentre os 53 filmes desta edição especial (a edição regular, física, exibia 200 filmes) estão curtas, médias e longas de todos os formatos e gêneros, feitos por cineastas de todo o Brasil. 

Para GuiWhi, que criou o evento em 2002 no RJ, “a MFL nasceu para dar mais espaço e visibilidade às produções sem patrocínios, normalmente em vídeo (importante ressaltar que nesta época existia diferença entre cinema e vídeo), que não tinham espaço. Este ano será um divisor de águas: muitos eventos, como a MFL, que só aconteciam em salas de cinema e usavam a internet basicamente para divulgação, e agora, obrigados a usar a web para acontecer, vão se ampliar e dificilmente deixarão de fazer sessões online nas próximas edições. Se não exibir a mostra completa, ao menos algumas sessões deverão acontecer também online, até para alcançar um público maior do que apenas de quem pode ir às sessões físicas, o que não deixa de ser bom. Pessoas fora do eixo RJ/P/DF, onde a MFL costumava acontecer, e que sempre quiseram participar e ver nossos filmes, este ano poderão assistir, de qualquer lugar e a qualquer hora, toda a mostra". 

Será a primeira edição sem o patrocínio do CCBB (desde 2002 a MFL era financiada pelo Banco do Brasil e acontecia no CCBB Rio - depois chegando aos CCBBS SP, DF e MG, sempre através da Lei Rouanet). Por isso a MFL está fazendo uma campanha para arrecadar verba a fim de remunerar quem trabalha no evento este ano. Camisas 2020 originais e retrôs da mostra, canecas e diversas obras de arte doadas por artistas são as recompensas para quem ajudar, em www.benfeitoria.com/mfl2020.  A mostra ganhou o edital especial (Covid-19) de cultura do Governo do Estado do Rio de Janeiro e tem o apoio do Polo Audiovisual e da Fábrica do Futuro para acontecer.

Nestes 18 anos, a MFL homenageou grandes cineastas do nosso cinema, como Fernando Spencer, Luiz Rosemberg Filho, Andrea Tonacci, Eliseu Visconti, Ana Carolina, Sérgio Ricardo, Jose Sette, Edgard Navarro, Helena Ignez, Maurice Capovilla, Joel Pizzini, Sylvio Lanna e Luiz Paulino dos Santos, entre tantos outros.

A MFL nasceu e segue existindo para reverberar e valorizar filmes feitos sem grandes patrocínios, uso de editais e/ou leis de incentivos, filmes feitos em casa e/ou por pequenas empresas, entre amigos e/ou sozinhos. “A cada ano o Brasil produz milhares de filmes assim, de todos os formatos e gêneros. A MFL foi o primeiro festival a não fazer distinção alguma, ao mesmo tempo que buscava e segue buscando, neste manancial, os filmes que mais fogem do lugar comum narrativo, estético”, diz GuiWhi.

A Mostra do Filme Livre faz parte do Fórum dos Festivais.

 

LIVES:

dia 12-09, às 19h - Abertura: Com GuiWhi, Mariana Lufti e Victor Magrath, homenagem a Sérgio Ricardo

dia 19-09, às 19h - Debate com os curadores Gabriel Sanna e Scheilla Franca e os cineastas "Até o fim", Ary Rosa e Glenda Nicácio. 

dia 20-09, às 19h - Encerramento: Debate com GuiWhi e a direção dos 3 filmes premiados. 

 

SERVIÇO  

MFL2020 // 19ª. Mostra do Filme Livre

Programação completa: www.mostralivre.com 

Site das exibições: www.poloaudiovisual.tv 

Datas: de 12 a 20 de setembro de 2020 

Classificação: consultar programação em www.mostralivre.com 

Realização: WSET Multimídia  

Apoio: Polo Audiovisual, Fábrica do Futuro e Gov. Estado Rio de Janeiro.

Mais informações: 22 997773200 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Imprensa: Alexandre Aquino > 21 | 98842 3199 // Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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