28
Qui, Maio

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) criou um Fundo de Apoio para ajudar atletas de vôlei de quadra e vôlei de praia - Foto: Divulgação/FIVB

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) criou um Fundo de Apoio para ajudar atletas de vôlei de quadra e vôlei de praia, impactados financeiramente em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em nota oficial publicada ontem (26), a entidade explica que o auxílio será distribuído individualmente, com o objetivo de suprir as necessidades básicas de cada jogador ou jogadora, incluindo alimentação, cuidados familiares e moradia.

“A FIVB entende quanto tempo e dedicação cada jogador de vôlei e de vôlei de praia coloca em nosso esporte. Eles são o coração e a alma do voleibol, e sem eles nosso esporte não seria o sucesso global que é. Também entendemos perfeitamente que, para alguns, o adiamento ou cancelamento necessário dos eventos da FIVB terá um impacto significativo em suas vidas cotidianas. Portanto, é responsabilidade da FIVB continuar a apoiá-los de todas as formas possíveis, e é por isso que o fundo de Apoio aos Atletas foi criado”, explicou o brasileiro Ary Graça, presidente da FIVB, em nota veiculada no site da entidade.

As inscrições foram abertas ontem (26) e poderão ser realizadas no site da FIVB até 26 de junho. O candidato ao auxílio financeiro precisa preencher alguns requisitos, entre eles, não haver sofrido sanções em nível nacional e internacional, e ter cumprido as regras antidopagem. Todo o processo de avaliação e concessão da ajuda financeira será conduzido por uma comissão, composta por integrantes da FIVB.

Esta decisão permite que o voleibol seja retomado em escala nacional - Foto: Amanda Demétrio/Sesi-SP

O conselho de administração da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) realizou uma reunião na última quarta-feira (13) na qual aprovou atualizações no calendário 2020-2021 após a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Entre as mudanças está a permissão para que todas as ligas nacionais recomecem no dia 1º de junho de 2020 para o encerramento da temporada 2019/2020.

No entanto, a permissão será confirmada desde que seja seguro e esteja sujeita “às diretrizes de saúde e segurança emitidas pelas autoridades nacionais e locais”. A FIVB também afirma que “será necessário que as ligas nacionais implementem medidas abrangentes de segurança e proteção para garantir a saúde e o bem-estar de atletas, torcedores, funcionários e todas as partes interessadas envolvidas na organização de eventos. Esta decisão permite que o voleibol seja retomado em escala nacional se for seguro fazê-lo”.

Segundo o presidente da FIVB, o brasileiro Ary Graça: “As decisões aprovadas pelo Conselho de Administração da FIVB e pelo Comitê Executivo da FIVB são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar de toda a família de voleibol durante esses tempos sem precedentes (…). Não há dúvida de que agora é o tempo necessário para que todos os membros da nossa família do voleibol trabalhem juntos e ajam como um na tomada de fortes medidas coletivas em benefício do voleibol”.

FIVB tomou decisão considerando novo cronograma do Circuito Mundial - Foto: Pedro Ramos/Ministério da Cidadania

Com o impacto da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no calendário das competições esportivas, a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) anunciou nesta quarta (13) a mudança de prazos no sistema de qualificação do vôlei de praia para os Jogos de Tóquio. A medida foi tomada baseada na previsão do novo cronograma do Circuito Mundial da modalidade.

O ranking olímpico será definido de forma definitiva até 13 de junho de 2021. Porém, os critérios de avaliação permanecem os mesmos. As equipes terão que disputar no mínimo 12 competições, e os 12 melhores resultados serão considerados. Já as finais da Continental Cup acontecerão entre 21 e 27 de junho, quando será definido o ranqueamento formado por este caminho de classificação. Inicialmente, o calendário previa a confirmação destas vagas no próximo mês, mas, com a mudança de data dos Jogos Olímpicos e a crise na saúde, foi necessário o adiamento.

“Acreditamos que essas mudanças no sistema de qualificação do vôlei de praia para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 representam uma abordagem equilibrada, justa e universal que garantirá que os atletas com melhor desempenho tenham a oportunidade de se qualificar para os Jogos. Com este anúncio, damos aos jogadores de vôlei de praia a certeza do roteiro para a preparação para Tóquio 2020, e assim eles continuam se concentrando em manter sua saúde e bem-estar neste momento”, declarou em nota o presidente da FIVB, o brasileiro Ary Graça.

Desde o ano passado, o Brasil já tem 4 duplas confirmadas no Japão. No masculino a dupla Alison e Álvaro Filho e a equipe Bruno Schmidt e Evandro vão lutar pelo ouro olímpico. No feminino o Brasil contará com o time Ana Patrícia e Rebecca e a dupla Ágatha e Duda.

Liga das Nações de Vôlei foi cancelada por causa da pandemia do novo coronavírus. Foto: William Lucas/CBV

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) anunciou nesta sexta-feira (8) que a edição 2020 da Liga das Nações de Vôlei foi cancelada por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19) e seu impacto nas cidades-sede.

A competição feminina estava programada para começar no dia 19 de maio, enquanto a masculina em 22 de maio. No mês de março a FIVB já havia anunciado o adiamento das competições, e a entidade tinha a esperança de encontrar uma data no final do ano.

“Porém, diante da evolução da pandemia, da complexidade da realização de um evento global em vários países anfitriões e do compromisso de proteger a saúde dos participantes, o conselho da Liga das Nações de Vôlei, o conselho de administração da FIVB e os organizadores do evento concordaram em cancelar a edição deste ano. A FIVB continua trabalhando em estreita colaboração com todas as partes para coordenar o cronograma da edição 2021 da Liga das Nações de Vôlei, mantendo Itália e China como sedes das finais”, diz o comunicado da FIVB.

No comunicado, o presidente da Federação Internacional de Vôlei, o brasileiro Ary Graça, explicou como foi tomada a decisão: “Junto com nossos parceiros, exploramos todas as opções para sediar a Liga das Nações 2020. Parte do que faz a Liga das Nações tão especial é que é um evento verdadeiramente global desfrutado por jogadores e especialmente por fãs de todo o mundo. Mas essa força também aumenta seu risco durante a atual pandemia global. Seria, portanto, imprudente, talvez até irresponsável, prosseguirmos com o evento quando não podemos proporcionar aos jogadores e a todos os interessados a certeza de que o Liga das Nações 2020 seria segura, acessível a todos e mantida em alto nível”.

“Agora, nossa atenção se volta para a edição 2021 da Liga das Nações, para garantir que seja a melhor edição já realizada. Sei que nossos incríveis atletas serão incansáveis em seus esforços para se prepararem para a competição, e não tenho dúvidas de que o próximo ano será um ano muito emocionante para o vôlei”, afirmou o dirigente brasileiro.

Inscreva-se através do nosso serviço de assinatura de e-mail gratuito para receber notificações quando novas informações estiverem disponíveis.