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Ter, Set

Desfalcado, o Rubro-Negro de Torrent enfrenta o Barcelona de Guayaquil nesta terça

A goleada sofrida para o Del Valle-EQU caiu como uma bomba no Flamengo. Para piorar, os rubro-negros acumulam problemas para o confronto desta terça-feira, às 19h15 contra o Barcelona-EQU, em Guayaquil.

Ao todo, o técnico Domènec Torrent tem nove desfalques. A delegação tem sete jogadores com Covid, além do zagueiro Gustavo Henrique, suspenso, e do atacante Gabigol, lesionado. Os jogadores que testaram positivos foram: os laterais direitos Isla e Matheuzinho, o lateral esquerdo Filipe Luís, o meia Diego, além dos atacantes Michael, Vitinho e Bruno Henrique.

Vale lembrar, que o atleta Vitinho foi o último a ser confirmado com a doença nesta segunda-feira. Ele testou positivo para a covid-19 no exame de contraprova. Portanto, o Rubro-Negro perdeu seus principais jogadores de velocidade que atuam pela beirada de campo, trazendo um sério problema para Torrent resolver de última hora.

A Conmebol rechaçou adiar a partida e o Flamengo agilizou a ida de quatro jogadores para o Equador. O lateral direito João Lucas, o zagueiro Natan e os atacantes Guilherme Bala e Rodrigo Muniz.

Se a situação já estava ruim, Torrent ainda não conseguiu ter uma boa preparação, pois cinzas do vulcão Sangay impediram o treino do Flamengo.

Com muitos problemas, Dome tem o principal deles na lateral direita. A tendência é a de que Renê seja improvisado no setor, com o jovem Ramon na esquerda. Apesar disso, a viagem de João Lucas tomou uma enorme importância pelo fato do time flamenguista ter perdido dois jogadores da posição para a partida. João acaba se tornando a solução para o problema. Na frente, Pedro ficará ao lado de Arrascaeta e Everton Ribeiro.

O Barcelona vai a campo com a obrigação da vitória para ter alguma chance de classificação para as oitavas de final. Sem pontos, os equatorianos jogam suas últimas fichas nesta partida.

Tanto que o técnico Fabián Bustos vai escalar uma formação ofensiva contra os cariocas. Além disso, o Barcelona vai contar com os retornos de três jogadores Damián Díaz e Bruno Piñatares, que estavam suspensos, além de Jonathan Álvez, recuperado de lesão.

 

Glorioso de Paulo Autuori já empatou sete vezes no Brasileirão - Foto: Vitor Silva / Botafogo

Tem sido rotina neste Campeonato Brasileiro: Botafogo em campo e empate no placar. Foi assim contra o Santos, no último domingo, no Estádio Nilton Santos. A principal figura do Fogão na noite foi o goleiro Gatito Fernández, responsável por segurar as pontas e frear o ímpeto santista. Apesar de o rival ter sido mais perigoso, especialmente no segundo tempo, o zagueiro Marcelo Benevenuto destacou a atuação do time carioca.

"Fica um gosto de derrota pelo que apresentamos no jogo. A equipe foi muito intensa. Faltou mesmo o gol.", avaliou o zagueiro, que, mais uma vez, teve atuação segura.

Este foi o sétimo empate do Botafogo no Campeonato Brasileiro. A equipe venceu apenas uma vez e amarga uma sequência de sete jogos sem ganhar no torneio. O Glorioso está no Z-4, na 18ª colocação.

A ordem no Botafogo agora é concentrar as atenções para a Copa do Brasil. Na quarta, às 21h30, o Alvinegro faz um clássico decisivo contra o Vasco pela quarta fase do torneio. Como venceu o jogo de ida por 1 a 0, tem a vantagem do empate.

"Agora é focar na Copa do Brasil. Ir lá em São Januário e conseguir a classificação", encerrou Marcelo Benevenuto.

 

Gustavo está com 18 anos e 1.93m - Foto: Divulgação

Confirmada a assinatura do contrato do atleta Gustavo Martins; do sub 20 com o Grêmio Futebol Porto Alegrense. A renovação de contrato vigora até o final do ano de 2022.
Nascido e criado no bairro Pacheco, em São Gonçalo; Gustavo está com 18 anos e 1.93m. Menino de São Gonçalo assinou com o Grêmio.

O zagueiro gonçalense é considerado como uma das jóias da base do Grêmio, segundo a crônica esportiva gaúcha que aplaudiu a renovação e vê no atleta, um futuro brilhante na equipe

O resultado foi um duro golpe para o Vasco, que foi superior ao Coritiba - Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

O Vasco sofreu um duro castigo no Couto Pereira, neste domingo. Após esbarrar no goleiro Wilson e na trave, o Gigante da Colina cometeu um pênalti no fim e perdeu para o Coritiba por 1 a 0, em jogo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Fernando Miguel ainda defendeu a primeira cobrança, mas a penalidade precisou ser repetida pelo fato de o goleiro ter se adiantado.

O resultado foi um duro golpe para o Vasco, que foi superior ao Coritiba, especialmente no segundo tempo, quando desperdiçou chances claras para abrir o placar. O Gigante da Colina continua com 17 pontos e caiu uma posição. Agora é o quinto colocado, com dez jogos.

O Coritiba interrompe uma sequência de quatro jogos sem ganhar e deixa a zona de rebaixamento. O Coxa agora tem 11 pontos em 11 jogos e está na 16ª colocação no Brasileiro.

O próximo compromisso do Vasco pelo Brasileiro, pela 12ª rodada, é contra o Red Bull Bragantino, domingo, às 11h, em São Januário. Antes, o Gigante da Colina tem o decisivo clássico com o Botafogo pela quarta fase da Copa do Brasil. Na quarta-feira, dia 23, o Vasco recebe o rival em São Januário, às 21h30, após perder o jogo de ida por 1 a 0. Ou seja, precisa vencer para avançar de fase.

O Coritiba tem outro time carioca pela frente. O próximo jogo pelo Brasileiro, válido pela 12ª rodada, é contra o Fluminense, na segunda-feira, dia 28, no Maracanã, às 20h.

Vasco aposta no contra-ataque no 1º tempo


O Vasco, que poupou quatro jogadores (Leandro Castán, Henrique, Fellipe Bastos, que entrou no segundo tempo e Benítez), apostou, no primeiro tempo, no contra-ataque. Comandado por Thiago Kosloski (Ramon Menezes testou positivo para Covid-19 e cumpre quarentena), o Gigante da Colina tentou controlar o jogo sem se expor, esperando mais o time adversário no primeiro tempo.

Apesar de ter tomado a iniciativa do jogo e ter tido mais posse de bola na primeira etapa, o Coritiba esbarrou em uma tarde de pouca criatividade. Faltou inspiração também. Mas achou um pênalti no fim.

O primeiro tempo foi pobre tecnicamente e de emoção. Retraído, o Vasco esperava o Coritiba e fechava os espaços. Os donos da casa tiveram a bola (chegaram a ter 70% da posse), mas encontravam dificuldades para criar. O Gigante da Colina também sofria ofensivamente, sem conseguir encaixar o contra-ataque e depois com falta de criatividade. Sendo assim, a 1ª etapa teve apenas dois lances agudos, um para cada lado.

A chance mais clara do primeiro tempo foi do Coritiba. Aos 14 minutos, Robson recebeu em profundidade e ficou cara a cara com Fernando Miguel, mas isolou, desperdiçando oportunidade cristalina para abrir o placar. O Vasco, com mais dificuldades ainda no ataque, respondeu com Cano, que roubou bola de Hugo Moura e emendou, da intermediária, para o gol, obrigando Wilson a espalmar, aos 29 minutos.

Vasco se solta na etapa final


O técnico Jorginho fez uma mudança no intervalo. Sarrafiore, que fez sua estreia pelo Coritiba, deu lugar a Yan Sasse, que defendeu o Vasco no ano passado. O Gigante da Colina quase abriu o placar aos dez minutos da segunda etapa. Bruno César cruzou da esquerda e Cano emendou de primeira, mas Wilson se esticou todo e salvou o Coritiba.

O Vasco melhorou o nível de atuação ofensiva na etapa final. Em contra-ataque, Cano passou para Talles Magno. O jovem atacante chutou com categoria e viu a bola explodir na trave. Superior em campo, o Gigante da Colina fez logo três alterações de uma vez e colocou Felipe Bastos, Ribamar e Guilherme Parede. Saíram Bruno Gomes, Bruno César e Ygor Catatau.

Guilherme Parede foi outro que parou em Wilson. Ele dominou cruzamento feito por Talles, da ponta esquerda, e chutou no canto, mas o goleiro agarrou e salvou o Coritiba outra vez. Após perder as chances, o Vasco foi castigado. Pikachu puxou Robson dentro da área. O VAR acionou o árbitro Luiz Flávio Oliveira, que viu o lance e marcou pênalti. Fernando Miguel defendeu a primeira cobrança de Sabino, mas ele se adiantou. O VAR mandou repetir a cobrança. Robson, então, bateu e fez o gol da vitória.

O técnico Thiago Kosloski, antes da repetição da cobrança, reclamou com a arbitragem e foi expulso. Nos acréscimos, o árbitro ainda foi chamado para ver o vídeo em lance de Neto Borges, mas não marcou pênalti. O Vasco, assim, amargou uma dura derrota.

O Tricolor jogou mal o primeiro tempo. Na etapa final, dominou o jogo e pressionou o rival, mas amargou o tropeço - Foto

Um começo ruim. Ou, como definiu Hudson, uma "bobeira" pode custar caro. E o Fluminense pagou o preço com uma derrota para o Sport, no último domingo, por 1 a 0, na Ilha do Retiro, pelo Brasileiro. O Tricolor jogou mal o primeiro tempo. Na etapa final, dominou o jogo e pressionou o rival, mas amargou o tropeço.

"Tínhamos de ficar mais atentos. Demos bobeira. Buscamos um resultado melhor o tempo todo, não só no segundo tempo, como no primeiro tempo também. Agora é corrigir os erros.", analisou Hudson.

O Fluminense levou o gol aos 12 minutos do primeiro tempo, de pênalti. Hernane Brocador converteu. Na etapa inicial, o Tricolor chutou apenas uma vez a gol, um arremate de Ganso.

A situação mudou no segundo tempo. O Fluminense dominou o Sport e partiu para cima, mas saiu de campo derrotado.

Agora o foco é na Copa do Brasil. O Fluminense vai enfrentar o Atlético-GO, nesta quinta-feira, às 20h, no Estádio Olímpico, pela quarta fase. Como venceu o jogo de ida por 1 a 0, o Tricolor tem a vantagem do empate.

 

Os donos da casa marcaram o gol da vitória com Hernane Brocador, de pênalti, logo aos 12 minutos, e seguraram o resultado positivo - Foto: Mailson Santana/FFC

O Fluminense pagou caro pelo início ruim de partida e perdeu para o Sport por 1 a 0, neste domingo, na Ilha do Retiro, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os donos da casa marcaram o gol da vitória com Hernane Brocador, de pênalti, logo aos 12 minutos, e seguraram o resultado positivo.

Sem Dodi, Michel Araújo e Nenê, poupados em função da sequência de jogos e também de olho na Copa do Brasil, o Fluminense teve uma atuação ruim no primeiro tempo, em que levou o gol e não teve criatividade no ataque. O time tricolor melhorou na etapa final, criou, pressionou, mas não conseguiu empatar.

Com o resultado, o Fluminense permanece com 14 pontos em 11 jogos e está na 9ª colocação do Brasileiro. O Sport igualou a pontuação do Flu e ganhou quatro posições na tabela, subindo para o décimo lugar.

Na próxima rodada do Brasileiro, o Fluminense vai receber o Coritiba, segunda-feira, dia 28, às 20h, no Maracanã. Antes, o Tricolor vai decidir vaga na Copa do Brasil e encara o Atlético-GO, pela quarta fase do torneio, na quinta-feira, no Estádio Olímpico, às 20h. Como venceu o jogo de ida por 1 a 0, o Flu tem a vantagem do empate.

O Sport tem mais um compromisso na Ilha do Retiro. Na quarta-feira, o Leão recebe o Corinthians, às 21h30, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Fluminense paga caro pelo primeiro tempo ruim
O Fluminense demorou a se encontrar no início do jogo. Logo aos três minutos, Patric aproveitou rebote e ficou cara a cara com Muriel e chutou com violência. O goleiro do Flu fez milagre, com um leve desvio que fez a bola explodir no travessão. Foi um aviso claro de que as coisas poderiam se complicar. E o pior, de fato, aconteceu. Lançado na área, Leandro Barcia foi derrubado por Egídio. Pênalti. Hernane Brocador cobrou e abriu o placar para o Sport, aos 12 minutos.

O Tricolor só levou certo perigo aos 18 minutos, quando Ganso recebeu na entrada da área e chutou com força, mas para fora. Por sinal, esta foi a única finalização do Flu em toda a primeira etapa. A resposta do Sport foi em cobrança de escanteio com Luciano Juba, que acertou a trave e quase surpreendeu Muriel.

Com a vantagem no placar, o Sport recuou, na tentativa de controlar o jogo sem se expor e de buscar o contra-ataque. O Fluminense, com a posse, rodava a bola e buscava espaços, mas esbarrava na marcação rival e nos erros em passes e cruzamentos. A estatística que retrata a dificuldade tricolor foi o único chute a gol.

"Estamos nos movimentando muito bem. Eles estão com as linhas bem fechadas. Temos de tentar jogar um pouco mais por fora", analisou Wellington Silva, atacante do Fluminense.

Fluminense melhora, mas amarga derrota
Odair Hellmann mudou no intervalo, na tentativa de dar mais presença ofensiva ao time. Ele lançou o centrovante Felippe Cardoso no lugar de André. O segundo tempo começou agitado. O Sport por pouco não ampliou. Adryelson ganhou pelo alto, após cobrança de escanteio, mas Egídio evitou quase que em cima da linha. O Fluminense respondeu com Wellignton Silva. O atacante fez jogada individual e chutou por cima, assustando os donos da casa.

O Flu melhorou na segunda etapa. Wellington Silva voltou a assustar, em chute travado pela zaga. Depois, Egídio desceu pela esquerda e chutou cruzado, mas ninguém alcançou. O Tricolor explorou o setor de novo e viu Yago parar em bela defesa de Luan Polli. Ganso assustou em cobrança de falta.

Odair tentou as últimas cartadas, com Fernando Pacheco e Marcos Paulo. A dupla, por sinal, quase empatou o jogo. Pacheco chutou cruzado, mas Marcos Paulo não alcançou por pouco. O Flu partiu para a pressão. Calegari obrigou Luan Polli a salvar o Sport. Os mandantes conseguiram resistir à pressão do Fluminense e segurou a vitória.

A notícia gerou diferentes reações e a CBF ainda não se manifestou - Foto: Divulgação

Neste sábado (19), em coletiva à imprensa, o vice-presidente do Flamengo, Marcos Braz, defendeu o retorno dos torcedores aos estádios. “A mágica do futebol, de todos os esportes, é o público”, pontuou o dirigente, mas sem abrir mão das precauções diante da pandemia que continua a fazer novos casos e óbitos. “Desde que tenha segurança, tem que ter público”, enfatizou.

O governador interino do Rio de Janeiro, Claúdio Castro, decretou o prosseguimento de medidas preventivas contra a doença até 6 de outubro, entre elas a não realização de eventos esportivos com a presença de público.

O mundo do futebol brasileiro está em polvorosa com a possível volta da torcida aos estádios para 4 de outubro, precisamente, no jogo Flamengo x Athletico-PR. A Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) e o próprio poder municipal acenaram positivamente para esta possibilidade na última sexta.

A notícia gerou diferentes reações e a Confederação Brasileira de Futebol ainda não se manifestou. O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, disse que o time dele não vai entrar em campo. Já o Vasco entende que a presença do público precisa ser autorizada em todo o território nacional, sob o risco de se criar um desequilíbrio no esportivo.

A ideia é que é os jogos possam receber 30% da capacidade permitida de pessoas nas partidas e com todos os presentes usando máscaras. O Maracanã, por exemplo, poderia ter 22 mil pagantes para o evento, mesmo ainda em meio ao novo coronavírus (covid 19).

Segundo o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, foram registrados até agora 251.261 casos confirmados e 17.634 mortes devido à covid-19. Existem ainda 403 óbitos em investigação e 228.258 pacientes recuperados.

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